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Quer saber como a Mística é diferente nos filmes e nos quadrinhos?

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Não se engane: a Mística é uma vilã absoluta quando se trata dos quadrinhos. A “shapeshiftter” azul é um bastião da vilania nas histórias dos X-Men. Mas os filmes – estrelados por Jennifer Lawrence – transformaram a femme fatale numa pessoa inexplicavelmente positiva. Então vamos aprender sobre o quão diferente a Mística é nos quadrinhos em comparação com o seu homólogo nos cinemas.

O Traje

Mística apareceu em seis dos nove filmes lançados até agora, geralmente como uma metamorfa linda cuja forma verdadeira é coberta de pele azul, escamas e cabelos vermelhos penteados pra trás. Esta tendência começou no primeiro filme X-Men de 2000, quando ela foi retratada pela atriz e ex-supermodelo Rebecca Romijn. Suponho que o diretor Bryan Singer queria exibir o corpo de Romijn, então tirou o vestido, botas, luvas e a decorações de crânio icônica da personagem em favor de escamas que cobrem seu corpo nu. Nos quadrinhos, Mística ocasionalmente usa outras roupas, mas é mais conhecida pelo traje branco e pelos crânios. Jennifer Lawrence finalmente usou algo semelhante no final de X-Men: Apocalipse – já não era tarde, né.

Má Até os Ossos

Embora ela estreou na série da Ms. Marvel durante o final dos anos 70, Mística logo migrou pros quadrinhos dos X-Men e se tornou uma ameaça mutante regular. Ela é uma conspiradora maquiavélica que usa seus poderes de metamorfose, agilidade e cura pra assassinar qualquer pessoa em seu caminho. Se ela se une a Magneto, Apocalipse, Sr. Sinistro ou mesmo os X-Men, quase sempre tem segundas intenções que atendem a seus próprios interesses. Os filmes até deram uma amostra dessa personalidade, especialmente durante X-Men 1, 2 e Dias de um Futuro Esquecido, apesar de terem mostrar uma pessoa totalmente diferente em Primeira Classe e Apocalipse.

Maternidade

Os laços familiares de Mística foram quase totalmente cortados dos filmes. Lembra do teletransportador vermelho de X-Men: Primeira Classe, Azazel? Nos quadrinhos, ele é o pai do Noturno – e Mística é a mãe. Ela teve outro filho, Graydon Creed, com o Dentes de Sabre. Creed despreza seus pais por abandoná-lo, resultando no ódio a todos com o gene-X e na formação do seu grupo anti-mutante, os Amigos da Humanidade. Mística também é a mãe adotiva de Vampira, que rouba permanentemente os poderes de Ms. Marvel por ordem da Mística antes de eventualmente se juntar aos X-Men. Quando ela tentou fazer as pazes com os filhos, já era tarde demais. E se você só conhece a Mística dos filmes, deve estar de queixo caído.

Interesses Românticos

As reviravoltas, os poderes e a lealdade volúvel de Mística resultaram em romances e divórcios com realmente muitos personagens nos quadrinhos ao longo dos anos. Ela já ficou com todos os tipos de pessoas em seu passado e alguns dos nomes podem surpreender. Além dos já referidos Dentes de Sabre e Azazel, ela também ficou com Magneto, Forge e até Wolverine. Uma vez, ela se transformou em Vampira e tentou seduzir Gambit, dizendo que não seria considerado traição. Doentio! Mística é também amante de longa data da mutante precognitiva, Sina – uma das primeiras relações lésbicas na história dos quadrinhos.

Mestra Assassina

Nos quadrinhos Dias de um Futuro Esquecido – assim como no filme – os heróis evitam um futuro distópico, onde mutantes são caçados à beira da extinção pelo programa Sentinela. No centro de todo este desastre está Mística e sua própria Irmandade de Mutantes. Ela se apresenta como Gambit pra fazer parecer que ele era, na verdade, a pessoa que matou o senador Robert Kelly, provocando o futuro apocalíptico. Claro, isso complica a prevenção da morte de Kelly pelos X-Men – e é apenas uma das muitas vezes que Mística faz com que algo extraordinariamente ruim aconteça.

Às Vezes Entre os X-Men, mas Nunca Líder

Durante todo o filme X-Men: Apocalipse, Mística interpreta a heroína que salvou as vidas do presidente e do Bolivar Trask no final do filme anterior. Até o final de Apocalipse, Mística é praticamente a líder do esquadrão dos jovens X-Men. Mas nos quadrinhos, as alianças de Mística mudam quase tão frequentemente quanto sua aparência. Ela tentou se juntar aos X-Men algumas vezes pra chegar mais perto de seus filhos, mas regularmente deixa de ajudar a equipe e luta contra eles. O heroísmo e liderança cinematográfica de Mística parece ser resultado da grande popularidade da atriz Jennifer Lawrence, que está praticamente garantindo dinheiro quando se trata de bilheteria. Mas com Lawrence supostamente farta da franquia, é possível que a personagem mude de volta pra mutante sorrateira, enganadora e sensual que todos nós amamos e odiamos.

6 Mortes Insignificantes de Personagens Importantes do Cinema

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Geralmente, a morte de um personagem principal tem um enorme impacto sobre a história de um filme. Estas mortes conduzem a trama e as motivações dos outros personagens pelo resto do filme ou fornecem algum tipo de encerramento. Às vezes, porém, os filmes apenas matam um personagem importante pelo valor de choque daquele momento. Esse tipo de morte realmente não tem qualquer impacto sobre o resto da história, apenas frustração.

Jazz – Transformers

Quando foi anunciado pela primeira vez que um filme de Transformers estava em produção, os fãs da franquia se alegraram. Em seguida, foi anunciado que seria dirigido por Michael Bay e todos os fãs perderam as esperanças. Os filmes de Bay podem ser bem-sucedidos, mas também são apenas barulhentos e estúpidos. Um exemplo perfeito do quão pouco os personagens importam nesses filmes é a morte de Jazz no primeiro filme Transformers. Durante a luta final com os Decepticons, Jazz é rasgado ao meio por Megatron. Não é um grande momento, porém. Isso acontece rapidamente e o filme continua se movendo. O líder Autobot, Optimus Prime, menciona brevemente Jazz no final do filme, mas ninguém parece se importar. Mesmo quando Optimus menciona-o, ele nem sequer soa triste. Com base no quão irritantes alguns dos outros Autobots são, Optimus deveria estar muito chateado com a perda de um dos personagens menos desagradáveis.

Boba Fett – Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi

Nunca houve um personagem com tanta presença e tanta insignificância quanto Boba Fett. Tecnicamente, ele apareceu pela primeira vez no Star Wars Holiday Special, mas fez sua estreia cinematográfica n’O Império Contra-Ataca. Ele era um mercenário misterioso, contratado pelo próprio Darth Vader pra capturar Han Solo e seus aliados. Em seguida, o impossível aconteceu e Boba Fett teve êxito em sua missão. Ele reapareceu no início d’O Retorno do Jedi e morreu da forma mais pastelona possível. Han Solo cego esbarrou em Fett acidentalmente, enviando o caçador de recompensas pro mortal Sarlacc – e ninguém nunca mais tocou no assunto. Você acha que Han ou Chewie comentariam “nossa, que sorte”! Nem isso. Por que George Lucas se incomodou em botá-lo no filme? Se as cenas de Boba Fett fossem cortadas d’O Retorno do Jedi, você nem iria nem perceber.

Johnny Cage – Mortal Kombat: Aniquilação

Games não costumam fazer grandes filmes, mas a primeira adaptação do Mortal Kombat surpreendeu. Claro, não é uma obra-prima, mas é uma hora e meia de diversão. Ele capturou a essência do jogo e incluiu todos os personagens principais. A sequência, por outro lado, foi só mais um filme de um game, o que equivale a dizer que foi terrível. Um dos seus maiores pecados é que Shao Kahn mata Johnny Cage na cena de abertura. Kage foi um dos três heróis principais do primeiro filme e o cara que derrotou Goro numa das cenas mais memoráveis. Mas ele mal consegue passar dos créditos de abertura na sequência. Pior ainda, todo mundo se esquece dele rapidamente. Sonya grita seu nome e, em seguida, segue sua vida. Parece que os cineastas estão tentando mostrar que Shao Kahn é uma grande ameaça ao matar um personagem importante, mas o fato dele conquistar a Terra em minutos já seria o suficiente.

Ciclope – X-Men 3: O Confronto Final

Nos quadrinhos, Ciclope é um dos principais membros dos X-Men. Ele é um dos primeiros alunos do Professor X e geralmente é o líder da equipe. Nos filmes, Ciclope nunca teve holofotes, especialmente em X-Men 2, onde foi sequestrado e desapareceu por metade do filme. Fãs esperaram um papel maior no terceiro filme, especialmente quando a ressurreição da Jean Grey como a Fênix Negra foi anunciada – e Ciclope desempenhou um importante papel nessa história nos quadrinhos. Então, X-Men 3 saiu e Ciclope morreu no início do filme – e isso não teve nenhum impacto sobre o enredo, considerando o fato de que ninguém realmente deu a mínima. Aparentemente, um de seus amigos mais antigos e mais próximos desaparece e os X-Men ficam tipo “ele provavelmente está morto, oh puxa.”

Dr. King Schultz – Django Livre

Ao contrário de outras entradas nesta lista, a morte do Dr. King Schultz é um grande momento em Django Livre. Ele e Django estavam quase libertando Broomhilda de Calvin Candie, um dono de escravos brutal. Infelizmente, eles são capturados tentando enganar Candie, que então tenta extorquir uma soma enorme de dinheiro de Schultz e Django. O vilão quase venceu, mas abusou da sorte quando exigiu que Schulz apertasse sua mão pra selar o acordo. Insultado, Schultz atira em Candie e começa um dos tiroteios mais brutais do filme, durante o qual Schultz é imediatamente morto. Contudo, após a sua morte, Django parece mais completo do que antes. Quando retornou à fazenda, Django facilmente eliminou todos os homens de Calvin Candie. O fato de que ele tinha um amigo a menos não interfere em nada. É como se Schultz estivesse lá apenas pra dar um sotaque alemão ao filme.

Duke – G. I. Joe: Retaliação

Como Transformers, G.I. Joe foi uma série de desenhos animados e brinquedos de sucesso na década de 80. A Paramount tentou trazer a franquia pros cinemas com A Origem de Cobra e, apesar de não ter sido um fracasso, também não foi um grande sucesso. A Paramount tentou uma sequência, G.I. Joe: Retaliação e praticamente cortou todo o elenco do primeiro filme. O único retorno foi Channing Tatum, reprisando seu papel como Duke, o personagem principal do primeiro filme. E ele morreu nos primeiros 20 minutos da sequência. Ele realmente só aparece pra lembrarmos que existiu um anterior e pra informar que a sequência está cagando pra isso. Após sua morte, o nome de Duke é mencionado talvez uma ou duas vezes. Ele é substituído por Roadblock – The Rock interpretando The Rock, como sempre. Ninguém amou o primeiro filme, então por que não fizeram algo totalmente novo? Até Velozes e Furiosos 3 teve mais respeito.

Veja 4 motivos que comprovam o fenômeno Overwatch nos games

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O jogo online Overwatch, desenvolvido pela Blizzard, é a mais nova sensação do momento. Trata-se de um multiplayer competitivo de tiro, em primeira pessoa, e conta com um elenco vasto de heróis, cada um com suas próprias habilidades e funções dentro de uma equipe, além de vários cenários à disposição do jogador.

Lançado em 24 de maio desse ano, Overwatch não tem dois meses de “vida” e já atingiu alguns feitos impressionantes. Listamos, abaixo, os principais motivos que comprovam o sucesso desse game, que ainda promete estabelecer mais marcas.

Confira:

Mais de 10 milhões de usuários em menos de um mês

o mês passado, o perfil oficial do ‘Overwatch’ no Twitter publicou que o game atingiu a marca de 10 milhões de jogadores. O mais impressionante é que o número foi conquistado em menos de um mês.


