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Review: Gravity Rush 2

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Gravity Rush 2 é um exclusivo da Playstation e sequência do jogo Gravity Rush (PSVita/PS4), conta a jornada de uma garota chamada Kat ou como chamam ela, Rainha da Gravidade. Seus poderes como já dá a entender pelo seu título, ela controla a gravidade de seu corpo como bem entender, fora outros poderes que ela adquire com o ocorrer do jogo. 

O jogo não possui gráficos espetaculares como já estamos acostumados em diversos jogos Triple A, porém, ele consegue ser bonito e cativante da sua forma, seu cenário é rico em cores e beleza naturais de forma animada. A jogabilidade é bem simples, apenas precisa dominar os poderes de gravidade, só fica complicado de manusear a câmera durante algumas acrobacias e nas lutas, felizmente tem como reposicionar a câmera com um simples comando.

A história é bem divertida, ela é contada com semelhanças de mangás japoneses de aventura, não é nada complexo de entender, porém, se quiser entender 100% de como Kat foi parar ali, como ela teve o título de Rainha da Gravidade, apenas jogando o primeiro. Aliás, na PSN a DLC da Raven é distribuída gratuitamente, apenas ir lá e adquirir na sua biblioteca. 

(BGS 2018) Jogamos Assassin’s Creed: Odyssey | Veja nossa análise

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Apesar de já ter lançado em 5 de Outubro, Assassin’s Creed: Odyssey estava disponível na Warner Bros. Games, onde estava localizado jogos de outras empresas parceiras. Assassin’s Creed: Odyssey oferece algo inédito na franquia, a possibilidade de escolhas, que é destaque além da imersividade do jogo. 

Diferente dos outros, você pode escolher seu protagonista, entre Alexios e Kassandra, os dois possuem a mesma origem, mas alterna a ordem de nascimento conforme você escolhe o protagonista. O jogo não foge muito do seu antecessor, Assassin’s Creed: Origins, no quesito de jogabilidade, mas agora o jogo se tornou um pouco mais difícil comparado ao seu antecessor, o que torna muito mais divertido! Isso foi necessário já que o jogo se tornou um RPG teoricamente, fazendo com que o jogador tenha que explorar o jogo para melhorar seus itens e habilidades. Sobre os protagonistas, os dois são de origem espartana, porém, você pode escolher seu caminho, você começa como um mercenário, mas pode ajudar tanto o lado de Esparta quanto o Ateniense, mas o foco é a Ordem, são os “Templários” da civilização grega, suas intenções vão além da guerra política e manipulam o mundo grego com seus poderes políticos. 

Outro ponto que é interessante mencionar é sobre a árvore de habilidades, um dos fatores que precisa ter cautela na hora de distribuir seus pontos, são três arvores de habilidades, Caçador, Guerreiro e Assassino. A árvore de Caçador é importante para o dano das flechas e dano em animais, que aliás, alguns animais são bem difíceis de combater, as vezes o arco e flecha pode ajudar no zoneamento de certas espécies, o de Guerreiro é mais pra defesa, vida e dano de combate, na minha opinião, é uma árvore que deve se priorizar caso você não tenha tanta paciência para a tática furtiva de Assassin’s Creed, a última árvore que é de Assassino, é focado para a tática furtiva, essa árvore é importante, recomendo que alterne entre Guerreiro e Assassino eventualmente, existem fortes que valem a pena neutralizar os inimigos um por um do que ir no combate e atrair hordas de inimigos. Falando nisso, existe um sistema de caçadores de recompensa, existia no Origins também, mas dessa vez, é mais difícil, por onde você passa causando confusão, eles imediatamente irão investigar seus rastros e caçar você independente de tudo, você possui 3 opções, neutralizar todos os caçadores de recompensa, neutralizar quem está enviando caçadores de recompensa ou pagar para cancelar a recompensa pela sua cabeça.

O jogo vale a pena, Assassin’s Creed: Odyssey vale a experiência tanto para jogadores casuais, quanto para jogadores fãs do gênero RPG! 

BGS 2018 |Algumas Atrações e Novidades da Feira:

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Dentre a todas novidades e peculiaridades da Feira, algumas me chamaram a atenção, como por exemplo os novos lançamentos de periféricos & Hardwares mas o que não podia faltar era a cerejinha dos novos lançamentos do mundo PC Gamer, a RTX 2080 TI.

  Exposta de forma discreta, sem muitas firulas, apenas um pedestal em uma caixa de vidro com um led verde lá estava ela, com seu acabamento arrojado e seu designer único e com um poder absurdamente monstruoso.

Mas deixemos um pouco de falar só do meu fanatismo por hardware,
abaixo está o primeiro vídeo de uma  série de 3 vídeos gravados da BGS 2018 pela Duo Do Amor.
 

  Por: OnnyFeh |Duo Do Amor

 

(BGS 2018) Jogamos Devil May Cry 5 | Prepare-se para a festa!

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Nesta edição da BGS, foi disponibilizado em diversos stands a demo de Devil May Cry 5, aproveitamos e jogamos! 

Devil May Cry 5 marca o retorno da franquia que os fãs imploraram para retornar. Utilizando o mesmo motor gráfico de Resident Evil 7, o visual do jogo está impecável, personagens modelados de forma surreal, cenários bem desenvolvidos e efeitos especiais dinâmicos, também devemos citar a jogabilidade que é um dos fatores que mais atraem os jogadores, não está tão diferente de seu antecessor (Devil May Cry 4), só que notamos semelhanças com um spin-off da saga feita pela Ninja Theory, Devil may Cry, o jogo está veloz e dinâmico de formas parecidas, o que deixa o jogo muito mais interessante, para quem gostou da velocidade de DmC, com certeza irá conseguir adaptar diversos combos que darão prazer em jogar!

No geral, o jogo está muito divertido, o seu retorno com certeza é um dos mais esperados e na BGS a fila não foi baixa, esperamos o jogo completo para sentirmos a verdadeira sensação do jogo que irá trazer o gênero Hack N Slash mais uma vez para as alturas. 

(BGS 2018) Jogamos Days Gone | Sobreviva!

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Um dos jogos que mais chamou a atenção do público na stand da Playstation, muitos possuíam a vontade de experimentar Days Gone pelo gênero de jogo e também porque a Playstation não decepcionou com The Last of Us. apesar de possuir semelhanças com The Last of Us, Days Gone apresenta uma experiência diferenciada que na verdade, chama a atenção de todos, a horda enorme de zumbis ou morto-vivos como preferir chamar.

Na BGS você poderia escolher entre duas demos, uma tinha uma dificuldade mais fácil, fazendo apenas uma coleta de um material numa motocicleta, então existia alguns infectados como obstáculo, além de que achei muito interessante que na maioria dos jogos de zumbis, você não encontrava crianças infectadas, neste caso aqui, existem crianças que estão infectadas e são um obstáculo para você, então caso não goste de coisas assim, fica a critério da sua ética moral em ignorar essas crianças, mas isso não impedirá elas de te perseguirem! 

A outra Demo era algo mais difícil, já conseguimos ver a horda de zumbis enormes, justamente por isso ela é a mais complexa em relação a anterior, porém, se você conseguir se manter escondido e cumprir com o seu objetivo, a dificuldade da demo é cortada em 50%, claro que isso varia do jogador, se ele é mais concentrado em cumprir o objetivo, ou se ele quer apenas o caos e matar tudo usando o que tem. 

Sobre a gameplay, a câmera é semelhante ao The Last of Us e os últimos Resident Evil com exceção do 7, tecnicamente não existe mini-mapa, o que realmente existe é um radar onde você tem que se localizar, é algo bem simples, gostei de como encaixaram ele. Também devemos falar de um fator que influência MUITO o seu jogo, como são uma horda de zumbis para enfrentar, é recomendável que você pense duas vezes antes de gastar suas balas, existem armas brancas que você consegue achar no caminho, mas elas quebram conforme o uso, igualmente em The Last of Us, porém, você já possui uma faca, neste caso em específico, a faca não quebra mas demora para matar. 

