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6 personagens de Doutor Estranho mais importantes do que você pensa

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O Doutor Estranho finalmente chegou pra fundir nossas mentes com a faceta mística do Multiverso Marvel. Nós fomos introduzidos a uma série de novos personagens que habitam o mundo oculto de magos e infinitas dimensões, o que torna um pouco difícil de captar todos que são importantes de uma vez só nesta nova etapa do Universo Cinematográfico Marvel. Aqui está a lição de casa sobre quem é quem no mundo do Doutor Estranho, salvando você do trabalho de peregrinar até o Kamar-Taj pra obter respostas. Para quem ainda não viu o filme, esteja avisado: SPOILERS!!!

Barão Mordo

O aluno prodígio da Anciã, Karl Mordo é um mago poderoso e um dos professores de Stephen Strange no filme. Embora ele comece como um aliado, Mordo questiona os ensinamentos da Anciã, uma vez que ele descobre que ela conquistou sua imortalidade graças à Dimensão Negra. No final do filme, ele abandonou Kamar-Taj e saiu em uma jornada de autodescoberta – o que finalmente o leva a se tornar um vilão. Nas histórias em quadrinhos do Doutor Estranho, Barão Mordo também era o aluno prodígio do Ancião. Uma diferença chave era que ele planejava matar o mestre e foi impedido por Strange. Ele se tornou um vilão recorrente no Universo Marvel, com um talento especial para convocar demônios – de fato, o arco de Mordo em 2016 envolve um acordo com Dormammu, semelhante ao de Kaecilius no filme. Aposte que veremos o personagem de Chiwetel Ejiofor seguir um caminho semelhante em filmes futuros.

Wong

Wong é o bibliotecário de Kamar-Taj e é um homem de poucas palavras e quase incapaz de rir. Embora ele descubra a magia de Beyonce graças a Strange, não vemos muita simpatia ou leveza até o final do filme. Outras iterações de Wong ao longo dos quadrinhos e jogos é como o “fiel amigo e companheiro” de Strange, o que significa que veremos os dois ficando muito próximos no futuro. Nas histórias em quadrinhos, ele serve como um ajudante e mordomo, ajudando o Mago Supremo quando ele está incapaz de lançar magias por si só. Em edições mais recentes, ele tem sido mais como um companheiro de equipe multifacetado, agindo como um primeiro imediato muito necessário contra alguns dos piores inimigos do Doutor – e como possível sucessor. Estamos ansiosos pra ver a amizade de Wong e Stephen florescer em futuros filmes – e pra ver os dois em ação contra ameaças místicas novamente.

Nicodemus West

O Dr. Nic West é um dos colegas de Strange, antagonista do conflito de egos dentro do hospital no início do filme, quando quase retira os órgãos de um homem depois de diagnosticar erroneamente sua morte. Enquanto ele não tem muito tempo na tela, Nicodemus West é um pouco mais interessante do que parece. Na saga Doutor Estranho: O Juramento – como no filme -, ele operou as mãos de Strange depois do acidente, deixando-os com danos nos nervos. Ele também seguiu Strange ao Kamar-Taj, onde se tornou um aluno e aprendeu sobre a cura mágica. Seu treinamento, no entanto, estava inacabado quando ele retornou ao mundo “normal”. Não faço ideia se Michael Stuhlbarg vai reprisar seu papel como West, mas ficaria contente em ver seu reencontro com Strange, seja como um cirurgião talentoso ou como um rival.

Christine Palmer

Christine Palmer é uma cirurgiã e antigo flerte de Stephen Strange. Uma pessoa atenciosa, ela ajuda ativamente o Doutor após seu acidente antes de finalmente ser empurrada pra longe por sua raiva e autopiedade. Enquanto ela é retratada como uma cirurgiã talentosa e uma boa amiga talvez ex-amante no filme, a personagem de Christine Palmer tem uma história muito mais longa nos quadrinhos. Ela apareceu como uma das personagens principais dos quadrinhos Enfermeira da Noite, que contou as histórias de uma enfermeira chamada Linda Carter, que adotou o apelido de – adivinhe só – “Enfermeira da Noite” e ajudou super-heróis feridos – ao contrário de Claire no Demolidor da Netflix. Nos quadrinhos, ela encontra mais super-heróis da Marvel, como vários X-Men por exemplo. Se o futuro da personagem será nos filmes e/ou nas séries, ainda teremos que aguardar pra descobrir.