“Dez milhões de agentes de Overwatch ativos e contando! Obrigado por se arriscar a ver o mundo da forma que ele poderia ser”, diz o Twitter oficial do jogo.

Ultrapassou LoL em lan houses da Coréia do Sul

Por quatro anos seguidos, League of Legends, criado pela Riot, foi o líder supremo dos jogos online na Coréia do Sul, um dos países mais gamers do planeta. Porém, Overwatch bateu a marca de LoL recentemente.

De acordo com dados divulgados pela Gametrics, Overwatch ocupou 30,36% do tempo dos frequentadores das lan houses sul-coreanas em um dia, enquanto LoL registrou a ocupação de 27,86%. A diferença ainda é pequena, mas já é relevante para um jogo recém-lançado, além de comprovar a força do gênero FPS em equipe.

Vendas

A NPD Group, empresa responsável pelo monitoramento de videogames, informou recentemente que Overwatch foi o terceiro jogo mais vendido nos Estados Unidos em maio deste ano, mês de seu lançamento.

Tratando apenas de venda online, Overwatch foi o jogo de venda mais rápida também em maio, mês de lançamento. Cabe comparar que o game da Blizzard vendeu o dobro mais rápido que Uncharted, disponível apenas em PS4.

Segundo uma consultoria feita pela SuperData, estima-se, ainda, que a Blizzard tenha arrecadado mais de US$ 269 milhões com Overwatch somente em maio, mês de lançamento.

Aceitação da crítica especializada

De acordo com o site Metacritic, que compila e avalia críticas feitas em veículos de relevância mundial, Overwatch teve uma aceitação universal desde o seu lançamento. Sites como Destructoid, Game Informer, GameSpot, IGN, PlayStation Lifestyle e a versão web do jornal The Guardian deram notas altas para o game, com elogios aos personagens, mapas e jogabilidade em geral.

Apesar do êxito comercial e de críticas, existem, evidentemente, os comentários negativos sobre ‘Overwatch’. Ainda assim, o game tem os ingredientes para ajudar a retomar o sucesso do FPS competitivo: aparência simples e futurística, bons personagens para confronto e partidas rápidas, entre dois times de seis jogadores.

O investimento em organização de competições de eSports pode ajudar a popularizar ainda mais ‘Overwatch’, no entanto, executivos da Blizzard já disseram que o game não foi pensado para isso e que, no momento, o esporte online não deve ser promovido oficialmente pela empresa.

7 Piores Jogos do Mario Bros

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Mario é a cara da indústria de videogames – graças a Nintendo saber fazer jogos de plataforma, é claro. Por outro lado, o encanador já errou algumas vezes. Pra cada jogo clássico e atemporal, houve um jogo terrível que teria sido esquecido, se não fosse o envolvimento do personagem. Bowser e os Koopas podem tirar o dia de folga, porque estes horríveis jogos do Mario apresentam um lado mais distante e menos divertido do Mushroom Kingdom.

Mario Clash (Virtual Boy)

Tentar evoluir o clássico jogo de arcade Mario Bros. deveria produzir algo inovador e viciante, certo? Mario Clash tentou, mas falhou devido às limitações tecnológicas e gráficas do Virtual Boy – aquele monstro preto e vermelho. Ser capaz de transitar entre as plataformas no fundo e na frente permitiu uma jogabilidade interessante, mas Mario Clash era muito feio e desajeitado. A série Super Mario evoluiu pra muito além de qualquer tipo de retorno pro formato original. Talvez se Mario Clash tivesse saído pro Super Nintendo ou pro 64, ele poderia ter vendido mais.

Mario is Missing! (SNES, NES, PC)

Começando com o “clássico” japonês de 1988 I Am a Teacher: Super Mario Sweater – onde você, acredite ou não, criava um sweater -, a Nintendo licenciou o nosso encanador favorito pra uma série de títulos educacionais e um dos primeiros a chegar no Ocidente foi Mario is Missing!, que também tem a distinção de ser o primeiro jogo onde Luigi é o principal.

Bowser sequestrou Mario, por isso é Luigi e Yoshi precisam salvá-lo, mas em vez de pisar em Goombas, fugir de martelos voadores e atirar bolas de fogo, Luigi precisa explorar cidades famosas e recuperar monumentos roubados pra seus locais legítimos. Tem um monte de textos pra ler, rastrear os itens é tedioso e as questões baseadas em geografia já são chatas na escola. Em última análise, Mario is Missing! Provou que encanadores são mais úteis ​em jogos de plataforma do que em jogos educativos.

Mario’s Time Machine (SNES, NES, PC)

Como se Mario is Missing! não fosse ruim o suficiente, Mario’s Time Machine foi feito – e Bowser, que aparentemente já não se preocupa em conquistar o Reino do Cogumelo, fez uma máquina do tempo pra roubar vários artefatos históricos.

Como esperado, cabe a Mario aprender sobre os artefatos históricos, as pessoas que os construíram e devolver os itens ao devido tempo. Ele salva o dia com testes de história. Mario tem que falar com os cidadãos desses períodos de tempo pra aprender as respostas das perguntas. Mesmo se você já soubesse as respostas, ainda tinha de conhecer pessoas e passar por toneladas de textos apenas pra desbloquear as respostas, e se respondesse incorretamente algumas vezes, você teria que começar de novo. Enviar o Bowser pro período jurássico ofereceu um bom prenúncio pro filme Super Mario Bros., mas sugiro que você simplesmente assista ao filme em vez de tentar jogar este jogo – e olha que o filme é doloroso.

Mario’s Early Years! (SNES, PC)

Títulos educacionais destinados às crianças foi uma jogada de marketing inteligente da Nintendo. Mario’s Early Years! foi concebido pra rivalizar com os títulos do Blaster Learning System do início dos anos 90, cobrindo temas semelhantes e usando as mesmas abordagens de jogabilidade. Havia três jogos “Early Years”: Fun with Letters, Fun with Numbers, e Preschool Fun, e todos eles são tão simples quanto você pode imaginar. Cada um deles teve uma versão de MS-DOS antes da sua estreia no Super Nintendo, com uma antologia sendo lançada mais tarde pro PC.

Mario’s Early Years! Fun with Letters foi concebido pra melhorar o vocabulário e gramática. Você escolhia Mario ou a Princesa Toadstool, uma pergunta aparecia na tela e você enviava a resposta adequada. Você tinha que completar as frases, escolher aliterações ou encontrar palavras que continham um som consoante específico. Fun with Numbers seguia o mesmo esquema, mas com questões de matemática simples. Preschool Fun foi provavelmente o mais avançado dos três, pois tinha que combinar imagens, contar e combinar animais com seus ruídos apropriados. Mas aqui está uma alternativa melhor pro seu filho: basta deixá-lo jogar Super Mario como um pai normal e deixe-o aprender sobre letras e números na escola.

Mario Teaches Typing (PC)

Como os computadores ainda eram relativamente novos pras famílias em 1991, usar Mario pra ensinar a digitar até que tinha um bom apelo em seu tempo. Em Mario Teaches Typing, Mario caminha através de versões simplistas de suas aventuras side-scrolling enquanto o jogador é forçado a teclar os caracteres específicos. E o jogo fornecia estatísticas de digitação e calculava suas palavras por minuto, mas ainda não era o mesmo que jogar um verdadeiro Super Mario. Mario Teaches Typing não foi diferente do que qualquer um dos outros jogos baseados em teclado no mercado em 1991, além de contar com Mario e sua turma como um incentivo visível.

Surpreendentemente, o dublador de longa data do Mario, Charles Martinet, não foi o primeiro a interpretar o personagem: a versão do disquete do Mario Teaches Typing de 1991 apresentou Ronald B. Ruben no papel. Martinet dublou o personagem em Mario’s Game Gallery antes de ser imortalizado como o personagem em Super Mario 64. Ele também dublou Mario na versão de CD-ROM de Mario Teaches Typing e sua sequência, que foi mais do mesmo.

Mario’s Game Gallery (PC)

Depois de seu trabalho em Mario Teaches Typing, a Interplay – o mesmo estúdio que acabaria por fazer Fallout – desenvolveu Mario’s Game Gallery. Assim como Mario Teaches Typing foi semelhante à maioria dos jogos de teclado da sua época, Mario’s Game Gallery foi como qualquer outra variedade de jogos de mesa pra PC. A grande diferença aqui foi que você jogava contra o Mario e o cenário era o Reino do Cogumelo. Mais tarde relançado como Mario’s FUNdamentals, Game Gallery trouxe até Gamão, Damas e Dominó. Não se sinta mal por humilhar o bigodudo no Gamão, porque a Nintendo estava pedindo por isso quando prostituiu o Mario pra todos estes jogos.

Hotel Mario (Philips CD-i)

Hotel Mario é uma grande mancha na excelente história do personagem. Claro, Game’s Galley e os títulos educacionais foram todos muito ruins, mas eles foram destinados pra um público infantil. Este é, sem dúvidas, o pior jogo do Mario e muito disso pode ser atribuído aos limites do Phillips CD-i – e ao seu game design ruim, lógico. Após a Nintendo cancelar seus planos pro seu add-on de CD pro Super Nintendo com a Sony – uma decisão que levou ao nascimento do primeiro PlayStation -, ela permitiu a Philips, uma das principais rivais da Sony, a usar seus personagens em jogos pro CD-i .

Os três jogos de Zelda do CD-i podem ter sido asquerosos, mas Hotel Mario leva o troféu. Isto é o que acontece quando você tenta mexer com uma fórmula já consagrada e a transforma em um jogo de quebra-cabeças, em vez de plataformas. Pra salvar a princesa, Mario tem que passar por hotéis cheios de Koopas e fechar cada porta na fase pra impedi-los de reaparecer. O problema é que os gráficos e os controles são tão desajeitados que a experiência não é nada menos do que frustrante. A introdução do jogo parece que foi feita com o Mario Paint e a jogabilidade é lamentável. Faça um favor a si mesmo e nunca jogue Hotel Mario.

8 Melhores Batidas de Carro do Cinema

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Numa época em que os efeitos especiais criam cidades, mundos e galáxias a partir de alguns bilhões de pixels, há algo visceralmente satisfatório numa boa e antiquada colisão de carros. O espetáculo de ver um carro real esmagando outro carro, colidindo contra uma parede ou capotando colina abaixo proporciona ao público uma sacudida da física no seu nível mais legal. Existe um caos controlado massivo e brilhante na tela, e o realismo dos personagens e veículos gera adrenalina legítima. E aqui estão as melhores batidas de carro do cinema!

Onde os Fracos Não Têm Vez

Esta cena tem zero frescura, mas seu realismo simplista, além do assustador de Anton Chigurh, a vítima e único sobrevivente de um acidente de carro, que consegue ser absolutamente aterrorizante. A maneira despojada como cena é encenada empresta um horrível sentimento de vida real – e só aumenta ainda mais a inquietante sensação que o público tem por Chigurh. E, apesar de estar claramente machucado, Chigurh caminha pra fora desse bairro suburbano pra aterrorizar a próxima pobre alma a cruzar seu caminho.

Vanilla Sky

Aproximando Glenn Close aos níveis de loucura de Atração Fatal, Cameron Diaz começa a dirigir mais e mais rápido como uma expressão externa de suas engrenagens internas pifando. Nós assistimos a um impotente Tom Cruise lentamente percebendo que está à mercê de uma pessoa cujos impulsos obsessivos estão destruindo sua sanidade. A cena final mostra a brutalidade crua de um “acidente” de carro terrivelmente simples e possivelmente real.

A Supremacia Bourne

Perseguições de carro – e subsequentes batidas – tornaram-se um cartão de visitas pra franquia Bourne tanto quanto Matt Damon se tornou um assassino treinado com uma caneta Bic. Esta cena do segundo filme Bourne apresenta Damon correndo por Paris num táxi, tentando fugir do Range Rover de Karl Urban. A cena é magistral em sua edição, criando tensão enquanto cada motorista tenta derrubar o outro. Também é maravilhosamente criativo com seus fragmentos de ação individual, sempre mantendo uma pequena conexão com a realidade.