Agora sobre o visual do jogo para finalizar. Como era uma demo, o jogo não estava 100%, algumas coisas não estavam com texturas tão boas, mas é como disse, é uma demo, então não dá para falar do visual dele de forma precisa, pois não é um jogo finalizado. Porém, o jogo está bonito em outros aspectos, como é bem vasto o cenário e a destruição deixada por outros humanos, um mundo bem apocalíptico mesmo, algo como se estivesse abandonado, o que estamos acostumados a ver em vários jogos do tema, além de que suas florestas parecem intactas, sombrias mas intactas com o tempo, algo bonito de se ver.

Essa foi a análise de Days Gone, não deu para ver muito da trama nesse jogo, nem pra conhecer muito da personalidade do protagonista, tudo o que podemos falar é que é só mais um querendo sobreviver se arriscando contra essas hordas. 

[Crítica] – A Freira (2018)

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Mais diverte do que assusta! Novo filme do universo ‘Invocação do Mal’ não cumpre oque promete.

O universo da franquia ‘Invocação do Mal’ é considerado o melhor terror da atualidade, desde seu primeiro filme de 2013 até ‘Annabelle’ e então chega a vez de ‘A Freira’ brilhar nos cinemas (ou não). 

Em 2016 quando foi lançado ‘Invocação do Mal 2’ se tornou um sucesso mundial, muitas pessoas que saíram do cinema ficaram horrorizadas com os sustos que tomaram na sala e a entidade que mais causou medo foi a Valak a freira que fez o público se arrepiar nas telonas, então nesse ano devido ao grande sucesso chegou a vez da personagem interpretada por Bonnie Aarons receber o seu primeiro filme solo. 

A historia gira em torno de um suicídio de uma freira da Abadia na Romênia, um padre e uma noviça são enviados para um caso de investigação e acabam descobrindo um segredo profano e começam a arriscar suas vidas e enfrentar o mal que está dominando o local. 

Vendido como ‘O Capítulo mais tenebroso de toda franquia Invocação do mal’ é claramente nítido que o marketing do filme foi vendido como algo que não é real, infelizmente a nova produção da Warner nas mãos de 
 Corin Hardy (A maldição da floresta) foi uma das maiores decepção do ano, apelando para um humor em cenas de tensão e uma historia rasa com Jump Scares clichês completamente previsíveis.

O papel de destaque do filme fica com atriz Taissa Farmiga que consegue entregar um belíssimo papel na trama e assim como sua irmã Vera Farmiga que também faz parte do universo de terror da franquia, ela traz uma grande determinação da personagem mas não foi tão bem explorada no filme assim como a entidade Valak, houve diversos furos de roteiros que deixou o longa com questões pedentes mas talvez possa ser explicado em alguma sequência se ocorrer. 

Depois que conhece essa história da Valak mais aprofundada percebermos que ela não é tão assustadora da forma que imaginávamos e acaba estragando toda a tensão do filme porém os alívio cômico introduzindo deixa a trama ser levada de uma forma bem balanceada e consegue arrancar até risada.

Em geral a Freira foi vendido como algo genérico e foi entregue uma baita bomba surpresa do ano!

[Crítica] – O Predador (2018)

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Eletrizante com diversas cenas de ação, novo longa acerta em cheio e diverte o público. 

O novo longa da franquia ‘Predador‘ chegou nas telonas no último dia 13 de setembro, dirigido por Shane Black (Máquina Mortífera e Robocop) a produção consegue entregar um incrível fã service ao público que adora a ação com o monstro iniciado em  1987 com Arnold Schwarzenegger.

O filme trouxe diversos elementos nostálgicos dos antecessores tanto em cenários quanto em falas dos personagens, o diferencial é ver o rumo que a franquia tomou, com o roteiro bem consistente a historia gira em torno de 
Quinn McKenna (Boyd Holbrook) um atirador de elite que é mandado para a reabilitação depois de ter visto a nave do monstro cair nas matas e aniquilar todo seu esquadrão, ao ser encaminhado para o ônibus com destino a clinica o atirador conhece um grupo de soldados pirados que vai ajuda-ló a caçar o predador e salvar seu filho que está em perigo. 

Um humor que consegue equilibrar o filme em momentos tensos acaba divertindo o público em fazer a junção que muitas pessoas gostam, ação com violência extrema e comédia balanceada, oque pode prejudicar no filme são certas piadas que podem não agradar a todos por alguma causa social, mas não deixa de ser um bom filme, as cenas de ação são completamente eletrizantes e em alguns momentos apelam um pouco para o modo terror, para quem tinha medo dos anteriores vai perceber que o tom foi bem alterado e que é divertido ver algo que assustava o público retornar as telonas em seu melhor filme. 

Demorando um pouco para decolar na guerra de verdade contra o personagem macabro, a cenas de batalhas são completamente caóticas, oque deixa a desejar é a violência do filme não foi tão bem exploradas devido aos efeitos especiais, existe certos momentos que você percebe os sangues e partes do corpo mal feita, mas a historia permanece firme e forte e vai sendo desenrolado da melhor forma possível 

Sim, é o melhor filme da franquia até agora, o final deixa um gosto de sequência e consegue fazer jus ao primeiro lançado em 87 com adrenalina, cenas de ação insana e uma batalha completamente eletrizante, é uma sessão pipoca completa. 

[Análise] Marvel’s Spider-Man (PS4) é realmente bom?

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Uma baita surpresa para os jogadores que emociona do começo ao fim. 

Quando foi anunciado em 2016 pela Sony e Insomniac Games com um trailer espetacular a hype de todos foi completamente imensa e trouxe aquele gostinho de nostalgia de 2000, lançado recentemente no dia 7 de setembro a pergunta em que algumas pessoas estão pressionando é ‘Marvel’s Spider-Man é realmente bom?’

Um estúdio que já provou diversas vezes que consegue entregar jogos de excelentes qualidades (Sunset Overdriver, Ratchet Clank, Edge of Nowhere) resolveu dessa vez se arriscar em uma nova produção de ponta e muito diferente do que já fizeram antes e obtiveram um resultado de ótima altura. Foram dois anos de produção até chegar em suas etapas finais e para ser sincero? A Insomniac consegue trazer uma experiência nostálgica e épica para os fãs com uma aventura belíssima e uma historia de prender o jogador na tela. 

‘Marvel’s Spider-Man’ é um prato cheio e cumpre oque promete em ter uma narrativa bem qualificada e combates dinâmicos e o mais incrível é a exploração pela cidade em um mundo aberto e um mapa médio com um cenário de deixar o queixo caído. 

A Trama que vai surpreender… 

A cidade está comprometida com a criminalidade e logo após um dos maiores chefões do crime ser preso as regiões cujo seus capangas cuidam é dominada por uma gangue de assassinos que se denomina nome de ‘Os Demônios’ liderado pelo vilão Sr. Negativo e o único que pode impedir que a cidade seja tomada por esses monstros é nosso querido Spider-Man.

Uma historia redonda e caprichada que consegue trazer uma grande reviravolta que vai deixar muitas pessoas emocionadas e também empolgadas com as cenas de ação e com as novas origens de certos personagens que já conhecíamos porém não um lado mais sombrio.

A jogabilidade

Para aqueles que sabem lidar com os comandos dos jogos da franquia Batman Arkham vai se dar muito bem com a adaptação de comandos do controle passadas para o herói, nelas existem diversos diferenciais onde podemos arremessar objetos da rua nos vilões e soltar especiais com efeitos em câmera lenta, além disso temos diversos tipos de teias que conseguem ser carregadas rapidamente com upgrade feito para modificarmos a forma de ataques e deixa-ló mais consistente.

Isso galerinha, alguns pontos realçados no jogo é que ele vem com um menu em base de RPG onde conseguimos aprimorar uniformes, teias, novos golpes e mesclar pequenas habilidades de cada uniforme. 

Nostalgia Pura

Nessa nova aventura conseguimos notar um Peter Parker maduro com responsabilidades a serem cumpridas e com um grande espirito de provar que o mundo precisa de super-heróis, de inicio deixa claro que o personagem está se sentindo velho e cansado para muito trabalho, estando com o manto do spider a um longo tempo o rapaz também trabalha em uma empresa de porte pequeno cujo não consegue sustentar um salário  para se manter porém não abandona por amor ao que faz. 