Capa da Levitação

Em Doutor Estranho, a Capa da Levitação é uma antiga relíquia mágica que o “escolheu” e protegeu enquanto ele estava sob ataque dos zelotes de Dormammu. Parecendo que tem vida própria, ela apontou objetos úteis pra Strange e até mesmo limpou suas lágrimas. Nos quadrinhos, Strange teve algumas Capas da Levitação, às vezes até costurando uma capa nova a partir de algumas velhas. Em um ponto nos quadrinhos, sua capa foi capaz de se tornar maior do que o nosso próprio sistema solar durante a batalha contra Adam Warlock. Dado o tamanho de Dormammu no filme, não é impossível que isso aconteça no futuro.

Dormammu

“Dormammu, eu vim barganhar!” Essas são palavras que você provavelmente vai ouvir muito dos fãs do Doutor Estranho. Embora Strange possa ter sido bem-sucedido em irritar o senhor da Dimensão Negra até um acordo, ele não o matou. Também é importante notar que o acordo que o Mago Supremo fez com Dormammu estabeleceu que o demônio teria que deixar a Terra em paz, mas não disse nada sobre outros mundos. Dado o fato de que Dormammu é um vilão recorrente no Universo Marvel, provavelmente iremos vê-lo como um problema pra outros heróis cósmicos, como os Guardiões da Galáxia ou até mesmo a Capitã Marvel. Como uma entidade mística, ele deve se focar nos filmes do Doutor Estranho, mas nada é impossível. Afinal, ele apareceu na série Avengers Assemble e Ultimate Spider-Man, então ele é conhecido por causar problemas em escalas menores também. Quem sabe Vingadores 4 ou 5?

As 8 maiores mentiras sobre Pokémon

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O que acontece quando uma franquia de jogos e anime faz sucesso por duas décadas? Além de uma meia dúzia de pessoas nadar em dinheiro e outras milhões ficarem em dívida com tanto merchandise, lendas urbanas surgem. Pokémon é uma das franquias com mais mitos e boatos de todos os tempos e até o seu criador, Satoshi Tajiri, já declarou que isso ajudou na popularidade da série. Comemorando o lançamento de Pokémon Sun e Moon, aqui estão as 8 maiores mentiras da franquia Pokémon.

Baixo + B

Eu confesso que caí nessa. Ver a pokébola quicando realmente causa ansiedade e os jogadores querem acreditar que podem fazer alguma coisa pra aumentar a probabilidade do monstro ficar quieto e dócil dentro do seu mais novo cativeiro. Infelizmente, nenhuma combinação de botão muda nada durante a captura, nem mesmo gritar “gotcha”, como muitos têm acreditado recentemente graças ao microfone do Nintendo 3DS e dos celulares. Apenas gaste mais dinheiro com as versões melhoradas da pokébola, amigo, não tem jeito.

Recuperar a pokébola em Pokémon Go

Aqui está mais uma em que eu acreditei. É desesperador ficar sem pokébolas em Pokémon Go, principalmente quando você sabe que não tem nenhum PokéStop por perto. Jogadores notaram que, se você clicar na pokébola depois de errá-la, ela some e teorizaram que ela volta pra sua mochila. Infelizmente, a única coisa que acontece é que a pokébola some mais rapidamente, mas o contador de itens continua a diminuir. E lá vamos nós nos atrasar pro trabalho de novo pra pegar aquele PokéStop do outro lado do quarteirão.

Pikablu, Mewthree e vários outros ‘Fakemon’

Atrasos entre o lançamento japonês e o americano, monstros dando as caras no anime antes do que nos games e a imensa criatividade de alguns fãs geraram os fakemon, pokémons que simplesmente nunca existiram. A tendência começou quando Marill apareceu no curta-metragem As Férias de Pikachu sem um nome ainda anunciado, o que levou muitos a chamá-lo de “pikablu” e acreditarem que ele era uma evolução alternativa do pikachu – algumas teorias até acreditavam que ele poderia ser encontrado no Pokémon Red ou Blue. Outro mito era o Mewthree graças a uma fala muito breve e ruidosa no primeiro filme da franquia. Até faria sentido os cientistas tentarem recriar o experimento que deu vida ao Mewtwo, mas devemos lembrar que o então pokémon mais poderoso de todos destruiu o laboratório e chacinou seus criadores, então acho que ninguém quer arriscar a própria vida, né?