O Cavaleiro das Trevas

O segundo filme do Batman de Christopher Nolan é… Menos realista do que Bourne. O Cavaleiro das Trevas possui um acidente de carro que é bastante curto e direto ao ponto, mas incrivelmente poderoso pelo visual que produz. Numa configuração que lembra Davi contra Golias, Batman tenta derrubar um caminhão com sua motocicleta. Primeiro, você vê Batman em sua motocicleta parecendo desafiar o Coringa. No entanto, em vez de atacar, Batman ancora a frente do caminhão numa série de postes, fazendo com que o imenso veículo dê uma cambalhota no meio da rua. A cena é direta e brutalmente estilizada.

À Prova de Morte

Só pra nos lembrar da sua loucura, Quentin Tarantino botou “Stuntman Mike” – Kurt Russell – em literal rota de colisão contra quatro mulheres jovens e atraentes – que só estavam curtindo o rádio numa estrada secundária na noite – em À Prova de Morte. A cena constrói tensão brilhantemente até que a colisão é exposta em detalhes várias vezes seguidas, deixando nítido o que aconteceu com cada uma das meninas.

Bad Boys II

Você sabe que a treta vai ficar louca quando Michael Bay dá as caras. Esta cena bota nossos heróis, Martin Lawrence e Will Smith, perseguindo bandidos que tentam fugir num caminhão transportador de dois andares. Armados com metralhadoras, os vilões decidem soltar os carros contra os mocinhos durante a perseguição, basicamente brincando de Mario Kart em tamanho real. Eles soltam os carros, um por um, transformando-os em obstáculos rolantes que Lawrence e Smith precisam evitar, se quiserem sobreviver pra próxima sequência – atualmente previsto pra 2017. A audácia dessa cena, mais a dinâmica entre Lawrence e Smith, criaram uma das melhores sequências de perseguição e colisões de carros de todos os tempos.

Premonição 2

Quando você já enganou a morte e ela vem procurando por você, provavelmente é melhor ficar fora da estrada. Esta sequência combina o trabalho de dublês de qualidade e uma série de acidentes de carro num filme de terror sobrenatural. O resultado é um conjunto de peças visualmente divertido e macabro.

Mad Max – Estrada da Fúria

A última injeção de adrenalina pós-apocalíptica de George Miller tem batidas de carro suficientes pra fazer um artigo inteiro exclusivo. Em nenhum outro lugar a violência com veículos alcançou o caos de Estrada da Fúria. O telespectador médio provavelmente teria ficado satisfeito com as explosões, carros capotando e atmosfera destrutiva – mas o filme é todo estrelado por maníacos. Miller levou a produção pra um outro nível, com tempestades de areia, lanças explosivas e um guitarrista amarrado a uma máquina de morte de alta velocidade. Testemunhe!

Top 7: os melhores Coringas de todos os tempos

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O que faz um bom Coringa? É o sorriso? A risada? As coisas dementes que ele faz?

Desde que o Coringa apareceu nos quadrinhos 76 anos atrás, ele atormenta Batman e fascina os fãs. Ele é visto como o melhor vilão no mundo dos quadrinhos, devido à sua imprevisibilidade e pelo fato de que ele é o oposto do Batman, entre outras coisas.

O Coringa foi parcialmente baseado no filme mudo O Homem que Ri de 1928, estrelado por Conrad Veidt. Tem sido discutido há décadas quem criou o Príncipe Palhaço do Crime, seja Jerry Robinson, Bob Kane ou Bill Finger.

No entanto, o Coringa está cativando ainda mais massas por meio século desde a sua primeira aparição na série de TV “Batman” com o Adam West de 1966. Abaixo, vamos classificar os principais Coringas que já apareceram na televisão e/ou nos cinemas.

7. Menção Honrosa: Cameron Monaghan, Gotham

Ele não é, tecnicamente, o Coringa e encontrou uma morte precoce, mas Monaghan é o mais próximo que temos de um Príncipe Palhaço do Crime nesta série “prequel” do Batman.

– Momento mais louco: A primeira vez que Jerome é revelado, discutindo como matou sua mãe com um sorriso no rosto.

– Estilo: Entre calmo e sádico, o fato de que Jerome poderia mudar de temperamento foi realmente perturbador. Conforme a série continuou, Jerome abraçou a loucura.

– Risada: Ele tem a risada mais maligna de todas – desculpas ao Wash de Firefly.

6. Michael Emerson, The Dark Knight Returns (animação)

Felizmente, o último colocado na lista ainda é um ator notável. O vencedor do Emmy, Michael Emerson, é um dos atores de TV mais cativantes da atualidade e provou isso na sua atuação como uma das versões mais terríveis do Coringa no universo animado.

– Momento mais louco: A sangrenta batalha final contra o Batman, em que o Coringa luta com um Batbumerangue em um dos olhos.

– Estilo: Este Coringa é bem vestido e sanguinário, derrubando pessoas inocentes enquanto tenta finalmente derrotar o Batman. Por fim, sua voz é impecável ao dar o gosto azedo à vitória do Batman – ou, dependendo do seu ponto de vista, a derrota.

– Risada: Nada muito notável aqui – em comparação com os outros Coringas.

5. Jared Leto, Esquadrão Suicida

Leto tem um punhado de cenas no novo filme, conseguiu captar a loucura do personagem, mas ainda não se compara com os Coringas dos filmes anteriores. Além disso, esse figurino e maquiagem, embora certamente distintos, dividiu a opinião dos fãs.

– Momento mais louco: Uma das melhores cenas do filme – alerta spoiler – envolve a Coringa fazendo a dra. Harleen Quinzel fazer um juramento de amor eterno e fidelidade antes dela mergulhar de cabeça num tanque químico – possivelmente o mesmo em que ele próprio já caiu. Então, o Coringa se junta a ela num ritual bizarro pra consumar sua insanidade mútua.

– Estilo: Este é o Coringa mais punk, mas neste filme, ele é conduzido inteiramente por seu desejo de reencontrar sua amada – ou sua “propriedade”, dependendo do ponto de vista. O sorriso de Leto pode ser o mais louco de todos.

– Risada: Esta é mais prolongada do que a maioria, um contraste definitivo do que já ouvimos antes.

Cesar Romero, Batman (1966)

O primeiro ator do Coringa, pra muitos, ainda é o único a ser lembrado com carinho. E Romero realmente se esforçava pro papel, mesmo sem nunca tirar o bigode.

– Momento mais louco: Os primeiros episódios de Batman permitiam que os vilões fossem realmente ameaçadores – às vezes – e há algo realmente assustador sobre o Coringa que aparece como um cantor de ópera em “Pagliacci”, vestindo aquela máscara no primeiro episódio de Romero: “The Joker is Wild”. A máscara foi reciclada na primeira cena do assalto ao banco em Cavaleiro das Trevas.

– Estilo: Este Coringa era ocasionalmente assustador ou ameaçador. Mais do que qualquer coisa, ele parecia estar desfrutando um grande momento, fascinado e animado pela sua própria genialidade.

– Risada: Quando as pessoas pensam no Coringa, elas pensam na risada melodiosa de Romero – em contraste à risadinha aguda do Charada de Frank Gorshin.

2. Heath Ledger, Batman: Cavaleiro das Trevas

A performance – premiada com o Oscar – de Ledger como o mafioso que “só quer ver o mundo pegar fogo” é a mais cativante dos cinemas. Quando o ator foi escalado, um monte de fãs questionaram se ele seria capaz de capturar verdadeiramente o espírito anárquico e potencialmente assustador que muitos consideravam ser as melhores representações do Coringa nos quadrinhos. Desde seu primeiro momento na tela, Ledger não deixou nenhuma dúvida de qual era a resposta dessas perguntas.

– Momento mais louco: Mais uma vez, quase todas as cenas são clássicas com Ledger. Mas nós optamos pela sua aparição surpresa no hospital com uma roupa de enfermeira pra dar seu toque final de tormento ao Harvey Dent, enfim concluindo sua transformação em Duas-Caras – e depois explodindo o prédio inteiro.

– Estilo: Aquela voz mafiosa, esses tiques, as cicatrizes inquietantes na boca. Tudo neste Coringa causa arrepios. Quando o assunto é loucura e aflição, Ledger foi insuperável.

– Risada: O cacarejar de Ledger vem transversalmente enquanto sua insanidade está simplesmente fluindo pra fora dele.

1. Mark Hamill, Batman: The Animated Series e outros

O recente lançamento do Batman: A Piada Mortal tornou oficial: Hamill é o Coringa definitivo – tanto quanto Kevin Conroy é o Batman definitivo pra muitos fãs. Ele também interpretou o Coringa por mais tempo do que qualquer um – de longe – por 24 anos desde a estreia da série animada.

– Momento mais louco: Esta certamente é a escolha mais difícil. Em “Joker’s Favor”, o primeiro episódio que foi ao ar na televisão com o Coringa, um pobre coitado chamado Charlie comete o erro de xingar o Príncipe Palhaço do Crime no trânsito. Em vez de deixá-lo ir, o Coringa o atormenta e o persegue, obrigando Charlie a dever um favor a ele. Imagina o pavor do cara.

– Estilo: Este Coringa tem uma pitada de sotaque britânico de classe alta, combinando perfeitamente com sua loucura, além de fazê-lo parecer ainda mais frio e calculista.

– Risada: Muitos fãs pensam na gargalhada de Mark Hamill quando pensam no Coringa, de forma que todas as outras parecem apenas versões modificadas do clássico. Não dá pra descrever, apenas assista ao Making Of do jogo Batman Arkham City e você vai ter uma noção do que é um ator que se deixa levar pelo personagem.

7 cenas incríveis que você pensou que fossem CGI, mas foram feitas com efeitos práticos

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Lembra quando todo mundo enlouqueceu sobre a cena de ataque do urso n’O Regresso? Foi em parte porque realmente parecia que o urso estava tentando fazer muito mais do que apenas comer Leo, mas principalmente porque tudo parecia incrivelmente real. Acontece que o urso era totalmente CGI e Leo é um excelente ator. Ao contrário dessa cena, no entanto, muitos outros momentos dos filmes parecem ser irreais e foram realmente feitos com efeitos práticos e em condições muito reais – que às vezes desafiam a morte. Aqui estão alguns exemplos.

A cena do avião em Missão: Impossível – Nação Secreta

A franquia Missão: Impossível se tornou o legado de Tom Cruise, principalmente porque ele faz muito do seu próprio trabalho de dublê. Cada filme desafia níveis ridiculamente altos de ação e em Não Secreta de 2015, Cruise foi ao auge com uma manobra irresponsavelmente louca: a cena – em destaque no marketing do filme – na qual ele se pendura do lado de fora de um avião de carga durante a decolagem e voa pro céu. Apesar dos perigos controláveis ​​envolvidos com essa cena serem óbvias, Cruise poderia ter morrido se um pássaro aleatório voasse na direção errada. Então eles tiveram que fazer tudo numa única tomada, certo? Pense de novo. Cruise disse ao Yahoo! Movies: “Eu fiz isso oito vezes.” Existem atores dedicados e, acima disso, existe o amor de Tom Cruise pela Missão: Impossível.

A fuga de Bane em O Cavaleiro das Trevas Ressurge

O amor por efeitos práticos de Christopher Nolan não é segredo – lembra do caminhão capotando na rua em Cavaleiro das Trevas? Surpreendente, não? Ainda mais surpreendente foi a cena de abertura d’O Cavaleiro das Trevas Ressurge, quando Bane escapa de um avião depois de explodi-lo ao meio e ser puxado pelos capangas pendurados em cordas. Impossível, certo? Quando discutiu a cena no Tribeca Film Festival, Nolan revelou que derrubou um avião real do céu e eles fizeram tudo isso em dois dias graças aos membros da equipe “que trabalharam durante meses”. Isso significa que pessoas reais explodiram um avião real no céu pra um filme sobre um cara que se veste de morcego e é super-bom em caratê. Parece perfeitamente razoável.