A equipe de produção pegou um pouquinho do que há de melhor em cada filme já lançado de todos os Homem Aranha desde o Tobey Maguire até o Tom Holland e juntaram para criar um personagem digno tanto em combate quando em sua inteligencia, é uma grande homenagem a nosso mestre Stan Lee cujo poderá desfrutar uma nova era tecnológica de seu querido herói que veio de sua incrível mente brilhante. 

Uniformes 

Muito bem planejado a forma em que resolveram trazer a novidade a todos em apresentar 27 uniformes que podem ser usados livremente e também pode ser aprimorado com Garras, Poderes diferenciados, super velocidade e outros modos em que a adaptação pode ser mais abrangente a cena sob a qual você vai está jogando.  

A produtora consegue arrancar um sorriso no rosto do jogador em pegar uniformes dos quadrinhos desde a época de 80 até as atuais e isso é um ponto positivo não só para os fãs quanto para aqueles que se sentirão desafiados a fazer as missões secundarias para desfrutar todos os trajes, e já avisando o jogo é muito gostoso de jogar, divertido com pouquíssimos pontos enjoativos , então para aqueles que pensam em pegar um jogo cujo fique preso a horas jogando esse sim é o jogo que vai te abraçar ser desejável sempre pelo modo livre.  

Cadê o Downgrade?

Após as polêmicas de pessoas acusando a produtora de downgrade na versão final do jogo foi desmentido e oficializado que o game havia recebido um upgrade de qualidade gráfica e deixa tudo mais realista, você sente na pele oque é ser o herói com os gráficos bem atraentes e bem detalhados oque  torna tudo ainda mais caprichado, as vibrações contidas no controle ao jogar são arrepiantes, haverá momentos no qual você vai precisar ser bem atento as batalhas contra os vilões principais e apertar rapidamente botões combinados, não só com eles mas também com ações pelas ruas de Nova York pois como quiseram nos trazer uma proposta realista está bem nítido que criminosos vai atacar a cidade com assaltos, sequestros relâmpago e tiroteio com os oficiais da cidade. 

O herói consegue interagir com as pessoas na rua, um dos botões do controle faz com que ela converse com o pessoal, tanto como agrado como perguntas, são completamente variáveis a forma em que ele vai se comunicando com todos.

Um Grande diferencial


Conforme a historia vai se desenrolando somos pego de surpresa em saber que Spider-man não é o único personagem jogável, alguns momentos da trama iremos controlar Miles Morales e Mary Jane e isso é isso é um ponto positivo mas também um pouco decepcionante em sabermos que os personagem só vão ser usados em momentos tensos porém de grande ajuda para o Peter, mas oque deixa claro é que notamos que a nossa queridinha que sempre precisava ser salva pelo herói está mais diferente do que você já viu, uma mulher forte com espirito de aventura e que corre atrás do que realmente quer e também introduz um grandioso personagem de futuro se houver uma sequência para o jogo (A Insomniac games já confirmou que iria adorar fazer mais jogos de heróis pela frente).

Nem tudo é um mar de rosas…

Apesar de está com uma recepção grande do público o jogo peca em alguns quesitos que deixa chateado, o principal deles é a sincronia de som na dublagem brasileira, a maioria das vezes o personagem está fazendo movimentos de boca com o áudio já finalizado, a falta de sincronia deixou claro que não foi passado para revisão do estúdio de dublagem, outro ponto que não podemos deixar de notar é a tradução, no brasil por exemplo conhecemos o personagem pelo nome ‘Homem Aranha’ mas não foi traduzida e as pessoas o chamam apenas de ‘Spider-Man’ não só isso mas também em diversos personagens ou até mesmo artigos que tem tradução oficializada aqui no país não teve salvação para tradução e acabou gerando ai uma discórdia desagradável. Em relação a falhas por fim não podemos deixar de falar dos bugs que ocorrem as vezes como a batalha contra criminosos em alguns momentos os personagens se colidem e acabam atravessando um ao outro e também o fato de obter objetos nas ruas na qual o herói pode se pendurar mas não consegue. 

Em geral é um excelente jogo que vai divertir o público pela historia, jogabilidade, batalhas fluídas e que vai deixar horas jogando esse mais novo título exclusivo da sony completinho e bem desafiador para aqueles que buscam uma boa platina, criativo e brilhante vai trazer os personagens dos quadrinhos que estiveram em uma boa parte da infância de todos e é super recomendado ao público geral, não é tão nostálgico quanto ao novo ‘God Of War’ mas merece receber uma credibilidade grande e justa. 

Campeonatos e atrações interativas marcam estreia da Santa Helena

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A Brasil Game Show confirmou a participação da Santa Helena em sua 11ª edição, que acontece de 10 a 14 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A maior indústria de produtos à base de amendoim do Brasil estreia como patrocinadora da BGS e com um estande que promete muita interação, atrações e sabor.“Tradicionalmente, nossos produtos estão em todos os momentos de diversão. Assim, participar da BGS, que é, sem dúvida, a grande festa dos games, será uma oportunidade incrível para a marca se relacionar com o público”, diz Luis Roberto Bertella, diretor comercial da Santa Helena.

“Estamos apostando tanto na BGS que até criamos um game exclusivo para o evento”, completa Renato Feliz Augusto, Vice-Presidente de Marketing, Vendas e Operações, referindo-se ao ‘Berro, o Crokíssimo’, um jogo de plataforma 2D cujo personagem principal é um amendoim. Criado pela Mukutu, o jogo tem quatro fases e é uma homenagem à linha de snacks salgados Crokíssimo, lançada em 2009 e que já é referência no catálogo da Santa Helena e na lista de compras dos brasileiros.

Durante a BGS, o jogo poderá ser conhecido e disputado no estande da Santa Helena, que dará um PS4 PRO e um kit VR ao visitante que completar todas as etapas do game no menor tempo. O primeiro colocado na disputa também ajudará a criar a sequência do jogo, após a Brasil Game Show. A premiação do segundo ao quinto lugar será um Nintendo Switch.

O personagem “Berro, o Crokíssimo” ainda vai interagir com o público em dois telões instalados no estande. “O objetivo é fortalecer a imagem de um dos principais produtos da marca com o público da BGS”, completa o Vice-Presidente da Santa Helena.

No estande da empresa, os visitantes também poderão participar de outras atrações interativas e conhecer influenciadores famosos, como Malena. “Hoje, os consumidores vão atrás de experiências e histórias, e marcas que permitem essa troca de emoções e criam conexões autênticas, fidelizam seus clientes e conquistam novos admiradores”, analisa Marcelo Tavares, CEO e fundador da BGS.

“O ambiente da BGS é perfeito para isso e temos certeza que vamos superar todas as expectativas da Santa Helena”, afirma.Segundo Marcelo, faz tempo que os games deixaram de ser um nicho ou coisa de criança, e a participação da Santa Helena na BGS é mais uma prova disso. “Marcas que atendem a várias gerações e que querem estar próximas de seus públicos não ignoram o mercado de games e têm na BGS o terreno perfeito para esse encontro.

Ingressos do 8º lote poderão ser adquiridos até com até 19% de descontoAté 11/9 é possível adquirir ingressos do 8º lote com desconto de até 19% em relação aos valores do lote final. A meia-entrada do ingresso individual para um dia de evento custa R$ 89,00 e o passaporte para os quatro dias de evento abertos ao público sai por R$ 267,00. Adquirindo o passaporte, um dia de evento sairá de graça.

Outra novidade da 11ª edição é o ingresso Fast Pass, que permite ao visitante entrar uma hora antes da abertura oficial nos dias abertos ao público, e custa R$ 178, a meia-entrada.Têm direito ao benefício da meia-entrada aqueles que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência.

Primeiras imagens oficiais da Capitã Marvel.

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Capitã Marveltem Brie Larson no papel principal e apresentará ao público a super-heroína Carol Danvers. 

Programado o lançamento do filme para 7 de Março de 2019 nos cinemas Brasileiros. 