Mew e o caminhão

O que fazer quando você descobre que existe um pokémon que só é distribuído através de downloads em eventos no Japão? Você reza com todas as suas forças pra que exista outra forma de encontrá-lo dentro do seu cartucho. A teoria mais popular dizia que você deveria usar “surf” e alcançar o caminhão próximo ao SS Anne e então movê-lo com “strength” pra pegar uma pokébola com o Mew dentro. Mesmo que você use cheat pra fazer isso, o caminhão é simplesmente imóvel e o máximo que você consegue é mais uma desilusão na sua vida.

A música de Lavender leva ao suicídio

De fato, a música de Lavender dá arrepios, mas acreditar que alguém cometeu suicídio por causa dela já seria exagero. A música é intencionalmente macabra justamente pra representar uma cidade fantasma, mas nada muito além do que incontáveis filmes de terror fazem. A cidade apresenta uma mudança drástica no tom do jogo, tanto quanto a internet trouxe um novo nível às lendas urbanas – quem nunca leu uma creepypasta? No fim das contas, simplesmente não há nenhum caso confirmado de suicídio por causa de Pokémon, pode ficar tranquilo.

O Soldado Elétrico, Porygon

Quem conta um conto, aumenta um ponto. Quem não se assustou com a notícia de que crianças e adultos tiveram ataque epilético ao assistir ao episódio do Porygon na tevê? Hospitais pararam e a cena foi até exibida uma segunda vez nos noticiários, provocando ainda mais tumulto nos hospitais, certo? Errado. A verdade é que quando o episódio do Porygon foi ao ar no Japão, mais de 500 crianças passaram mal, mas apenas poucas ao ponto de terem um ataque epilético e parou por aí. A maioria sentiu apenas náusea e dores de cabeça, voltando ao normal poucos minutos depois. A série ficou fora do ar por quatro meses, médicos foram consultados pra identificar o que causou o transtorno e, quando Pokémon voltou a ser exibido, a Nintendo fez questão de enviar uma mensagem dizendo que medidas foram tomadas e que o incidente jamais voltaria a acontecer. Desde então, Porygon nunca mais apareceu em nenhum episódio, apesar de ter sido Pikachu que protagonizou a polêmica cena.

O jardim secreto de Bill

O que veio primeiro, o ovo ou a galinha? Ou melhor: o que veio primeiro, o desespero pra encontrar Mew ou as lendas a respeito do jardim secreto do Bill? Há quem diga que, se você falar com o Bill com um eevee e cada uma de suas evoluções no time, você terá acesso ao seu jardim secreto, visto no mapa, mas inacessível pros jogadores. Óbvio que jogadores deram um jeito de chegar lá – tanto quanto alcançaram o tal caminhão -, mas simplesmente não encontraram nada. A Nintendo devia, ao menos, anotar essas lendas e trazê-las nas novas edições do jogo, como os produtores de Mortal Kombat fazem.

Yoshi é um Pokémon

Aiai, primeiro de abril, que data mais mágica. A Nintendo deve estar rindo até hoje de quando enviou umas fotos falsas pra uma revista revelando que o Yoshi estava no cartucho do Pokémon. Acho que nem eles imaginaram o efeito dominó que essa lenda causaria, pois muita gente dissecou o jogo atrás do dinossauro e até mesmo de outros personagens da franquia Mario Bros. A caça pelo Yoshi se tornou a caça pelo Pé Grande do Game Boy, por mais que os mentirosos tenham confessado que criaram o boato, alguns doidos continuaram insistindo na busca.

Os 5 personagens mais racistas de Star Wars

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A franquia Star Wars não tem um histórico impecável quando se trata de diversidade étnica e estereótipos. Aqui está um resumo dos personagens acusados de retratar o racismo nos filmes de George Lucas.

Jar Jar Binks e os gungans

Provavelmente o exemplo mais óbvio, o universalmente detestado Jar Jar Binks e toda a raça gungan são frequentemente citados como uma caricatura flagrante dos caribenhos e dos afrodescendentes em geral, descritos como uma mistura de Stepin Fetchit com um bizarro sotaque típico dos imigrantes. George Lucas rejeitou a maioria das críticas, dizendo que os críticos estão injustamente atribuindo estereótipos a um anfíbio alaranjado.

Nute Gunray e os neimoidianos

Enquanto Jar Jar suportou o peso da crítica n’A Ameaça Fantasma, os neimoidianos – os vilões da Federação de Comércio – também foram difamados por sua representação negativa dos estereótipos asiáticos. Talvez Lucas buscasse um retrato vilanesco, mas durante a Trilogia Prequel, os aliens pareceram apenas gananciosos, covardes e enganosos e falavam num estranho sotaque “ingrês”.