Perseguição de carros em À Prova de Morte

Zoe Bell é uma dublê incrível e chamou a atenção de Quentin Tarantino quando trabalhou como dublê de Uma Thurman em Kill Bill. O diretor contratou-a pra À Prova de Morte – sua contribuição pra homenagem aos filmes B dos anos 70, Grindhouse. Na cena de perseguição final, Bell passou seis semanas surpreendentemente não morrendo enquanto estava amarrada ao capô de um Dodge Challenger acelerando pelas estradas desoladas do Leste Europeu. O resultado é uma sequência angustiante em que ela se agarra ao capô enquanto Kurt Russell bate seu carro contra o das protagonistas. Ela não se feriu, mas aposto que muita gente se borrou nas salas de cinema.

O traje planador em Caçadores de Emoção: Além do Limite

Nem todo mundo estava convencido de que um remake de Caçadores de Emoção era necessário, então foi provavelmente por isso que os cineastas do reboot de 2015 decidiram embalá-lo com manobras perigosas e reais. Eles estenderam a mão pra alguns dos melhores atletas extremos do mundo e perguntaram se eles não me importariam de estar num filme onde um grupo de surfistas rouba um banco. A cena do traje planador, em particular, foi protagonizada por quatro atletas que fizeram 60 saltos, tudo ao mesmo tempo e indo mais rápido do que 150 quilômetros por hora. Aparentemente, arriscar a própria vida nunca foi tão divertido.

O helicóptero em True Lies

Jamie Lee Curtis ganhou um Globo de Ouro de 1994 por True Lies, mas ela provavelmente não teve dificuldades em retratar o puro terror em uma cena. É aquela em que Arnold Schwarzenegger arranca a donzela do teto solar de uma limusine em um helicóptero em movimento enquanto o carro mergulha no oceano. Curtis disse que ela não costuma falar sobre acrobacias porque “arruína a experiência”, mas revelou que realmente estava pendurada no céu. No entanto, ela também reconheceu que sua dublê, Donna Keegan, também trabalhou na cena. Curtis disse: “Eu tive o mesmo ponto de vista que um dublê tem várias vezes.”

Luta no helicóptero em Adrenalina

Jason Statham não brincou na hora de por a sua vida em risco em Adrenalina de 2006. No final memorável do filme, ele se pendura num helicóptero no meio de uma luta. Embora ele tenha terminado a cena sem machucados, sua co-estrela Pablo Cantillo machucou a cabeça e precisou levar pontos. Mas como os cineastas usaram uma abordagem “cinéma vérité” – filme estilo documentário – pro filme, teria sido uma verdadeira vergonha perder a credibilidade com CGI barato logo no final.

5 personagens da cultura pop com deficiência física

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No dia 7 de setembro, a cidade do Rio de Janeiro realiza a edição dos Jogos Paralímpicos de 2016, com 176 países em 23 modalidades esportivas. O evento poliesportivo é reconhecido pelas histórias de superação e determinação que envolvem os competidores.

Contudo, esse heroísmo não é exclusivo do mundo real: personagens de ficção também lidam com deficiências físicas no combate aos crimes. O Omelete traz os cinco personagens deficientes mais conhecidos da cultura pop. Confira:

Professor Xavier

Mentor e líder dos X-Men e considerado o telepata mais poderoso da Terra, Charles Francis Xavier tornou-se o herói com deficiência mais conhecido da cultura pop. Sua primeira aparição foi na edição 1 da revista Uncanny X-Men, de 1963. Ele ficou paraplégico pela primeira vez ao enfrentar o alienígena Lúcifer em uma caverna no Himalaia quando ainda era jovem.

Voltou a andar muito tempo depois quando seu corpo foi infectado pela Ninhada e seu cérebro teve que ser transferido para um clone sadio. Contudo, durante uma batalha contra o Rei das Sombras, sua coluna foi esmagada e o deixou novamente na cadeira de rodas.

Demolidor

Quando ainda era criança, Matthew Murdock ficou cego ao salvar um homem de um acidente de caminhão com carga radioativa na Cozinha do Inferno, bairro de Nova York onde ele cresceu. Entretanto, a perda da visão deixou os outros quatro sentidos aguçados – transformando-o no super-herói Demolidor.

O personagem se tornou uma das figuras mais conhecidas das HQs e ganhou versões em outras plataformas, como videogame, TV, cinema e Internet (incluindo a recente série no Netflix). Sua primeira história surgiu em abril de 1964, com a revista que leva seu próprio nome.

Oráculo

Filha do Comissário Gordon, Barbara Gordon era uma bibliotecária durante o dia e ajudava a combater o crime de Gotham City como Batgirl, até levar um tiro à queima-roupa do Coringa e ficar paraplégica. Mas nem mesmo essa deficiência física a impediu de lutar pelo bem.

Com sua inteligência e um enorme conhecimento sobre computadores, ela adotou o nome de Oráculo e passou a atuar como fonte de informação para outros super-heróis e agentes da lei na resolução de diversos casos. A personagem apareceu pela primeira vez em 1967, na revista Detective Comics como Batgirl. Apenas em 1988 ela passou a se chamar Oráculo.

Eco

Surda, Maya Lopez levava uma vida feliz com o pai até ele ser assassinado pelo Rei do Crime, antigo sócio da família. Enganada pelo vilão, a jovem passou a conviver com ele e a tramar a vingança contra o Demolidor, que acreditava ter sido o assassino do pai.

Com a extrema habilidade de copiar as técnicas de lutas dos rivais e de ler lábios, tornou-se Eco e virou uma das principais vilãs das histórias em quadrinhos. Ao descobrir a farsa, mudou de lado e passou a combater crimes. Sua primeira aparição foi na edição número nove da revista Demolidor Vol. 2, de 1999.

Cyborg

Nascido Victor Stone, o herói era um atleta de futebol americano que, por conta de uma explosão, perdeu grande parte de seu corpo. Graças ao seu pai cientista, conseguiu substituir a massa perdida por componentes robóticos e tornou-se meio-humano e meio-máquina.

Criado pelas lendas Marv Wolfman e George Perez, o Cyborg está entre os heróis mais populares da DC Comics nos últimos anos. Nos quadrinhos, é o ex-líder dos Novos Titãs e membro fundador da Liga da Justiça desde o reboot dos Novos 52, em 2011. Inspiração para as crianças, Cyborg fez (e faz) muito sucesso na animação de TV Os Jovens Titãs.

As 8 melhores curiosidades sobre a carreira de Chuck Norris

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A internet é um ótimo lugar pra descobrir todos os fatos sobre as suas celebridades favoritas, exceto Chuck Norris. Pros fãs de Norris, a internet é um campo minado de mentiras, piadas, memes e um disparate total. Então como classificar a verdade da mentira? Bem, você pode ler esse resumo de fatos reais sobre Norris. De nada, internet!

Chuck Norris foi um militar na vida real

Chuck Norris é famoso por interpretar os militares mais durões do cinema como Braddock – O Super Comando, mas isso não é só magia de Hollywood. Na verdade, Norris se alistou nas Forças Aéreas aos 18 anos de idade. Seus quatros anos de serviço foram uma total mudança de vida: enquanto servia na Base Aérea de Osan na Coreia do Sul, Norris teve suas primeiras aulas de artes marciais. O resto, como tantos personagens de Chuck, é história.

Chuck Norris não é seu verdadeiro nome

Norris interpretou vários papéis ao longo de sua carreira, mas um nome que você talvez não conheça é Carlos Norris. Sim, esse é o verdadeiro nome de Chuck! Em sua autobiografia Against All Odds: My Story – criminosamente nunca traduzida no Brasil -, Norris revelou que ele ganhou o apelido de “Chuck” enquanto servia nas Forças Aéreas, mas nasceu com o nome de Carlos em homenagem a um pastor. Não soa tão imponente, não é?

Chuck Norris foi campeão mundial de caratê

Depois de voltar pros Estados Unidos após a sua dispensa honrosa do serviço militar, Norris abriu uma escola de caratê e começou a participar em competições nacionais. As pessoas podem esquecer hoje, mas ele começou como um mestre de caratê: no final da década de 60, ele era o campeão mundial de caratê profissional. Seu sucesso chamou a atenção de estrelas como Bruce Lee e Steve McQueen, que o encorajaram a atuar.

O irmão de Chuck Norris morreu no Vietnã

Um dos papéis mais famosos de Norris é o coronel James Braddock, ex-prisioneiro de guerra que retorna ao Vietnã pra salvar seus companheiros de cativeiro em Braddock – O Super Comando. Essa história, na verdade, foi muito pessoal: seu irmão mais novo, Wieland Norris, foi morto no Vietnã em 1970. Como Chuck escreveu mais tarde, Wieland encontrou seu fim “enquanto liderava sua equipe através do perigoso território inimigo. Ele avistou uma patrulha dos inimigos colocando uma armadilha e estava tentando alertar os seus homens quando o Vietcong o derrubou”. Norris dedicou O Super Comando à memória de seu irmão.

Chuck Norris teve sua própria história em quadrinhos e desenho animado

Em meados dos anos 80, Norris se tornou um nome familiar graças ao sucesso de seus filmes de ação e rapidamente aproveitou tal notoriedade em seu próprio desenho animado e história em quadrinhos. Chuck Norris: Karate Kommandos chegou às telinhas em 1986 e foi um fracasso imediato com apenas cinco episódios concluídos antes de todo o projeto ser cancelado. Mas isso não impediu a Marvel de lançar uma adaptação da série. A história em quadrinhos focava mais no próprio Chuck, o que parece ser uma receita pro sucesso, mas não foi: o editor retirou suas apostas depois de apenas quatro edições. Cara, o que havia de errado com as crianças nos anos 80?

Chuck Norris é um piloto de lancha semi-profissional

Em seu tempo livre, Chuck Norris tem outra paixão além de salvar o mundo: corridas de lancha. No final dos anos 80, Norris entrou no esporte altamente perigoso ao lado dos colegas estrelas de ação Kurt Russell e Don Johnson. Por que ele gosta de correr em lanchas? “Eu faço isso por diversão”, ele disse à revista People antes de uma corrida. “E agora estou ansioso pra chutar alguns traseiros”. É assim que um herói fala!

Chuck Norris está no Hall da Fama do Caratê

Segundo o próprio Chuck, talvez a sua maior realização em artes marciais foi se tornar “O primeiro homem no hemisfério ocidental a ser premiado com o Cinturão Preto de Grande Mestre de 8º Graude de Tae Kwon Do. Esta foi a primeira vez em 4.500 anos de tradição – algo que ainda me orgulho no núcleo do meu ser.” Norris está em vários Halls da Fama, incluindo o International Karate & Kickboxing Hall of Fame.

Chuck Norris faz campanhas para presidente

Aos olhos dos seus fãs mais fervorosos, Chuck Norris seria um dos candidatos mais lógicos pra presidente dos Estados Unidos. Mas o próprio Chuck não pensa assim. Em 2007, Norris começou um novo papel como blogueiro e ativista político, aparecendo ao lado do candidato presidencial republicano Mike Huckabee em grandes eventos. Norris não ajudou Huckabee a ganhar nada, mas isso não o impediu e ele continuou a fazer campanha pra Huckabee durante o subsequente ciclo de eleição presidencial. Se nem Chuck Norris faz você virar presidente, nada fará.

Cyberpunk 2077: CD Projekt Red transmite Demo de 48 minutos

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Bem-vindos a Night City! CD Projekt Red transmitiu no horário diurno a tão esperada Demo do jogo Cyberpunk 2077 e com ela trouxe muitas novidades e uma mecânica totalmente imersiva. 

Hoje a comunidade Gamer parou para ver a Demo do tão esperado próximo título da desenvolvedora CD Projekt Red, após tanto tempo de espera, 2018 se tornou o ano para a divulgação de Cyberpunk 2077. Citarei aqui um pouco dos vários elementos que foi mostrado na Demo. 

Primeiramente o jogo te dá a liberdade de criar seu próprio personagem, existem variáveis estilos para seu personagem, além de atributos que são permitidos distribuir no começo. Falando em liberdade, é necessário citar as escolhas que são possíveis no jogo, não foge muito do que estamos acostumados a ver em um RPG, mas dessa vez Cyberpunk 2077 pega pesado, no caso, suas escolhas decidirão o rumo do jogo, pode ser para um tom mais pacífico e sem violência ou a violência desenfreada pronto para causar o caos, tudo isso está em suas mãos. Vale mencionar também sobre os “cyberwares”, onde é possível que você instale e melhore, seria um “buff” de combate para o personagem, desde os liberados pela lei até os acessíveis pelo mercado negro. 