5 heróis e equipes de quadrinhos que merecem um jogo

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Com a criação de jogos de heróis crescendo novamente desde a franquia Arkham do Batman, agora com Homem-Aranha e futuramente o Projeto Vingadores que será feito pela Square Enix (responsável por grandes nomes como Final Fantasy e Tomb Raider), seria legal imaginarmos alguns heróis e equipes que merecem um jogo.

Demolidor

Começaremos com Demolidor. com certeza é um ótimo herói, além de possuir vilões e contos muito bons para serem adaptados, o herói só teve participação em Ultimate Alliance 1 e 2, além de aparecer num cenário em Hell’s Kitchen sentado num trono, que aliás, o nome da história onde isso ocorre se chama Shadowland.

Arqueiro Verde

Arqueiro Verde não possui tanto destaque como muitos heróis da DC, mas com certeza veio agradando muito com DC Rebirth recentemente, creio que com uma mecânica semelhante ao de Tomb Raider, poderia ser um jogo bem feito, puxado para um stealth e sobrevivência.

X-MEN

X-men teve diversos altos e baixos nos quadrinhos e no filmes, mas nunca decepcionou nos seus jogos, inclusive os jogos que teve participação deles são muito famosos como X-men vs Street Fighter e Marvel vs Capcom. X-men sempre foi rico em conteúdo, existem uma lista longa de ótimas sagas que poderiam adaptar, mas também poderiam fazer algo inédito, como criar seu próprio mutante e escolher se você estará do lado do Professor Xavier ou de Magneto. 

Punho de Ferro

Jogos de artes marciais sempre são bons, uma gameplay semelhante de Mortal Kombat: Shaolin Monks cairia muito bem para o herói. 

Mulher Maravilha

Após o sucesso de God of War com sua nova mecânica, um jogo com a Diana com certeza poderia dar certo, num ambiente de destruição e guerra para melhorar, claro que deverá ter uma narrativa atraente para poder prender o jogador, mas nada que uma equipe boa não possa desenvolver. 

Existem outros heróis que se encaixam em muitos tipos de jogos, alguns até merecem mais que outros, Superman é um deles, mas é impossível saber quem está disposto a tentar arriscar um jogo tão imersivo de poder como Superman. 

CSGO: Invicta, BootKamp Gaming mostra como as nossas brasileiras jogam

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Após a final sul-americana disputada contra a NOXIUM,  BootKamp Gaming nesse último Domingo (02). A partida decisiva foi entre as brasileiras e a equipe chilena NOXIUM, em uma série melhor de três.

A disputa foi acirrada começou em Cache, onde a BootKamp iniciou com vantagem, emplacando 16 a 11 no placar. Seguindo para Overpass, as brasileiras impuseram ainda mais seu ritmo, conquistando a vitória por 16 a 8 e encerrando a série em 2 a 0, terminando a temporada completamente invictas.

É o terceiro título da liga, em 2018, conquistado pela equipe, que levou também as edições de maio e março.

Assista a transmissão da partida : https://www.twitch.tv/videos/305193623

“O cenário profissional Feminino de CS:GO, está crescendo e ganhando espaço onde até então era dominado pelo masculino. São nossas brasileiras mostrando que não é só Homem que sabe dar Bala”  

4 Jogos do Homem-Aranha que você deve jogar!

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Marvel’s Spider-Man chega em menos de 1 semana então vai aqui uma lista de 5 jogos do amigão da vizinhança que vale a pena jogar para aquecer! 

Spider-man (2000)

Pra começar nossa lista, começaremos com um clássico de 2000, Spider-man (2000) muita gente que passou nessa geração com certeza tocou neste masterpiece.  O jogo possui os vilões mais perigosos do Homem-Aranha, além de ser um jogo completamente divertido, com certeza vale a pena conferir. O jogo está disponível nas seguintes plataformas: PlayStation, Nintendo 64, Dreamcast, Microsoft Windows, Game Boy, IBM PC compatível, Mac OS Classic

Ultimate Spider-Man (2005) 

O segundo da nossa lista é Ultimate Spider-Man, baseado nos quadrinhos da fase Ultimate, ele conta com uma cidade totalmente livre para se explorar, com o design totalmente modelado em formato de quadrinho, além de poder jogar com Venom, isso mesmo, o Venom! Porém, só pode controlar ele em certas fases do jogo. O jogo está disponível nas seguintes plataformas: PlayStation 2, Xbox, Nintendo GameCube, Microsoft Windows, GameBoy Advance, Nintendo DS. 

Spider-Man: Friend or Foe (2007)

Ok, este é estranho, mas ele mistura personagens adaptados da trilogia Raimi com personagens dos quadrinhos, mas isso não deixa o jogo ruim, aliás, ele é ótimo com vários personagens jogáveis, creio eu que o único defeito é ele ser single player. Além disso, neste jogo, os vilões se tornam seus aliados para derrotar uma força maior, alguns até voltam a vida (Duende Verde, Harry Osborn e Venom), além de grandes participações como Punho de Ferro e Nick Fury. Disponível nas seguintes plataformas: Xbox 360, PlayStation 2, PlayStation Portable, Wii, Microsoft Windows, Nintendo DS.

Spider-Man: Web of Shadows (2008)

O último da lista é um dos melhores já feito com certeza, particularmente é meu favorito. O jogo possui 4 finais considerando o seu karma, no caso, Herói, Anti-Herói e dois finais como Vilão. Existem 3 tipos de versões deste jogo, um que foca totalmente na ação em 3D nas plataformas de PS3, XBOX360, Wii e PC,  enquanto na de PS2 é um beat’em up em 2D e no Nintendo DS é beat’em up em 2.5, 
O jogo conta com vários personagens participando fortemente na trama, até o próprio Wolverine está metido nessa, nesse jogo você usa duas roupas, tanto a clássica quanto o simbionte. 

Enfim, este foi uma lista baseada em usuários que adoraram estes respectivos jogos, com certeza existem outros, mas varia de gosto pessoal mesmo, de qualquer forma estes são indispensáveis pelo rico conteúdo que apresentam. Boa diversão para quem vai jogar e para quem vai jogar Marvel’s Spider-Man que será lançado dia 7 de setembro de 2018. 

7 Games Impossíveis sem os seus Poderes Especiais

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Videogames podem ser difíceis. Mas eles podem ser impossíveis apenas sem as ferramentas adequadas ou, no caso dos seguintes itens desta lista, os poderes adequados. Desde a infância, nós aprendemos que os poderes especiais e power-ups ajudam e dão vantagens, como as “power pellets” do Pac-Man, que nos permitem devorar os fantasmas. Os poderes aqui listados, no entanto, são aqueles que você simplesmente não pode viver sem. E sim, eles são muito melhores do que devorar cogumelos.

A Mira – Red Dead Redemption

Não importa o quão bom é a sua mira ou quão intuitivo são os controles, “Dead Eye Targeting” é essencial pra experiência de Red Dead Redemption. É legal andar a cavalo e desacelerar o tempo pra atirar na cara de um cowboy bem antes dele tentar bater em você. Em alguns dos tiroteios mais épicos em Red Dead Redemption, você pode acabar com mais buracos pelo seu corpo do que o enredo de Batman V Superman. Não só a mira ajuda a acertar os alvos, mas também é uma ferramenta de exploração muito útil, permitindo tomar nota de quantos inimigos se aproximavam e as suas posições. Graças a este poder, você sempre tem a oportunidade de alocar suas balas devidamente dentro dos dentes amarelos dos seus adversários.

Controlar o Tempo – série The Prince of Persia

Como o príncipe titular em The Prince of Persia, você também tem poderes impressionantes que manipulam o fluxo do tempo. Mas em vez de apenas ser capaz de retardar as coisas como John Marston, o príncipe pode voltar no tempo, congelar inimigos, tornar-se incrivelmente rápido e até mesmo ver o futuro. O poder de rebobinar é muito importante, especialmente se você calculou mal um salto durante e mergulhou pra morte. Na verdade, a qualquer momento que falhou miseravelmente, você pode voltar um pouco pra corrigir seus erros. Mas tem que ter certeza de que tem poder suficiente disponível pra rebobinar até um ponto corrigível, caso contrário, vai recomeçar a cena desde o começo.