Povo de areia

Os nômades no deserto foram acusados de incorporar estereótipos negativos árabes. Esta comparação parece um pouco exagerada, uma vez que não sabemos muito sobre eles, embora eles sejam tratados com bastante desprezo pelos outros personagens da saga.

Nien Nunb

Nien Nunb é outro exemplo que pode ser exagerado, pois ele aparece muito brevemente, mas o companheiro de Lando Calrissian na Millennium Falcon n’O Retorno do Jedi foi acusado de ser uma caricatura de estereótipos mexicanos, filipinos e até asiáticos.

Watto

Vamos fechar com um exemplo mais flagrante: Watto d’A Ameaça Fantasma e Ataque dos Clones é citado muitas vezes por sua semelhança com estereótipos negativos judeus. Desde sua aparência, seu narigão, seus trajes, sua ganância, seu sotaque totalmente oriental, os múltiplos exemplos dele fazendo gestos literalmente mesquinhos, há muita munição legítima pra crítica aqui.

As 8 melhores histórias de Natal do Batman

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Se existe um herói que nunca tira folga, é o Batman – nem no Natal. O que significa que ele já salvou Gotham de mafiosos oportunistas algumas vezes ao longo das décadas, e aqui estão as suas 7 melhores aventuras natalinas.

Batman: O Bravo e o Audaz #148

Nada como um trocadilho cretino pra nos lembrar daquele nosso tio do pavê no Natal. Em inglês, “bootlegging” significa contrabando, mas a gangue de traficantes de cigarros que Batman enfrentou em O Bravo e Audaz #148 se autodenominava “buttlegging”, o que indica mastigação ou o belo bumbum de uma dama vestindo legging. Agora você imagina o Batman repetindo “buttlegging” trocentas vezes no Natal! Como se isso não fosse bizarro o suficiente, o Homem Borracha acaba sequestrado junto de todo o tabaco e ele e o Batman se unem pra enfrentar os contrabandistas em toda a estranheza da Era de Prata. Impagável.

As Novas Aventuras do Batman: Cavaleiros das Festas

Esse episódio é bem bobinho, mas muito importante pro legado animado do Cavaleiro das Trevas. As Novas Aventuras do Batman são uma espécie de sequência da série Batman Vol. 2, um referencial de qualidade entre os cartoons e o primeiro contato com o herói pra muita gente. No seu primeiro episódio, temos 3 aventuras inusitadas: primeiro, Arlequina e Hera Venenosa vão ao shopping gastar o cartão de crédito do Bruce Wayne hipnotizado, depois Harvey Bullock se fantasia de Papai Noel pra capturar o Cara-de-Barro com a ajuda inesperada da Batgirl e, por fim, Batman e Robin impedem que o Coringa assassine a plateia da festa de Natal de Gotham. Tudo bem pateta, como a maioria das boas aventuras da nossa infância.

Batman: O Longo Dia das Bruxas #3

Se você é fã das histórias mais sombrias do Batman, essa é pra você. O Longo Dia das Bruxas é uma minissérie sobre a perseguição de um assassino em série que sempre ataca nos feriados, então é lógico que o grand finale seria no Natal. E adivinha o que atrapalha a investigação do Batman dessa vez: o Coringa – no seu melhor espírito Grinch – está enciumado porque outro psicopata roubou as atenções durante as festas, então decide retomar seu posto de maior ameaça de Gotham. O que acontece a seguir seria spoiler, mas é seguro dizer que essa é a melhor história em quadrinhos de Natal de todos os tempos.

Batman #219 – A noite Silenciosa de Batman

Neal Adams, um dos melhores artistas do Batman, escreveu sua história definitiva neste conto sobre a relutância do Cavaleiro das Trevas em relaxar na véspera de Natal e aproveitar o feriado. Felizmente pro povo de Gotham, nada de assustador acontece – ao menos nada mais assustador do que o Batman cantando junto ao Departamento de Polícia.

Batman #247 – Feliz Natal

Na frígida véspera de Natal, o Cavaleiro das Trevas persegue um assassino que está se preparando pra fazer uma família de refém pra cobrir sua trilha. O “milagre de Natal” que salva o dia realmente funciona graças à encenação e genialidade do Batman – e do roteirista Denny O’Neil – neste conto de 1973.