Atirador deixa mortos e feridos em campeonato de eSports nos EUA

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Um torneio de videogame foi interrompido nesse último domingo na (Flórida) por um agressor identificado como David Katz de 24 anos residente de Baltimore, Maryland.

David cometeu suicídio na cena do crime, segundo o xerife local Mike Williams. O chefe de polícia disse que Katz era um dos participantes da competição e usou pelo menos uma arma. Ele acrescentou que as autoridades têm provas de que ele dormiu na noite passada em um hotel na cidade. Nenhuma hipótese avançou sobre os motivos do atirador. O tiroteio também deixou 11 feridos, nove com ferimentos a bala.

https://www.youtube.com/watch?v=7zvuljwpAN8

Um dos participantes da competição, Drini Gjoka, escreveu no Twitter “Eu tenho muita sorte, uma bala tocou meu dedo, o pior dia da minha vida, eu nunca mais vou tomar nada como garantido na vida, a vida pode ir embora em um segundo.” 

A Flórida foi, em 14 de fevereiro, palco de um dos piores tiroteios registrados em uma escola nos EUA, quando o jovem Nikolas Cruz, 19 anos, entrou no Instituto Stoneman Douglas, do qual havia sido expulso antes, e matou 14 menores e três adultos atirando com um fuzil.

Streets of Rage 4 é anunciado!

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Pegando todos de surpresa, após 24 anos, o icônico Streets of Rage 4 é anunciado, com os personagens que já conhecemos mas com visuais diferentes! 

Streets of Rage é um beat’em-up, tecnicamente, um jogo em 2D onde você precisa derrotar seus inimigos no soco para chegar ao seu objetivo final. A saga não tinha dado mais notícia desde um Reboot que seria feito para Xbox 360 e PS3, mas que o mesmo tinha sido cancelado por problemas financeiros. 

Mesmo assim, a saga volta da maneira clássica, mas com um estilo gráfico diferente, com a direção de arte nas mãos de Ben Fiquet, as empresas responsáveis pela produção do jogo são a Lizard Club, Guard Crush Games e DotEmu. 

Confira o trailer:

Dragon Ball FighterZ – Um dos 3 Reis da FGC (Fighting Games Community)

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Nesta EVO (Evolution Championship Series) de 2018, um dos maiores destaques do evento, esteve conquistando o coração de muitos jogadores, independente se você é um jogador casual ou um jogador competitivo. A grande final de Dragon Ball FighterZ na EVO foi o mais assistido na história da EVO na plataforma Twitch, ultrapassando a marca de 200.000 telespectadores!

A Grande Final foi entre G01 e SonicFox, uma batalha intensa e animadora de assistir, mesmo quem não possui o jogo e estava acompanhando o evento se sentiu realizado com uma disputa tão gostosa de assistir!

Dragon Ball FighterZ veio para oferecer uma experiência totalmente nova nos jogos baseados no mangá, um tipo de risco que não estamos acostumados a ver, ter saído da zona de conforto para hoje ser um dos grandes pilares que mantém a Comunidade de Jogos de Luta em um alto escalão competitivamente. Estamos acostumados a ver jogos de Dragon Ball com foco no Single Player casual, mas desta vez, o jogo foi criado com o intuito de entrar no competitivo, que há tempos vem crescendo como cenário de E-Sport (Esportes Eletrônicos).

Vídeo da Grande Final:

https://youtu.be/hW_mE-TCsbQ

Games que prometeram demais e decepcionaram – parte 3

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Com mais e mais jogos sendo lançados a cada ano, há muita pressão pra que cada título se destaque nas prateleiras. Num esforço pra angariar a atenção dos jogadores, os desenvolvedores muitas vezes exageram a respeito das características inovadoras dos seus novos jogos. Às vezes, essas características são verdadeiramente revolucionárias, mas muitas vezes elas acabam sendo – na melhor das hipóteses – mundanas ou – na pior das hipóteses – desperdício de potencial. Abaixo estão alguns exemplos de jogos com características sensacionalistas que absolutamente não corresponderam às expectativas.

Mass Effect 3 – Escolhas

Além do romance entre humanos e alienígenas, a série Mass Effect é mais conhecida por como suas escolhas afetam o enredo, como deixar Ashley – a soldada gostosa e durona – ou Kaidan – o chorão – viverem. O principal ponto de venda da série era que as decisões em jogos anteriores podem afetar os acontecimentos nos novos títulos. Em última análise, esta característica não aconteceu em Mass Effect 3. Você optou por salvar ou matar a rainha Rachni durante o primeiro Mass Effect? Não importa, porque você será forçado a lutar contra a Rachni “doutrinada” independentemente da sua decisão. Ainda mais problemático é o fim do terceiro jogo. Independentemente de suas escolhas anteriores, você ainda está limitado a três opções finais. O “Extended Cut” mudou um pouco isso, mas não tirou o gosto ruim na boca dos jogadores.

Batman: Arkham Knight – Batmóvel

A Rocksteady Games escolheu agitar a sua venerável franquia Arkham se concentrando fortemente no Batmóvel em Batman: Arkham Knight. No início, esta parecia ser uma ideia linda. Quem não gostaria de atropelar os capangas do Duas-Caras? Infelizmente, o ostensivo foco no veículo ficou rapidamente cansativo. Depois da quarta batalha de tanques nas ruas de Gotham City, você vai desejar voltar a ler os quadrinhos do Batman e muitos jogadores simplesmente optaram por andar pela cidade, como nos primeiros jogos da Rocksteady.

Deus Ex: Human Revolution – Chefões

Não me leve a mal – Deus Ex: Human Revolution é um ótimo jogo. No entanto, houve um aspecto que decepcionou a maioria dos fãs: as batalhas contra os chefes. O Deus Ex original dava várias opções de como lidar com esses inimigos ciborgues. Você poderia até mesmo matá-los numa conversa, se soubesse sua frase de auto-destruição. Revolution apenas ofereceu mais opções de como atirar em ângulos diferentes da maneira mais simples e banal possível. A versão “Director’s Cut” deu mais opções de como matá-los, incluindo hackear o sistema e robôs pra fazer o seu serviço sujo. No entanto, lutar ainda é a única opção. Compare isso com a série Fallout, onde muitas vezes você pode negociar com os vilões, ao ponto de, possivelmente, nunca ter que lutar contra nenhum deles.

Resident Evil 5 – Cooperação

Resident Evil 4 agradou milhares de fãs, apesar da abordagem mais ação e menos sobrevivência, então muitos ficaram ansiosos pela sua sequência. A Capcom não queria simplesmente refazer o 4, portanto o quinto jogo introduziu um foco na cooperação. Em Resident Evil 5, você pode alternar livremente entre o veterano Chris Redfield e a estreante Sheva Alomar. Você pode deixar o controle controlar o outro personagem ou se juntar a um amigo ao seu lado ou através da Internet. A primeira opção foi um problema, no entanto, porque o computador era burro demais. Também não há nenhuma maneira de desligar a cooperação, o que significa que o jogo te força a este estilo, mesmo com toda a inutilidade da Inteligência Artificial. Além disso, em um nível temático, este elemento cooperativo arruína completamente o suspense que deriva dar a sensação de isolamento que a série trabalhou tanto pra construir.

Super Mario Sunshine – F.L.U.D.D.

Com Super Mario Sunshine, a Nintendo claramente queria recapturar a magia de Super Mario 64, além de adicionar alguns novos elementos. Sua aposta foi o F.L.U.D.D., um dispositivo de atirar água que Mario usa nas costas. O dispositivo é conceptualmente interessante, mas os jogadores nunca encontraram o seu pleno potencial. Você pode usá-lo pra empurrar os inimigos e explorar os mapas, mas na maior parte do tempo, o F.L.U.D.D. é usado pra lavar pinturas, uma atividade que parece a antítese de um jogo de plataforma. Além disso, Mario é um encanador, não um renovador de casas, certo? Sem falar que você tem que recarregá-lo constantemente. Claro, isso é realista, mas não é divertido ter que correr pra praia mais próxima cada vez que precisar matar uma planta piranha.

Alone in the Dark (2008) – Tudo

Os desenvolvedores do remake / reboot de Alone in the Dark prometeram uma litania de ideias inovadoras de jogabilidade. Isso inclui um sistema de inventário em tempo real, a capacidade de usar objetos comuns como armas e carros pra dirigir por Nova York infestada por demônios. Enquanto todas estas características apareceram no jogo, a sua implementação desajeitada não correspondeu às expectativas de muitos jogadores. Claro, você pode pegar qualquer cadeira e bater num vilão, mas balançá-la com o analógico direito é complicado. As seções de carro são enfurecedoras – teria sido mais fácil dirigir através de hordas de demônios na vida real do que neste jogo. Talvez o maior pecado do jogo, no entanto, é o sistema de inventário. Enquanto um sistema em tempo real é divertido como uma forma de tensão, a execução é tão estranha, que verificar seus bolsos da jaqueta normalmente significa que seu cérebro será devorado por um diabinho itinerante antes de você falar “onde está o meu isqueiro?” Esse jogo só não é pior do que o filme que o Uwe Boll fez – a propósito, como eu odeio esse cara.

SOMA – Sobrevivência

SOMA contém um enredo sci-fi terrivelmente sombrio, personagens convincentes e uma atmosfera inesquecível. O elemento de “survival horror”, no entanto, deixa algo a desejar. Como o protagonista do jogo, Simon Jarrett, você deve explorar uma instalação submarina em ruínas, evitando monstros de outro mundo. Muito parecido com o outro jogo de sucesso da Frictional Games, Amnesia: The Dark Descent, você não pode lutar contra essas criaturas. No início, estes encontros são assustadores, mas, eventualmente, eles simplesmente se tornam irritantes, pois servem apenas como barreiras pra você chegar até a próxima parte da rica história do jogo. Além disso, é irrealista como narrativa, pois considerando todos os equipamentos de laboratório e máquinas espalhadas, Simon poderia muito bem improvisar uma arma e tentar a sorte na veia jugular de um monstro.

7 regras da vida que os games sempre estragam

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Quanto mais os gráficos e a física dos games se tornam realistas, todo o resto da vida humana parece estar caminhando no sentido oposto. Aprendemos a aceitar uma certa quantidade de lógica, mas quase tudo dentro de um jogo é inerentemente incorreto. Então, da próxima vez que iniciar o seu game favorito, não se esqueça que o seu escapismo é passageiro e tudo o que você sabe está errado.

Salto

A grande maioria dos games envolvem saltar como parte integral dos movimentos de um personagem, mas considere o seguinte: quantas vezes você pulou hoje? E no mês passado? A resposta é provavelmente zero, a menos que você seja um atleta ou artista.

Ainda assim, entendo que, sem pulos, jogos seriam apenas longas caminhadas. Saltos nos games, no entanto, nunca são precisos. O salto vertical de mais de sete metros do Mario é um absurdo, e até mesmo o menor salto num jogo de tiro em primeira pessoa poderia arrebentar seus joelhos na vida real. Onde está o jogo onde você desajeitadamente tropeça numa calçada? Nem The Sims ousou simular isso.

Corrida

Quase todos os jogos já pressupõem que você é um homem-máquina inesgotável, ou um encanador gordo com resistência atlética sobrenatural, mas a vida não funciona assim. Uma pessoa média precisa parar e recuperar o fôlego depois de alguns momentos de adrenalina e, se ainda não tiver torcido o tornozelo, vai precisar de dez minutos e um chuveiro antes do próximo fôlego.

Games não podem ter essas limitações tristes em seus heróis, que podem correr pelo campo de batalha sem suar a camisa e precisam de no máximo cinco segundos de caminhada pra recomeçar, como em Skyrim. Sinto muito, você não pode simplesmente segurar o botão B até chegar ao fim do mundo.