A Visão da Águia – série Assassin’s Creed

Graças ao poder “Eagle Vision” em Assassin’s Creed, temos sempre a certeza de quem é amigo ou inimigo. Isso nos impede de iniciar uma onda de assassinatos acidentais mediante a identificação dos alvos ou apenas apontando onde todos os guardas estam, apenas no caso de querermos manter as coisas furtivas – ou até ajuda com o papo de assassinatos “acidentais”, na verdade. Assassinos usaram este poder durante séculos pra recolher informações e perseguir os movimentos e posicionamento dos seus adversários. Basta pensar nisso como um “hack”, exceto um que está embutido no jogo e ajuda a vencê-lo, mostrando-lhe exatamente quem e aonde você deve matar.

As Lágrimas da Elizabeth – BioShock Infinite

A Elizabeth de BioShock Infinite é um tesouro indispensável, capaz de fornecer os itens quando você mais precisa deles e comentários enquanto você caminha ao redor da cidade flutuante de Columbia. Mais importante, ela tem o poder de rasgar o tecido do espaço e do tempo, permitindo que as peças de Universos paralelos apareçam, prontas pra serem usadas em batalha. A utilidade de Elizabeth é dupla, especialmente porque ela joga “salts” quando você precisa de vigor, munição quando você estiver ficando sem e kits de primeiros socorros quando você está prestes a morrer. Ah, e ela destranca fechaduras também.

A Ocarina do Tempo – The Legend of Zelda: Majora’s Mask

Se há uma coisa que podemos tirar desta lista, é que ter controle sobre o tempo é incrível e é algo que todos nós queremos. No caso de Link em The Legend of Zelda: Majora’s Mask, é uma espécie de necessidade. Não há absolutamente nenhuma maneira de Link salvar o mundo sem a ajuda da Ocarina do Tempo – e seus instrumentos alternativos -, porque ele tem apenas três dias pra impedir a lua de cair e devastar tudo. E outra vez, Link deve viajar pelo tempo pra alterar a cadeia de eventos, derrotar Skull Kid e pôr fim à maldade de Majora. Pode ter sido difícil aprender todas essas músicas, mas pelo menos elas nos permitem viajar de volta no tempo ou até mesmo acelerar as coisas. Se a Ocarina do Tempo fosse real, ela bem poderia acelerar a semana de trabalho pra nós.

Os Poderes do Homem-Aranha – Qualquer jogo do Homem-Aranha

Este é óbvio, você não pode ter um jogo do Homem-Aranha sem usar seus poderes aracnídeos. Arremessar teias, escalar paredes, agilidade, Sentido-Aranha e força são todos necessários pra qualquer jogo do Amigão da Vizinhança, mesmo que apenas pra atravessar Manhattan. Ser ágil o suficiente pra se pendurar em teias, seja orgânicas ou do atirador mecânico, é parte integrante da experiência de ser o Homem-Aranha. Não daria certo vê-lo pegar um táxi pra enfrentar o Dr. Octopus. Mais importante, sem o seu Sentido-Aranha, ele provavelmente teria o mesmo fim do Tio Ben quando se trata de enfrentar criminosos armados.

Magias de Cura – World of Warcraft e quase todos os MMORPG

Pode parecer muito simples, mas a cura é um poder extremamente importante em qualquer jogo. E apesar delas não serem exclusivas pra jogos de RPG “Massively Multiplayer Online”, eu escolhi destacar as magias de cura em World of Warcraft por sua importância em missões de “Dungeons e Raids”. Sem um “healer” adequado, a maioria dos grupos não seria capaz de completar qualquer missão épica de World of Warcraft. Se ela vem na forma de efeito de cura em área, cura ao longo do tempo ou cura direta, o fato de que essas magias mantém as barras de vida cheias deve ser suficiente pra garantir que qualquer “tank” ou “DPS” continue exercendo sua função. Respeite seu “healer” e garanta sua vida.

7 Easter Eggs Mais Assustadores dos Games

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É muito divertido encontrar easter eggs nos games. Eles exigem um pouco de trabalho braçal, mas são recompensadores. De vez em quando, um jogo vai puxar o nosso tapete e apresentar um easter egg menos “divertido” e mais “pesadelo horrível”. Esconda-se debaixo dos cobertores enquanto descobre os easter eggs mais assustadores dos videogames.

O Fantasma de Mount Gordo – Grand Theft Auto V

O fantasma de Mount Gordo do GTA V pode ser considerado uma lenda moderna. Logo após o jogo ser lançado, intrépidos exploradores descobriram que em um determinado ponto no Mount Gordo entre 23h e meia-noite o fantasma de uma mulher surge. Ela se parece com a essência dos pesadelos e flutua aos arredores até desaparecer. Se você chegar perto, ela some, mas então aparecerá um nome escrito em sangue, “Jock”. Se você está se sentindo realmente aventureiro, dê zoom no rosto dela com um rifle.

Robbie Espreita – Silent Hill 4: The Room

Robbie the Rabbit é recorrente em Silent Hill, aparecendo como um coelho antropomórfico com manchas de sangue no rosto. Delicioso, certo? Em Silent Hill 4: The Room, ele aparece como um bichinho de pelúcia na cama da sua vizinha. Se você olhar através do buraco na parede do seu apartamento pra espioná-la, ele eventualmente estará olhando e apontando na sua direção. Eu não sei o que é mais assustador: o boneco ameaçador ou o voyeurismo.

Mortos no Mar – BioShock Infinite: Burial at Sea

Em BioShock Infinite: Burial at Sea – Part Two, você assume o controle de Elizabeth mais uma vez. Depois de descobrir o seu corpo morto no Burial at Sea – Part One, você vai pra um passeio de barco com os gêmeos Lutece, refletindo o início de BioShock Infinite. Tudo parece normal e você está pronto pra seguir os passos de Booker – até olhar pra baixo na água.

Ao redor do seu barco, que flutua pelas profundezas escuras do oceano, estão um bando cadáveres. Se eles são ou não todos os cadáveres das várias versões de Elizabeth não é claro, mas a visão é definitivamente incômoda. Você poderia até mesmo olhar pra eles como almas, o que significa que os gêmeos Lutece seriam como Caronte, transportando Elizabeth pro Hades.

Descanso de Tela – série Fatal Frame

Você não planeja dormir esta noite, certo? Se você quiser ficar acordado, recomendo jogar qualquer um dos jogos Fatal Frame e deixar o controle parado. Uma espécie de “descanso de tela” irá aparecer depois do jogo ficar inativo por um tempo. Estes descansos de tela podem vir na forma de mãos sangrentas ou faces fantasmagóricas. Imagina quem descobriu isso esquecendo de dar pause pra ir no banheiro.

Tentáculos – Assassins Creed II

Quando Nietzsche disse: “se você olha por muito tempo para um abismo, o abismo também olha para você”, ele provavelmente estava se referindo a Assassin’s Creed II. Se você for até o final da Assassin Tomb, chamada “Visitazione Secret”, poderá ativar uma série de alavancas e chegar a um túmulo com as plataformas e um pouco de água. Se você olhar pra água, vai ativar uma cena que apresenta uma grande criatura tentacular. Ative a alavanca perto desse local novamente e você terá uma outra surpresa quando olhar pra piscina de novo. Agora, essa linha Nietzsche soa ainda mais aterrorizante, né?

O Fantasma do Elevador – Pokemon X / Y

Enquanto a maioria dos jogos de Pokemon tem um conteúdo leve e divertido, às vezes você se depara com algumas coisas um pouco perturbadoras. O fantasma do elevador da Lumiose City é um exemplo. Ele aparece no 2º andar de um edifício em Lumiose City e é acionado quando você pisa fora do elevador. A tela vai piscar por um segundo e ela vai sair de trás você com seu vestido escuro e cabelo roxo. O fantasma solta alguns barulhos muito terríveis e diz que você não é “ele”. E então desaparece. Imagina se fosse…

Áudios Perdidos – Xbox Original

Embora não esteja em um jogo, o menu principal do Xbox original escondeu alguns segredos auditivos que são francamente assustadores. Se você deixar o menu principal ocioso por um tempo, provavelmente ouvirá um canto demoníaco, sussurros assustadores, música horrível ou outros tipos de ruídos terríveis. Se você deixar esta coisa rolar por toda a noite, esses sons alimentarão seus pesadelos e resultarão em você acordando aos gritos. Obrigado, Xbox.

Astros de Hollywood que Dublaram Videogames!

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Vivemos numa época em que é difícil dizer a diferença entre um filme e um game. As coisas eram mais simples quando corríamos atrás de cogumelos, mas agora os jogos são mega-sucessos com milhões de dólares em orçamento à disposição dos desenvolvedores.

Os jogos passaram a influenciar os filmes e uma abundância de estrelas de cinema emprestaram suas vozes a diferentes games. Abaixo está uma lista de alguns astros de Hollywood que apareceram em alguns jogos populares como GTA, The Elder Scrolls, Call of Duty e afins.

Liam Neeson em Fallout 3

A estrela que nos deu filmes como Busca Implacável e A Lista de Schindler apareceu em uma das maiores franquias de games da atualidade, Fallout. O terceiro título, lançado em 2008, contou com Liam Neeson como James, o pai do Lone Wanderer. Falando desse personagem, o produtor executivo, Todd Howard, disse: “Este papel foi escrito com Liam em mente, que forneceu o tom dramático pra todo o jogo.” Ele foi, de fato, a escolha certa pro papel.

Patrick Stewart em The Elder Scrolls IV: Oblivion

Patrick Stewart – atualmente mais famoso pelo Professor Charles Xavier – foi homenageado no lançamento de The Elder Scrolls V: Skyrim com o prêmio de Melhor Performance pelo Imperador Uriel Septim VII em The Elder Scrolls IV: Oblivion – só pra confirmar que Stewart é um dos caras mais épicos vivo.

Sean Bean em The Elder Scrolls IV: Oblivion

Elder Scrolls IV não teve só Patrick Stewart, mas Sean Bean – conhecido por seus papéis em 007 Goldeneye, O Senhor dos Anéis e Game of Thrones – também emprestou sua voz – esse cara adora interpretar guerreiros medievais. Bean interpretou Martin Septim, um filho ilegítimo do imperador Uriel Septim VII, se tornando o último imperador da dinastia Septim.

Ray Liotta em Grand Theft Auto Vice City

Grand Theft Auto Vice City contou com Ray Liotta como Tommy Vercetti. O personagem é provavelmente o mais popular no GTA e até hoje os fãs querem vê-lo retornar à franquia. Se ele aparecer, esperamos que Liotta volte junto.

Kiefer Sutherland em Call of Duty: World at War

Kiefer Sutherland interpretou o Corporal Roebuck em Call of Duty: World at War e fez um trabalho tão excepcional que ganhou o papel do Big Boss em Metal Gear Solid V: The Phantom Pain.

5 cenas bizarras escondidas nos filmes

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Nada na vida é sempre 100% perfeito. Não importa o quão bom seja um filme, sempre há um detalhe inadvertidamente mínimo nos fundos de alguns dos maiores filmes já feitos – e aqui estão cinco das melhores cenas escondidas.

Quero Ser John Malkovich – Pensa Rápido

Há um momento surpreendente em Quero Ser John Malkovich em que um motorista de carro agride Malkovich. O cara grita: “pensa rápido!” e arremessa uma lata de cerveja na cabeça dele. Enquanto a cena de Malkovich ser atingido com a lata parece ter sido planejada, a linha “pensa rápido” aparentemente não era. O diretor, Spike Jonze, disse que alguns figurantes haviam levado uma caixa de cervejas pro set e foram ficando “um pouco altos”. O diretor acrescentou que a linha que o agressor gritou enquanto o carro passava ao seu lado lhe rendeu seu cartão no Screen Actors Guild, aumentando o seu salário de US$ 100 por dia pra US$ 700. Bela forma de ganhar um aumento.

O Último Samurai – Coice nos Bagos

Se você pensou que o papel de um figurante de filme era ficar em segundo plano e não fazer nada, você obviamente não viu O Último Samurai. Durante uma cena chave, o personagem de Tom Cruise, conselheiro militar Nathan Algren, chega a cavalo pra batalha final. Quando o galã desce do seu cavalo, o animal dá um coice num dos figurantes. Bem lá! Em vez de cair no chão e chorar, o figurante simplesmente dá um passo pra trás e se segura firme. Na verdade, o momento embaraçoso é tão sutil que a maioria das pessoas nem sabia que isso aconteceu até anos após o lançamento do filme, em 2003. Esse sim era um samurai disciplinado.

Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra – Cowboy Aleatório

Centenas de filmes ficaram famosos por suas reviravoltas finais, mas ninguém assistindo Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra esperava o que aconteceu na sua cena final. Depois de recuperar o Pérola Negra, o Capitão Jack Sparrow – Johnny Depp – ordena que seu alegre bando de piratas comece a trabalhar no convés. Assim que eles começam a se mover, um homem vestindo uma camiseta comum e chapéu de cowboy pode ser visto no fundo, olhando pras águas distantes. Supostamente, ele era apenas um membro da equipe de suporte que acidentalmente se esqueceu de sair do set durante as filmagens. Esse cara merece andar na prancha.

Com 007 só se Vive Duas Vezes – Mr. Bigglesworth

O gato persa branco do vilão de Bond, Blofeld, é um dos personagens mais assustadores da saga. A criatura peluda perde um pouco de seu brilho quando legitimamente enlouquece durante uma das cenas de explosão no final do icônico filme de espionagem. Donald Pleasence, que interpretou Blofeld, faz o seu melhor pra manter o gato no colo, mas por alguns breves momentos, a câmera captura o felino se debatendo freneticamente. Eu ficaria desesperado só de ficar tão perto do Blofeld.

O Senhor Babá – Dia de Cão

Lembra no início dos anos 90, quando o lutador Hulk Hogan tentou uma carreira no cinema? Não funcionou. Na verdade, a única razão pro seu filme de 1993, O Senhor Babá, ser lembrado não tem nada a ver com o “ator”. Enquanto Hogan dirige sua motocicleta, a câmera captura um dos pontos turísticos mais bizarros do cinema. Seus olhos não lhe enganaram. Algum cara aleatório jogou um cão na água. Por quê? Quem era ele? Será que o seu cão estava fedendo ou algo assim? A cena da motocicleta era tão importante que não podia ser cortada? A única outra dúvida é o que deixa Hulk Hogan mais orgulhoso: sua moto na frente de um cão que está sendo jogado na água ou seu restaurante de massas.

8 Cientistas Loucos do Mundo Real

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Alguns acham que cientistas loucos só existem em filmes de ficção científica e terror. Mas eles realmente moram dentro do nosso mundo real. Aqui está apenas um punhado dos muitos cientistas loucos que viveram – ou vivem – ao nosso lado.

Leonardo da Vinci

A maioria das pessoas o conhece por sua arte, mas Leonardo da Vinci era um louco absoluto. Com interesses que se estendem pra além da arte, da Vinci gostava de engenharia e até mesmo anatomia – tanto que foi creditado pela invenção do helicóptero. Pense nisso. As únicas coisas que voavam eram pássaros e insetos e ele disse “que se dane, eu quero voar também”. Assim, ele inventou o “parafuso aéreo”, uma engenhoca feita de madeira, lona ​​e partes de bicicletas. A máquina só existiu no papel, mas o fato de que ele também é creditado por inventar o paraquedas sugere quanta fé da Vinci colocou em sua própria ideia. Ele também gostava de dissecar cadáveres. Apesar do fato de que ele tinha permissão oficial pros experimentos, isso tudo só grita “cientista louco”.