Comida

Se você chicotear as paredes em Castlevania, vai encontrar deliciosas coxas de peru – e quando comê-las, cada ferimento que você sofreu na batalha será imediatamente curado. Algo nutricionalmente e historicamente impreciso.

Em muitos casos, o alimento é usado como um substituto simbólico pra cura, como se cada bala em seu corpo causasse apenas fome e que um rim crivado de balas não fosse nada demais. Cogumelos não vão fazer você crescer, seja seu nome Mario ou Alice. Todos os alimentos em Bubble Bobble nem sequer fazem nada além de adicionar pontos, tornando a gula um objetivo, em vez de um pecado. E se você experimentar qualquer coisa que aprendeu a jogando Cooking Mama, quase certamente vai queimar sua casa ou envenenar sua família. Em suma, não há nada que já aconteceu nos alimentos num jogo que se assemelhe sequer remotamente à vida real.

Natação

Games incluem uma dúzia de tipos de natação e cada uma delas age como se a gravidade fosse uma piada. Em Mario, você afunda como uma pedra, não precisa respirar e literalmente fica pulando feito um golfinho. Sonic nem sequer sabe nadar – ele apenas afunda em câmera lenta e busca desesperadamente bolhas de ar. E a Nintendo ainda pensa que Gorilas respiram debaixo d’água e podem cavalgar um peixe-espada.

Muito raramente você flutua à superfície como corpos vivos e cheios de ar fazem e, de qualquer forma… Todo mundo odeia as fases de água. Desenvolvedores, podemos concordar em deixá-las fora dos jogos de agora em diante? Pra sempre? Por favor?

Furtividade

Existem missões onde temos que chegar ao nosso objetivo sem sermos notados. Geralmente, isso envolve distrair uma série de inimigos, mas geralmente significa apenas caminhar por uma área sem passar na frente de sentinelas muito, muito estúpidas e preguiçosas. Se os inimigos da série Metal Gear tivessem o nível de suspeita e paranoia de um humano real, Solid Snake nunca iria invadir um único armazém.

Guardas ouvem um ruído, dão uma olhada e imediatamente voltam pro celular, não importa quantas garrafas de cerveja você chute ao redor, a não ser que você espere por muito tempo bem debaixo de um holofote. O único jogo que não foi tão desleixado foi The Last Of Us, e isso é só porque os inimigos são monstros fungos e não precisavam se comportar racionalmente. Mas, honestamente, se preocupar com os invasores violentos deve estar muito abaixo do nível salarial desses guardas e suas habilidades de seguranças de shoppings.

Tiroteio

A única coisa sobre armas de fogo que os jogos parecem acertar é o tiro na cabeça. Com uma boa mira, vem um belo tiro na testa ou na nuca, que mata qualquer um, esteja de capacete ou não.

Mas não espere realidade num tiro igualmente poderoso através do coração ou uma incapacitante flecha no joelho, exclusividade dos NPCs de Skyrim. E se você levar um tiro no braço ou na mão, como é que ainda está usando o braço pra disparar a sua arma? Sem falar quando o nosso avatar está salpicado de furos e a nossa barra de vida se recupera magicamente bem diante dos nossos olhos. Deve ser muito frustrante levar um tiro na vida real e ter que passar por meses de fisioterapia – na melhor das hipóteses.

Morte

Notoriamente, games simplesmente não se importam com a natureza da morte. Tanto quanto todos os outros aspectos dos jogos são tão longe da realidade, a morte tem que ser uma regra impermanente e flexível. Geralmente começamos com três vidas e podemos até ganhar vidas extras – ou apenas reviver eternamente como o mesmo cara de antes. De qualquer forma, a morte geralmente não é algo sério, tipo o oposto da vida real. Como adolescentes eternos, nós ficamos sob a impressão de que somos imortais e nossas ações não terão consequências duradouras. E no mundo dos jogos, isso é verdade.

Talvez por isso, os jogos optam por não estragar tudo, mas pelo contrário: tornam a vida ainda melhor. Nós podemos correr sem cansar, a comida resolve todos os nossos problemas e, se levarmos um tiro na cabeça, é só esperar um pouco, que logo estaremos de volta à ação. Afinal de contas, a vida real é uma porcaria. Obrigado por todos os seus erros gloriosos, videogames.

O que diabos aconteceu com Eddie Murphy?

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Embora ele tenha sido um fenômeno em Hollywood desde seus dias no Saturday Night Live nos anos 80, Eddie Murphy não tem feito nada de relevante nos últimos anos. Aonde ele foi? O que tem feito? O que tem comido? Vamos descobrir!

Eddie Murphy quer se aposentar

Embora os fãs estejam confusos sobre a ausência de Murphy dos cinemas, o comediante está efetivamente preparando o terreno pra sua aposentadoria há anos. Falando ao programa Today, em 2008, Murphy revelou que tinha até uma data-alvo pra sua retirada. “Eu estou planejando fazer filmes até os 50”, disse ele. “Ou seja, dois anos e oito meses”.

E parece que Murphy cumpriu sua palavra. Sua última grande produção, Roubo nas Alturas, chegou aos cinemas poucos meses depois de seu 50º aniversário. Desde então, ele apareceu em apenas dois outros filmes: o infeliz As Mil Palavras de 2012 e o humilde indie Mr. Church. Enquanto isso, ele fez apresentações de standup comedy pela primeira vez em quase três décadas, ganhando o Mark Twain Prize for American Humor em 2015.

Eddie Murphy não está mais interessado em Hollywood

Falando de Mr. Church, na premier do filme em Los Angeles em setembro de 2016, Murphy disse aos repórteres que ele está muito contente com sua vida fora dos holofotes. “Meu material está na tevê o tempo todo pra qualquer um verificar”, disse ele em entrevista à Variety. “Quando eles pensam que vão me ouvir dizer algo engraçado? Eu não sei, porque a partir daqui, eu vou voltar pro quintal pra relaxar.”

Murphy ofereceu uma resposta similar à Rolling Stone alguns anos antes. “Eu só quero fazer o que eu realmente quero fazer, caso contrário, estou contente em sentar aqui e tocar minha guitarra durante o dia todo […] Eu sempre digo às pessoas, agora que eu sou um cavalheiro semi-aposentado de lazeres, ocasionalmente, irei fazer algum trabalho pra quebrar o tédio… Toda a minha m**** gira em torno de ter essa paz de espírito. Sossegado, calmo, esse é o meu dia a dia. Eu toco minha guitarra, saio com a minha garota. Os meus filhos foram visitar a mãe essa semana. Estou tranquilo, sem estresse. Depois de todos esses anos, eu fiz bem e estou bem. Sinto-me confortável na minha pele, eu tenho um dinheiro guardado, todo mundo está saudável, meus filhos são lindos e inteligentes, faço coisas diferentes, é tudo de bom. Eu estou tentando manter a minha m**** assim e faço um projeto divertido de vez em quando.”

Eddie Murphy teve um monte de fracassos

A carreira cinematográfica de Murphy sempre foi meio montanha-russa, de grandes sucessos como Um Tira da Pesada pra Pluto Nash, que continua a ser uma das maiores bombas de Hollywood. Ainda assim, a última década foi especialmente cruel com Murphy graças aos seus terríveis protagonista, como Norbit – Uma Comédia de Peso, que lhe rendeu três Framboesas de Ouro. Ele seguiu com O Grande Dave, Imagine Só! e As Mil Palavras, o que fez seu Globo de Ouro de 2006 em Dreamgirls – Em busca de um sonho parecer uma oportunidade desperdiçada. Até mesmo seu maior hit recente, Roubo nas Alturas, desapontou em comparação com alguns dos sucessos anteriores de Murphy.

Por outro lado, Murphy se tornou um pouco mais reflexivo nos últimos anos, chegando a admitir que algumas de suas escolhas de carreira podem não ter sido arremessos perfeitos. “Os filmes [blockbusters] acabaram pra mim”, ele disse ao The Washington Post em 2015.

Eddie Murphy desistiu do Oscar

Murphy fez manchetes em novembro de 2011 quando anunciou que deixaria de ser o anfitrião da 84ª Edição do Oscar. Sua decisão não foi exatamente uma surpresa; foi anunciada um dia depois que Brett Ratner, o diretor de Roubo nas Alturas, deixou de ser o produtor do prêmio depois de fazer comentários homofóbicos e discutir sua vida sexual por rádio. Ainda assim, a decisão de Murphy não pegou bem, especialmente entre membros da Academia. “Foi um erro de carreira”, disse um membro do The Hollywood Reporter. “O que diabos ele estava pensando? […] Isto é como um grande dedo do meio pra Academia e pra indústria”, disse outro.

Eddie Murphy voltou – brevemente – ao Saturday Night Live

Murphy foi um dos muitos rostos famosos que participaram do especial de 40º aniversário do Saturday Night Live em fevereiro de 2015. Mas apesar de sua aparição, Murphy deixou muitos fãs desapontados quando fez apenas um discurso de quase um minuto. O que o impediu de fazer mais? De acordo com o Washington Post, SNL queria que ele interpretasse Bill Cosby. A ideia não agradou Murphy, uma vez que Cosby estava enfrentando acusações de que havia agredido sexualmente dezenas e dezenas de mulheres ao longo de sua carreira. “Eu totalmente compreendo [o que o SNL queria fazer]”, disse Murphy. “Era a coisa mais importante nas notícias no momento. Eu posso ver porque eles pensaram que seria engraçado e o esboço que Norm [Macdonald] escreveu estava histérico.”

“[Mas a história é] horrível”, ele continuou. “Não há nada de engraçado nisso. Se chegar lá em cima e fizer piadas sobre ele, você iria apenas ofender as pessoas. Você iria ofendê-lo. Você iria ofender seus acusadores. Eu estava tipo, ‘ei, estou voltando pro SNL pro aniversário, não vou transformar meu momento no show nessa outra coisa.”

Ironicamente, Murphy acabou representando Cosby no Twain Award Mark no mesmo ano.

Eddie Murphy expandiu sua família

A preferência de Murphy por ser um pai legal em vez de uma mega estrela de Hollywood foi confirmada em maio 2016, quando ele e sua namorada, Paige Butcher, deram as boas vindas a sua primeira filha juntos, Izzy Oona Murphy. É claro, o nascimento de Izzy não teve nada de “primeiro” pra Murphy: ele tem outros oito filhos com quatro outras mulheres, incluindo uma filha com a ex-Spice Girl Melanie “Mel B” Brown. “Ela ótima”, ele disse ao Extra em agosto de 2016. “Ela começou a dormir durante a noite.”

Ainda assim, o seu compromisso com a felicidade doméstica não vai tão longe. “Eu não troco fraldas”, acrescentou. “Porque eu seria terrível nisso e isso não seria justo com a criança.”

Eddie Murphy tem alguns projetos em andamento

Apesar de você não ter visto muito do Eddie Murphy recentemente, isso não significa que ele se foi pra sempre. Na verdade, o ator, hoje com 55 anos, tem uma série de projetos em desenvolvimento, incluindo um papel como o pai de Richard Pryor num filme de Lee Daniels e um quarto filme da franquia Um Tira da Pesada. Conversando com Ellen DeGeneres sobre o último projeto em 2013, Murphy revelou que ele e outros estavam ajustando o script.

“Nós temos um script muito bom, [estamos tentando] deixá-lo perfeito”, disse ele. “[…] vai ficar perfeito porque eu não quero fazer qualquer outra coisa escrota nunca mais. Eu não vou mais ‘escrotizar’.” Acho que seus fãs concordam.

As 7 armas de fogo mais loucas dos games

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Videogames gostam de arsenais bizarros e exagerados, que surpreendem o jogador mais do que uma explosão de tripas. Nós vimos espadas gigantes nas mãos de heróis magricelos em Final Fantasy e até um laser de pulso em GoldenEye 007. Existem incontáveis tipos de armas loucas e aparelhos que podem ser usados ​​ara destruir seus adversários em pedacinhos, então aqui está um arsenal das armas mais malucas dos jogos.