Henry Markram

Falando dos tempos atuais, o professor Henry Markram quer colocar uma mente vivendo dentro de uma máquina em 2018. Ele quer aperfeiçoar a inteligência artificial, o que todos nós sabemos que resulta na guerra contra as máquinas. Chamado de Blue Brain Project, o cientista sul-Africano espera criar um ser completamente artificial e capaz de pensar, sentir e até mesmo se apaixonar. Ele faz tudo isso na esperança de que irá nos ajudar a entender melhor como o cérebro funciona, portanto, suas intenções não são completamente malignas. O ímpeto inicial do Markram veio quando seu filho, Kai, foi diagnosticado com síndrome de Asperger, que eventualmente resultou na teoria de Markram que as pessoas autistas são mais compreensivas. Posteriormente, o Blue Brain Project deu vida ao Human Brain Project, com o qual ele espera lançar luz sobre o cérebro humano e todas as doenças que o afetam. Com isso, só nos resta rezar pra que os filmes de ficção científica estejam todos errados.

Giovanni Aldini

O físico italiano Giovanni Aldini é um dos dois homens creditados como o Victor Frankenstein da vida real. Aldini ganhou o título de uma pequena experiência de 1803, em que ele queria ressuscitar o cadáver “perfeito” como parte de seu trabalho com eletricidade, o que gerou muita raiva na época. Pra realizar essa tarefa, Aldini adquiriu o corpo do assassino enforcado George Foster, que foi executado por matar sua esposa e filho – como se a sociedade precisasse do assassino de volta, né? Então Aldini levou o corpo de Foster pro Royal College of Surgeons, onde, na frente de uma audiência, Aldini anexou eletrodos – retratados acima – em Foster e ligou o treco. E quase todo mundo ficou chocado ao ver os resultados quase de imediato. Músculos faciais começaram a contrair, o olho esquerdo abriu e, depois de algumas horas, parecia que Foster respirava. No entanto, a bateria usada logo se esgotou e o corpo de Foster ficou duro de novo. Hoje em dia já é óbvio que todas as reações do cadáver ocorreram devido às contrações provocadas pelo choque e nada mais.

Johann Conrad Dippel

O outro cientista creditado como inspiração pra Frankenstein, Johann Conrad Dippel era ainda mais alucinado. Os interesses do cirurgião alemão se estendiam de teologia e alquimia e seus hobbies incluíam roubar cadáveres pra experimentos, tentar criar vida artificial e procurar ativamente a Pedra Filosofal e o Elixir Vitae, que ele diz ter criado. Em um ponto, ele criou algo que chamou de “Óleo de Dippel”, uma mistura que foi realmente utilizada até a Segunda Guerra Mundial, embora como repelente de insetos. É importante notar também que Dippel nasceu no Castelo Frankenstein – sim, o castelo existe e fica em Darmstadt, Alemanha. Dippel também já foi considerado herege – por que será?

Charles Hofling

Outro louco contemporâneo, o psiquiatra Charles Hofling gosta de testar os limites da obediência das pessoas. Pra esse fim, ele realizou o que é agora conhecido como o “experimento hospitalar Hofling”. Sem avisar a qualquer um dos 22 enfermeiros noturnos envolvidos, Hofling botou um médico fictício pra telefonar pro hospital e pedir-lhes pra administrar um medicamento fictício – na verdade um placebo – aos pacientes. A droga falsa não aparecia em nenhum lugar em qualquer lista de medicamentos aprovados. Além disso, as enfermeiras deviam dar aos paciente 20mg da droga, apesar do rótulo da garrafa afirmar claramente que 10mg era o máximo que qualquer um deveria receber. Assustadoramente, 21 de 22 enfermeiros cumpriram estas ordens e, ao fazer isso, quebraram três regras do hospital: não receber ordens por telefone, não superar uma dosagem máxima e não usar um medicamento não autorizado. Felizmente, os hospitais melhoram desde então.

Elon Musk

O Tony Stark da vida real, Elon Musk, na verdade, tem algumas ideias muito loucas. Pra começar, ele quer mudar completamente a forma como as pessoas viajam com o Hyperloop: uma proposta de sistema de trânsito que liga Los Angeles e San Francisco numa viagem de 30 minutos. Esta pequena ideia deu seu primeiro grande passo em maio de 2016, quando o Hyperloop One testou com sucesso um mecanismo de propulsão no deserto de Nevada. Outra das ideias malucas de Musk é a criação da inteligência artificial. Em dezembro de 2015, ele revelou a OpenAI, uma empresa de pesquisas que visa o desenvolvimento de inteligência artificial que vai beneficiar a humanidade, em vez de destruí-la completamente. Pra começar esse projeto, Musk levantou US$ 1 bilhão, uma quantidade verdadeiramente louca de dinheiro.

Lyn Evans

O físico Welsh Lyn Evans é o diretor da Linear Collider do CERN, o que significa que ele está no comando do Grande Colisor de Hádrons. Sob a liderança de Evans, outros cientistas quebraram prótons em tentativas de recriar o Big Bang, a explosão que teoricamente criou o Universo. Entre as muitas coisas que eles esperam descobrir – como o bóson de Higgs -, o seu objetivo final é ver como o Universo começou. No entanto, pode haver um problema fundamental nisso. Uma vez que, essencialmente, Evans e sua equipe estão tentando recriar algo que criou um Universo inteiro, há o perigo de sua experiência funcionar bem demais. Um Universo bebê está sendo gerado dentro do nosso próprio planeta enquanto conversamos.

J. Robert Oppenheimer

O físico teórico americano Julius Robert Oppenheimer ensinou física na Universidade de Berkeley por mais de uma década. No entanto, a maioria das pessoas o conhecem por seu trabalho no Projeto Manhattan, que desenvolveu a primeira bomba atômica do mundo. Por essa conquista, ele se tornou conhecido como o “pai da bomba atômica”. E isso é apenas a primeira coisa louca que ele fez, a qual ele é quase imediatamente reconhecido. A próxima coisa louca que ele fez foi propor o controle internacional das armas nucleares, de modo a evitar uma catástrofe nuclear global. Basicamente, ele criou brinquedos destruição em massa e, em seguida, tentou levá-los embora. Por isso, Oppenheimer viu seu certificado de segurança revogado e sua carreira arruinada. Meritocracia de primeira.

Os Videogames Mais Superfaturados da História

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Jogadores são famintos como lobos devoradores quando o assunto é uma nova geração de consoles – qualquer pessoa que tenha sofrido nas filas de uma loja da Apple no dia do lançamento de um novo modelo de iPhone pode atestar esta verdade universal. E os jogadores, em particular, criam ainda mais expectativas e estão dispostos a explodir seus cartões de crédito pelo próximo Playstation ou Xbox. Isto é, assumindo que o novo console não seja absurdamente caro. Abaixo estão alguns exemplos de produtos superfaturados da década de 90 que, em sua maior parte, não conseguiu ganhar apoio popular graças aos preços ridículos.

Panasonic 3DO

A Panasonic lançou seu malfadado videogame 3DO em 1993. O sistema teve alguns grandes jogos como Star Control 2, Return Fire e Plumbers Don’t Wear Ties… Brincadeira, são todos lixos. Ok, podia ser pior, o Atari Jaguar conseguiu ter uma biblioteca de jogos ainda mais miserável. No entanto, quase ninguém jogou 3DO porque ele custava US$ 700 no lançamento. Setecentos! DÓLARES! Isso sem ajustar pras taxas de 2016 – equivalente à US$ 1,160. O que mais você poderia comprar com tanto dinheiro? A mensalidade da faculdade, talvez? Contratar alguém pra bater na sua cabeça pra pensar sobre a compra de um 3DO? Considerando o preço do 3DO, não é nenhuma surpresa que a maioria dos jogadores optou pelo Playstation ou Nintendo 64.

Neo Geo

O console da SNK, Neo Geo, estreou em 1991 por US$ 650 – cerca de US$ 1.142 em 2016! Tenha em mente também que cada cartucho custava pelo menos US$ 150. Eles eram banhados a ouro? Ou sei lá, Kryptonita? Toda criança na década de 90 tinha um amigo cujo primo possuía um Neo Geo. Era como um tipo de criatura mítica que ninguém nunca viu e a prova da sua existência só veio das vagas histórias de segunda mão. Isso é lamentável, porque o Neo Geo tinha uma biblioteca decente, se você gostar de Samurai Showdown ou Metal Slug.

Sega Saturn

Depois de cagar o Mega Drive com expansões inúteis, a Sega finalmente deixou de lado seu cadáver dissecado de 16 bits e lançou um novo console de 32 bits, o Sega Saturn em 1995. Mas o aparelho custava gritantes US$ 400 – sem falar que os jogadores ainda estavam pobres depois de comprar parafernálias como o 32X no ano anterior. A insatisfação com o 32X combinada com o alto preço do Saturn fez parecer que a Sega estava insensivelmente ordenhando os jogadores por mais dinheiro.

TurboDuo

Lembra do TurboDuo? Ok, provavelmente não. O console foi um último esforço da empresa japonesa NEC pra recuperar uma posição nos Estados Unidos após o Turbo Grafx-16 – também não lembra, né? Esse tentou competir com o Super Nintendo e com o Mega Drive. Em vez de criar um novo aparelho, no entanto, a NEC imprudentemente decidiu pegar o que ninguém estava jogando, combiná-lo com sua expansão pra CDs igualmente impopular e lançar a criatura híbrida como um console de US$ 300. Se seus pais eram ricos o suficiente pra lhe dar um TurboDuo no Natal, então você pode estar certo de uma coisa: só você jogou isso.

Philips CD-i

O CD-i da Philips era essencialmente um computador pra sua televisão que não tinha disco rígido. Os consumidores reclamaram, no entanto, do preço de US$ 700 em 1991 – algo em torno de $ 1230 em 2016. Pra piorar a situação, o console teve alguns jogos verdadeiramente terríveis. No que suponho ter envolvido algum tipo de chantagem, a Nintendo deu os direitos pra Philips fazer três jogos baseados na sua venerável franquia The Legend of Zelda. Estes três títulos – informalmente conhecidos como a Unholy Triforce – são considerados alguns dos piores jogos já feitos. Vá ao YouTube e testemunhe o horror por si mesmo – e, se quiser, pode chorar depois.

PlayStation 3

Ao contrário dos outros consoles nesta lista, o Playstation 3 foi um enorme sucesso… Depois de um tempo. A Sony ofereceu dois modelos de PS3 estupidamente caros no seu lançamento em 2006, uma versão do sistema de 20 GB por US$ 500 e outra de 60 GB por US$ 600. A Sony justificou o preço pelo leitor de Blu-Ray do PS3, que na época era uma novidade. Mas quem queria isso? O exorbitante preço do PS3 ajudou o Nintendo Wii a ficar ainda mais popular com o seu preço de US$ 250. Mamãe e papai ficaram contentes em usar o dinheiro salvo por comprar um Wii no Natal pra ajudar a pagar o aluguel ou àquela geladeira nova.

As missões mais ridículas dos games de RPG

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Os jogadores muitas vezes medem a qualidade de um RPG por suas missões secundárias. Mesmo se a história principal do jogo for apropriadamente épica, ele nunca vai alcançar o reino da verdadeira grandeza se as tarefas periféricas não forem igualmente memoráveis. O tom dessas missões secundárias podem variar de grave e dramática pra bem… Francamente… Absurdo. Aqui estão algumas das “side quests” mais ridículas – divertidas ou irritantes – dos RPGs modernos.

Fallout 3 – Vault 108

Vault 108 em Fallout 3 detém uma missão opcional que é ao, mesmo tempo, assustadora e divertidamente absurda. Ao explorar o Vault 108, o “Lone Wanderer” encontra dezenas de clones hostis, louros e do sexo masculino. Cada clone se chama Gary e, apropriadamente, só sabe falar o próprio nome. Pense neles como “Hodors” homicidas. Os clones são o produto de outra experiência da empresa antiética favorita de todos, a Vault-Tec. Embora não exista nenhum objetivo além da exploração, esta é uma das “side quests” mais ridículas de todos os tempos.

Witcher 3 – Paperchase

Apesar da sua história principal dramática, The Witcher 3: Wild Hunt é embalado com “side quests” divertidas – muitas destas nas suas duas expansões. O DLC mais recente, Blood and Wine, contém uma missão intitulada “Paperchase”. A busca começa depois do proprietário de um vinhedo dizer que tem uma recompensa monetária à espera de Geralt num banco nas proximidades. Depois de ir ao banco, Geralt rapidamente descobre que a retirada destes fundos não é uma tarefa fácil. Ele precisa convencer vários funcionários do banco a colaborarem. A missão parece interminável, até que Geralt dá o seu jeito de convencer um dos funcionários a reduzir a burocracia. Toda a missão é uma sátira do serviço ao cliente e burocracia corporativa. Nem num mundo de fantasia a gente se vê livre disso…

Fallout: New Vegas – Wang Dang Atomic Tango

A “quest” Wang Dang Atomic Tango do Fallout: New Vegas envolve escolher ajudar ou não um dono de cassino a recrutar três prostitutas. Estas prostitutas incluem uma vaqueira “ghoul” e uma robô sexual. Você também deve adquirir o software certo pra robô, pois nada pode ser pior do que uma noite no bordel com uma robô sexual que alguém erroneamente colocou no modo “assalto tático”.

The Legend of Zelda: The Wind Waker – Triforce Shards

Algumas missões são ridículas de tão absurdas. O caso em questão é a tarefa de Link pra encontrar todos os oito fragmentos faltando da Triforce em Legend of Zelda: The Wind Waker. Estes oito fragmentos estão espalhados por todo o mundo aquático de Hyrule, então Link deve coletar mapas pra cada fragmento e, em seguida, navegar pra locais individuais e recuperá-los. Mesmo com a habilidade de “warp“, esta tarefa é desnecessariamente demorada. É semelhante a comprar um saco de biscoitos e abri-lo, apenas pra descobrir que alguém embalou cada biscoito individualmente – e tudo o que você quer é lanchar. O HD Remake do Wii U diminuiu o número de mapas pra três, mas ainda é uma missão ridícula num jogo excelente.

Mass Effect 2 – Krogan Sushi

Na Citadel, em Mass Effect 2, Shepherd pode ouvir um casal de Krogan discutindo se os lagos artificiais da estação espacial contém ou não peixes comestíveis. Ei, todo mundo precisa de uma distração durante a aniquilação intergaláctica, certo? Ao ouvir isso, o jogo ordena Shepherd a descobrir a verdade por trás desse enigma milenar. Você pode encontrar um NPC num clube nas proximidades que irá dizer que não, não há peixes pra comer. Então você deve informar os Krogan desta notícia pra completar a missão. Você não estará salvando a galáxia dos Reapers, mas ei, ao menos vai ganhar uns pontos de experiência.

Skyrim – Bound Until Death

Em Skyrim, você tem a opção de aderir à Dark Brotherhood, uma equipe de assassinos que lembram os homens sem rosto de Game of Thrones. Felizmente, cada “assassino sombrio” tem um nome, facilitando a comunicação do grupo. Numa “quest” intitulada “Bound Until Death”, você é encarregado de assassinar uma noiva no dia do casamento. Você ganha ainda mais dinheiro se matá-la enquanto ela está se dirigindo à multidão. Presumivelmente, quem contratou você não queria assistir a mais um casamento chato. Entre suas opções pra realizar este ato covarde, está empurrar um gárgula em cima dela, tornando esta missão tanto mórbida quanto hilária – dependendo do seu gosto.

Witcher 3 – Dead Man’s Party

Você pode encontrar outra das missões secundárias divertidas de Witcher 3, intitulada “Dead Man’s Party”, na expansão Hearts of Stone. Por razões complicadas, Geralt deve mostrar ao fantasma de um nobre morto, Vlodimir von Everec, os “tempos modernos” – e Vlodimir deve possuir Geralt pra fazer isso. A missão é hilariante porque Vlodimir, ao contrário de Geralt, é arrogante e paquerador. Ele até caminha de forma diferente de Geralt – com as mãos nos quadris.

A missão envolve, principalmente, mover Geralt possuído de uma atividade pra outra e fazer… Coisas. Perder num jogo de Gwent, por exemplo, o obriga a usar orelhas de burro pro resto da missão. A missão está entre as mais memoráveis em toda a trilogia Witcher.