Saints Row IV: Dubstep Gun

Se gosta dança ou não, você tem que admitir que a arma à base de música de Saints Row IV é diferente de tudo que já foi visto antes. Claro, muitas armas emitem ruídos altos, mas a Dubstep Gun transforma uma guerra numa festa. Você aponta, atira e ouve batidas eletrônicas e todos ao redor rebolam. Se essa arma ficar famosa, os todos DJs ficarão desempregados.

Perfect Dark: Laptop Gun

Perfect Dark foi um sucessor incrível pra GoldenEye 007, mas, infelizmente, nunca chegou a aclamação que merecia. No entanto, este jogo de tiro em primeira pessoa é preenchido com todos os tipos de armas surpreendentes. Quem não ama o FarSight XR-20, um rifle sniper de perfuração de parede equipado com uma mira de raio-x. Mas a melhor arma sempre será o Laptop – e não estou falando de hackear os computadores inimigos. Esta espingarda de combate tem uma alta taxa de fogo e zoom e – o melhor de tudo – pode ser disfarçada de laptop. Claro, leva alguns segundos pra dobrá-la e você não pode atrair suspeitas, mas quando acionar o modo espingarda, você tem mágica em suas mãos. E você ainda pode arremessar a coisa e implantá-la como uma arma sentinela automática! Basta deixar este bebê no teto ou no chão e ver a sua contagem de corpos, sem nem precisar puxar o gatilho. Você pode até mesmo deixá-la ao seu lado e usar uma arma diferente, pra você e sua torre brincarem juntos. Com os preços do MacBook do jeito que está, a Apple deveria ter novas inspirações.

Fallout: Experimental MIRV

Desde a sua estreia em Fallout 3, o MIRV tem sido a arma favorita de muitos fãs. A série Fallout já era conhecida pelo lançador de mini-bomba nuclear, capaz de limpar um quarteirão num único disparo. E o que o MIRV fez de tão diferente? Ele dispara oito mini-bombas nucleares ao mesmo tempo, tornando-se a arma mais devastadora em seu arsenal. Quer limpar campos inteiros de ghouls ou mutantes? Basta apontar o MIRV na direção certa e puxar o gatilho. Apesar desta monstruosidade esgotar seu estoque de mini-bombas nucleares mais rápido do que um bando de vampiros devoram um gordo, as explosões totalmente valem a pena.

Red Faction Armageddon: Mr. Toots

Mr. Toots é uma arma incomparável. Esta arma de fogo de Red Faction: Armageddon é um unicórnio que dispara explosivos de arco-íris do traseiro – absolutamente hilariante. Mirar Mr. Toots na cara de um inimigo causa mais remorso do que mirar uma bazuca. O melhor de tudo: os inimigos mortos pelo Mr. Toots explodem em borboletas e arco-íris.

Half-Life: Gravity Gun

Diga olá pro Zero Point Energy Field Manipulator, mais conhecido como Gravity Gun. A eterna espera por Half-Life 3 continua, mas os jogadores de PC se lembram da Gravity Gun como uma das melhores armas de fogo de todas. Esta arma sci-fi tem duas opções de disparo. O modo primário é apenas um impulso cinético que arremessa obstáculos e barreiras – e inimigos – pra fora do seu caminho. Mas o modo secundário é a verdadeira diversão: levitar objetos. O item é automaticamente tragado pra frente da arma e então você pode usar o botão principal pra arremessá-lo em alta velocidade como uma bala gigante. Nada é melhor do que pegar lâminas e arremessá-las no inimigo a uma velocidade vertiginosa.

Turok 2: Cerebral Bore

A série Turok: Dinosaur Hunter adora armas fantásticas. Eu amo a Tek Bow do jogo original e todas as formas alternativas de munição que você pode usar nas armas, como as granadas explosivas pra Auto Shotgun. Quad Rocket Launcher, Particle Accelerator, Fusion Cannon e Chronoscepter, todos dignos de suas próprias entradas nesta lista, mas vou ter que escolher o Cerebral Bore de Turok 2: Seeds of Evil, Esta arma alienígena dispara uma broca minúscula que perfura sua cabeça e detona por dentro. Ver seus inimigos em pânico e gritando de dor quando a broca fura seu crânio é absolutamente horrível e ver a cabeça explodir é apenas a cereja no topo do bolo.

South Park: Cow Launcher

O jogo South Park de 1998 pro Nintendo 64 marca uma das primeiras vezes que Kenny, Stan, Kyle e Cartman e invadiram o mundo do videogame. Como seria de esperar, a sua estreia era tão louca quanto a sua série animada de televisão. South Park não mergulhava na sátira política e social durante suas primeiras temporadas e isso é visto no jogo do N64. O jogo era aleatório, vulgar e cheio de armas surreais, como bolas de neve revestidas com xixi, bonecos do Terrance & Phillip e até mesmo uma Sniper Chicken. O favorito da maioria, no entanto, era o Cow Launcher. Esta arma substituiu o lançador de foguetes clichê com um lançador de bovinos mugindo que explodiam com o impacto. Ver as vacas explodirem em nuvens sangrentas e peidorreiras foi um deleite agradável na minha juventude. Embora South Park não seja particularmente bom pros padrões de FPS, a sua estranheza e hilaridade ajudaram a abrir as portas pra todas as outras armas bizarras desta lista.

Os 8 finais mais surpreendentes dos games

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Durante grande parte da história dos games, a história do herói era bastante normal, tipo salvar o mundo. A ambiguidade moral de salvar uma princesa ou derrotar um imperador espacial nunca esteve em causa, mas conforme os jogos evoluíram como uma mídia narrativa avançada, tudo se tornou possível. Até mesmo a Nintendo é salpicada com alguns contos meio macabros, mas os desfechos dos jogos se tornaram cada vez mais estranhos e moralmente cinzentos com o passar do tempo. Aqui estão alguns finais mais inesperados dos games.

Dragon Warrior (1986)

O clássico Nintendinho não oferecia muitos enredos surpreendentes, mas o final de Dragon Warrior permite que você faça uma escolha muito difícil. Quando você finalmente chega ao Dragonlord, o grande vilão que atormenta a humanidade, ele pergunta se você gostaria de se juntar a ele na tarefa de governar o mundo. Você pode, obviamente, dizer não, mas se escolher sim, estará condenando o mundo e a tela é quase imediatamente banhada em vermelho. Sua experiência e ouro escorrem instantaneamente pra zero, você ganha imortalidade… E o jogo congela, como se até mesmo o seu NES estivesse decepcionado com você.

Metroid (1986)

Como a pirata espacial Samus Aran, é sua missão caçar o planeta natal dos invasivos Metroids sugadores de vida. No final da sua missão, você luta contra a Mother Brain e corre pra escapar do planeta em colapso – ter uma fase depois da batalha final já foi uma surpresa por si só. Se você fizer um bom trabalho, é recompensado com um final muito inesperado: Samus tira o capacete. E então o mundo descobriu que Samus era uma mulher durona o tempo todo e você, meu jovem, aprendeu uma lição de política de gênero. Esta lição acaba turva se você vencer o jogo em menos de uma hora, porque Samus basicamente tira toda a roupa, exibindo belas curvas poligonais pra garotada.

Batman: Arkham City (2011)

Rocksteady Studios trouxe sua trilogia Arkham pra lugares que os quadrinhos do Batman nunca ousaram antes e quebrou numerosas Bat-regras no processo, tais como revelar a verdadeira identidade de Batman pro mundo… E deixar o Coringa morrer. Na conclusão de Arkham City, até mesmo Batman pensa que vai salvar o Coringa da toxina devastadora que infesta o corpo de ambos, mas, no último momento, o Coringa apunhala Batman no ombro, forçando-o a soltar o antídoto. O Príncipe Palhaço do Crime ainda morre em seus próprios termos, rindo sobre como a situação era hilária e do fato de Batman nuncar violar sua ética. Mesmo que seja um jogo, é provavelmente uma das melhores histórias do Batman já escrita. Chupa, Frank Miller.

Portal (2007)

A Valve criou o melhor playground do mundo com Portal, fazendo um mundo que nenhum outro jogo foi capaz de replicar. Conforme você luta contra um computador tirânico enlouquecido, pode-se facilmente prever final do jogo: você vai destruir o computador e a fortaleza que o abriga. Você não estaria errado. A parte inesperada surge quando o computador pisca de volta à vida, reinicia a sua versão do DOS e canta uma canção sobre como ele sobreviveu e está sarcasticamente feliz por você. É um final inesperado que muda por completo o jogo. Ainda mais estranho – um patch mais tarde pra algumas versões do jogo inclui uma cena em que o jogador é arrastado de volta pra fortaleza após a sua fuga, levando a…

Portal 2 (2011)

Quatro anos depois, a Valve trouxe uma sequência de Portal, que foi tão impressionante quanto o primeiro, mas com mais Merchant Stephen, que é sempre uma boa coisa. O jogo é mais do mesmo, atravessar fases e enfrentar o computador, que luta sua própria batalha nos bastidores e altera o ambiente. Através de uma série de eventos impressionantes, a maioria das coisas ruins são sugadas pro espaço através de um portal na Lua. Ainda mais surpreendente, o robô que está tentando matá-lo por dois jogos apenas decide ir. Os robôs de novo cantam pra você e é tão espetacular como da primeira vez, o que também é uma surpresa em si.

Far Cry Primal (2016)

O fim de Far Cry Primal em si não é muito surpreendente. Você conquista uma terra pré-histórica, cria as crianças órfãs de um chefe rival e queima uma mulher viva no fogo que ela cultuava. É praticamente todas as coisas básicas que você faz quando não tem Netflix pra mantê-lo ocupado. Um pouco depois do lançamento inicial do jogo, a Ubisoft lançou o modo de sobrevivência, que traz habilidades quase sobre-humanas do seu herói de volta à Terra e torna o jogo incrivelmente difícil. Pior de tudo, se você morrer… É fim da linha. Você tem que começar de novo desde o início do jogo. A Ubisoft deu várias sugestões de que se você vencesse o jogo no modo de sobrevivência, teria uma recompensa incrível. Talvez algo como uma pistola a laser ou talvez dinheiro de verdade na sua conta? Nada disso. Apenas um vídeo dos desenvolvedores dizendo obrigado. Filhos da p…

Dark Seed (1992)

Se você quiser um jogo absolutamente assustador, desenterre uma cópia do obscuro Dark Seed. Os gráficos são bastante estranhos, a paleta de cores é limitada, a trilha sonora é discordante e a animação é embaraçosa, tudo complementando um enredo terrivelmente maravilhoso. Como o herói, você aponta e clica seu caminho por entre a Terra e uma dimensão paralela enquanto um bebê alienígena é gerado dentro da sua cabeça. Depois de salvar o mundo e retornar à sua cidade pacata, você ainda precisa de alguma forma tirar esse feto espacial do seu crânio… Então você toma uma aspirina. É isso aí. Deve ter sido tarja preta. A história é parcialmente resgatada em Dark Seed II, exceto pelo fato de que a maior parte desse jogo faz ainda menos sentido.

Bionic Commando (2009)

O Bionic Commando original de 1987 é notável por ser o primeiro jogo de plataformas que usou um mecanismo de usar ganchos pra saltar pelas fases, que mais tarde iria aparecer em inúmeros jogos como uma ferramenta inestimável. A sequência de 2009 é notável por razões completamente diferentes. Em um ponto próximo à sequência final do jogo, a localização secreta da esposa desaparecida do herói Nathan Spencer é revelada… E ela está dentro do seu braço biônico. Ele tinha uma versão estranha de uma mulher robô ligada ao seu ombro todo esse tempo e nem sequer sabia disso. Isto levanta muitas mais perguntas que nunca poderiam ser respondidas, por isso é melhor que ninguém nunca pergunte nada. E ponto final!

Por que Tobey Maguire sumiu de Hollywood?

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Dez anos atrás, Tobey Maguire era uma estrela de cinema com um filme premiado com o Oscar e o super-herói mais popular do mundo. Hoje em dia, você praticamente nunca ouve falar dele. O que diabos aconteceu com Tobey Maguire?

Homem-Aranha 3 arruinou tudo

Homem-Aranha trouxe Tobey Maguire aos holofotes – e também atrofiou sua carreira. Quando Homem-Aranha 3 foi lançado em 2007, Maguire estava voando alto graças ao filme antecessor, que se saiu insanamente bem entre os críticos e na bilheteria – até hoje, Homem-Aranha 2 é considerado um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Seria praticamente impossível Homem-Aranha 3 superar tal marca. Ainda assim, ninguém estava preparado pro quão ruim aquele filme acabaria sendo. Até mesmo o diretor Sam Raimi admitiu as deficiências de Homem-Aranha 3 numa entrevista de 2014 com o Nerdist. “Eu errei muito com o terceiro Homem-Aranha, então as pessoas me odiaram por anos. Eles ainda me odeiam por isso”, disse ele. “É um filme que simplesmente não funciona muito bem.”

Homem-Aranha 4 foi cancelado

Depois de Homem-Aranha 3, Raimi e sua equipe queriam corrigir todos os erros fazendo um quarto filme do Homem-Aranha. Infelizmente, a Sony descartou o projeto. Supostamente. Raimi não conseguiria terminar um script dentro do cronograma da empresa. Em vez disso, a Sony optou pelo reboot da franquia, o que inevitavelmente se tornou n’O Espetacular Homem-Aranha de 2012, estrelado por Andrew Garfield. Naquela época, a decisão fazia sentido: foram três longos anos desde que Homem-Aranha 3 havia sido lançado e Maguire já estava com quase 35 anos. Raimi disse ao Vulture: “Eu estava muito infeliz com Homem-Aranha 3 e queria fazer Homem-Aranha 4 pra terminar com uma nota alta. Mas eu não conseguiria terminar o script a tempo devido às minhas próprias falhas, e eu disse à Sony, ‘Eu não quero fazer um filme que é menos do que um excelente, então eu acho que não devemos fazer este. Vá em frente com o seu reboot, que você já está planejando de qualquer maneira.’” Nós ainda desejamos que o diretor d’A Morte do Demônio tivesse feito o Homem-Aranha.

O charme juvenil de Tobey Maguire parou de funcionar

Tobey Maguire tem uma aparência bastante juvenil e uma voz ainda mais suave, e tudo isso funcionou muito bem quando ele se tornou uma estrela em filmes como Regras da Vida e a já mencionada franquia Homem-Aranha. Quando ficou mais velho, Maguire nunca envelheceu bem em seu charme pueril, o que tornou difícil pro público se conectar com seus personagens quando ele começou a assumir papéis mais maduros. Não é preciso procurar mais longe do que a refilmagem d’O Grande Gatsby em 2013. Ele simplesmente parecia que estava interpretando uma versão ligeiramente mais velha do seu personagem de Regras da Vida. Ironicamente, é exatamente o mesmo problema que seu amigo e co-estrela de Grande Gatsby, Leonardo DiCaprio, precisou superar depois dos anos 2000.

Tobey Maguire esteve ocupado produzindo filmes

Seja qual for a razão, Maguire passou uma boa parte dos últimos anos por trás das câmeras produzindo filmes através de sua produtora, Material Pictures. Mas a carreira de Maguire como produtor não tem sido exatamente excelente. Em dois casos específicos, Maguire tem sido associado a projetos de alto perfil que estranhamente nunca se materializaram: uma adaptação da Tokyo Suckerpunch, que supostamente envolveria Anne Hathaway e diretor Gary Ross de Seabiscuit – Alma de Herói, e a adaptação de quadrinhos do Afterburn, que despertou o interesse de Gerard Butler e do diretor Antoine Fuqua. E os filmes co-produzidos por Maguire que realmente foram lançados não se saíram muito bem. Rock of Ages teve um orçamento de US$ 75 milhões e arrecadou US$ 38,5 milhões, O Dono do Jogo arrecadou meros $2,4 milhões em 2015 e o thriller de A 5ª Onda arrecadou US$ 33,1 milhões. Feio, né?

O vício em apostas de Tobey Maguire pegou mal na imprensa

O gosto de Maguire pra jogos de azar é lendário em Hollywood. Em 2011, seu nome foi ligado a um clube de poker ilegal que supostamente envolvia Matt Damon, Ben Affleck e DiCaprio. Maguire foi posteriormente processado por seu envolvimento depois que foi descoberto que o líder, Bradley Ruderman, estava usando o dinheiro do seu investidor em seus jogos de poker. Alguns anos depois, uma mulher chamada Molly Bloom, que organizava muitos dos jogos de poker de alto perfil, escreveu um livro de memórias chamado “Molly’s Game”, que detalhou alguns dos alegados comportamentos de Maguire. “[Maguire] foi o pior palpiteiro, o melhor jogador e o pior perdedor”, escreveu Bloom. Durante um jogo particular, Bloom afirma que Maguire a fez “latir como uma foca que quer um peixe” pra ganhar uma ficha de $ 1.000. Quando ela riu nervosamente, Maguire supostamente disparou de volta, dizendo: “Eu não estou brincando. Qual é o problema? Você é muito rica agora? Você não vai latir por mil dólares?”

Tobey Maguire é pai agora

Dito tudo isso, é preciso lembrar que nós já não estamos em 2001. Em outras palavras, Maguire tem 40 anos de idade, é casado e tem dois filhos. Há uma chance clara de que ele poderia ter dado um tempo com Hollywood pra relaxar um pouco e ser um homem de família com o dinheiro de sobra que ganhou ao longo de sua carreira. Isso certamente não seria inédito pra uma celebridade que passou cerca de seis anos liderando uma das maiores franquias do mundo. Isso também pode explicar sua decisão por estrelar a minissérie The Spoils of Babylon da IFC, que se tornou um sucesso inesperado em 2014. Ele simplesmente não precisa se importar com nada disso. Emo-Aranha ficaria orgulhoso.

Por que a Marvel adora vilões iguais aos heróis?

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Em novembro, o 14º filme da Marvel Studios, Doutor Estranho, irá abrir as portas pro mundo quântico e expor um novo lado do seu Universo Cinematográfico. Fãs da Marvel foram introduzidos ao poder da tecnologia em Homem de Ferro, aos limites do corpo humano em Capitão América: O Primeiro Vingador, a magia do além com Thor e Homem-Formiga mostrou a todos o quão pequeno o mundo pode realmente ser.

Na última década, a Marvel se tornou o porta-estandarte dos blockbusteres do cinema contemporâneo. Há uma série de razões pro sucesso do estúdio, desde o elenco exemplar, a estrutura narrativa sólida e até a riqueza do material de origem. No entanto, apesar de todo seu sucesso, não há muito mais espaço pra sua narrativa continuar a crescer.

Uma das críticas mais comuns dos filmes da Marvel Studios é a falta de vilões memoráveis, com os críticos apontando que a sua lista de vilões parece imitar o próprio conjunto de habilidades dos protagonistas. Embora a metodologia da Marvel possa ser transparente, a sua introdução de vilões é abordada pelo design. Kevin Feige, o presidente do estúdio, declarou os benefícios de contar histórias de origem de super-heróis com vilões sósias:

“É evidente que vamos chegar a isso [vilões não-sósias] … Você quer ter personagens que habitam o mesmo mundo quando se introduz um novo mundo, uma nova mitologia, por falta de um termo melhor. Você quer explorar isso tanto quanto possível.”

A abordagem de começar com vilões que se assemelham ao herói não é exclusivo da Marvel – na verdade, é uma parte essencial dos filmes de origem de super-heróis. No Batman Begins de Christopher Nolan, o personagem principal teve que enfrentar uma reflexão sombria de si mesmo em Ra’s Al Ghul e esse tipo de reflexão pode ser uma parte valiosa da viagem narrativa do herói: destacando o heroísmo do protagonista, mostrando como ele poderia facilmente ter usado seus poderes pra se tornar um vilão. Da mesma forma, no primeiro filme do Universo Cinematográfico DC, Homem de Aço, o antagonista era o General Zod, um kryptoniano com habilidades idênticas às do Superman, mas que usa essas habilidades pra destruição.

Na construção do seu Universo Cinematográfico, a Marvel fez a prática de usar vilões como reflexos sombrios dos heróis como uma parte essencial de cada história de origem. O Monge de Ferro – Jeff Bridges – pode ser o vilão mais esquecível da Marvel, mas sua presença colocou um holofote sobre Tony Stark – e em Robert Downey Jr. – como uma marca única de criatividade e charme, o que resultou em um herói icônico.

Doutor Estranho irá introduzir a feitiçaria e o misticismo ao Universo Cinematográfico Marvel ao mesmo tempo permanecendo relativamente fiel às suas origens dos quadrinhos com a introdução do principal antagonista do filme, Kaecilius, interpretado por Mads Mikkelsen: um ex-mestre das artes místicas que foi treinado nos caminhos da feitiçaria muito antes dos eventos do filme. A escolha de Kaecilius como o antagonista do filme e suas semelhanças com Doutor Estranho estão longe de ser arbitrárias e Feige explica porque ainda outro reflexo do mal de um herói da Marvel era necessário no seu próximo filme:

“Kaecilius não conhece Estranho através de um buraco na parede. Um antecedeu o outro. Mas quando você está ensinando a uma audiência sobre feiticeiros e sobre aquela realidade e você vai falar sobre o passado e vai entrar em sua história de qualquer maneira, é muito melhor nos amarrarmos a um bandido ligado a tudo isso do que colocar todas as bases de dimensões paralelas e feitiçaria de lado e dizer ‘a propósito, um meteoro atingiu o outro lado do mundo, ele passou sob a água e existe um mal se desenvolvendo. O que isso tem a ver com magia? Nada…’ Essa não é a maneira que nós desenvolvemos os personagens até este ponto.”

Os diretores Anthony e Joe Russo explicaram que Capitão América: Guerra Civil foi apenas o começo de uma batalha prolongada que irá se estender através dos Vingadores: Guerra Infinita, em que os nossos heróis vão enfrentar o distante e poderoso vilão Thanos. A não ser que a Marvel adicione um novo Vingador alienígena roxo com um grande queixo e que não gosta de ficar de pé, Thanos não parece ser um sósia direto de qualquer um dos principais super-heróis do Universo Cinematográfico, e Feige explica que a diversificação das dinâmicas herói / vilão vai continuar conforme os filmes se afastarem das histórias de origem:

“Não preciso dizer que à medida que mais personagens encontram uns aos outros em outros filmes, certamente vai ser contra as coisas que eles não sabem nada sobre e não têm nada comparável”.

Há um grande poder de narrativa em ter uma representação visual do potencial lado sombrio de um protagonista. O sósia é muitas vezes uma exploração do que o herói seria sem um código de moral agradável. Uma vez que a linha é estabelecida, superar as limitações conhecidas do personagem principal é o que cria heróis inesquecíveis. No entanto, os personagens da Marvel estão amadurecendo e o próprio estúdio está encontrando uma narrativa e encruzilhadas temáticas pra todos os Vingadores do núcleo.

Na terceira fase da Marvel, o mundo dos super-heróis se tornou infinitamente mais complicado. Há uma revisão gradual da estrutura global da Marvel, que começou na Guerra Civil e continuará pra além de Vingadores: Guerra Infinita. Apesar de os sósias provavelmente nunca vão se extinguir graças às suas raízes dos quadrinhos, parece que os fãs estão preparados pra finalmente descobrirem exatamente o que acontece quando os mundos separados do Universo Cinematográfico Marvel colidem. E, pela primeira vez, não se sentirem familiarizados com tudo.

Doutor Estranho chega aos cinemas em 4 de novembro de 2016; Guardiões da Galáxia Vol. 02 – 5 de maio de 2017; Homem-Aranha: De Volta ao Lar – 7 de julho de 2017; Thor: Ragnarok – 3 de novembro de 2017; Pantera Negra – 16 de fevereiro de 2018; Vingadores: Guerra Infinita – 4 de maio de 2018; Homem-Formiga e Vespa – 6 de julho de 2018; Capitã Marvel – 8 de março de 2019; “Avengers Untitled” – 03 de maio de 2019; e mais filmes da Marvel ainda sem título em 12 de Julho de 2019 e em 1 de Maio, 10 de Julho e 6 de Novembro em 2020.