Procura-se Papai Noel Vivo ou Morto

Frank Miller, o autor icônico do Batman, mostrou suas presas nesta história de Natal, seu primeiro trabalho com o Cavaleiro das Trevas, em que um criminoso invade uma loja de departamento fantasiado de Papai Noel, pronto pra transformar o feriado numa tragédia – até o Batman aparecer, é lógico.

Batman #9 (1942)

Esse foi o primeira conto de Natal de Batman de todos os tempos, escrita pelo próprio Bill Finger. A história tem de tudo, luta contra capangas, Batman usando um travesseiro pra bloquear um soco, depois vestido de fantasma e ainda por cima ameaçando socar um Papai Noel de rua. Por fim, Batman diz ao Robin suas palavras mais espirituosas de todos os tempos: “O Papai Noel é real e sempre será, se nós acreditarmos no espírito que ele representa – esperança, altruísmo e amor ao próximo! Esse é o verdadeiro Papai Noel!”

Detective Comics #826

Quando o Robin – Tim Drake – se vê cercado de bandidos, um bom samaritano surge de carro e oferece salvação. Óbvio que ninguém pensaria duas vezes em aceitar a ajuda, mas quando entra no carro, o Menino Prodígio dá de cara com o Coringa. Essa não é apenas uma das melhores histórias de Natal do Batman, mas também uma das melhores do Coringa, onde ele apresenta sua faceta mais cruel, brutal e assassina – enquanto veste um gorro de Papai Noel e amarra o Robin com luzes de Natal. Pra você ter uma garantia de qualidade, o roteirista é Paul Dini, mais conhecido por roteirizar a série animada e os games da série Arkham.

Os 4 maiores deslizes de Rogue One

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Como o primeiro filme verdadeiramente autônomo na franquia, houve muita pressão sobre Rogue One: Uma História Star Wars. Felizmente, o filme é muito bom, mas não é perfeito.

O diretor Gareth Edwards fez um trabalho positivamente incrível de narrar uma história que vive e respira no retro-futuro dos anos 70 que George Lucas criou com o seu primeiro filme Star Wars. Desde a tecnologia desajeitada até os bigodes, ele obtém todos os pequenos detalhes certos. A história também faz um excelente trabalho de introdução de um elenco diversificado de novos personagens pra liderar a narrativa, com o único tropeço real chegando quando eles tentam se interligar diretamente com Uma Nova Esperança. A Disney estava apontando pra coesão, mas esse detalhe saiu meio nas coxas.

Personagens clássicos

A única coisa que o filme deveria ter feito de forma diferente? Desenvolver melhor os personagens clássicos ou simplesmente não usá-los. O único personagem que eles conseguiram usar em todo seu potencial foi o Grand Moff Tarkin – embora o CGI usado pra ressuscitar digitalmente o falecido Peter Cushing deixe muito a desejar. Nós o vemos apresentado aqui como o superior de Krennic e, embora seu papel seja pequeno, ele funciona. Ele vê o sucesso potencial da Estrela da Morte e quer tomar o crédito por isso, então pressiona Krennic pra fazer o assassino de planetas funcionar. Um arco simples, mas eficaz.

O dilema do Darth Vader

Darth Vader também aparece em algumas cenas, mas eles realmente não teve muita utilidade – além de derramar lágrimas dos fãs mais saudosistas. Mas ele só aparece realmente pra respirar com dificuldade, estrangular Krennic com a Força e fatiar uma brigada de soldados Rebeldes – e que sequência de ação infernal! Mas seu papel simplesmente não pareceu necessário. Você tem que se perguntar se Vader não merecia um papel maior, já os trailers mostram pelo menos uma cena adicional de Vader que não estava na versão final.

O verdadeiro problema é quando eles tentam construir os futuros heróis da franquia clássica de Star Wars. A aparição de C-3PO e R2-D2, por exemplo é breve e descartável. Sim, os personagens favoritos dos fãs não podiam ficar de fora de um filme Star Wars. Mas se há algum filme que poderia quebrar essa tradição, é o primeiro spin off.

O problema da Leia

Aqui está uma falha grande: aquela cena final indigna. Durante todo o filme de duas horas, nos dizem que essa é a história de Jyn roubando os planos da Estrela da Morte. É sobre esses personagens e sua missão suicida pra dar à Rebelião a chance de sobreviver. Funciona muito bem e dá vida à história – o que é excelente, especialmente considerando que já sabemos o final. Mas ao discutir como eles roubarão os tais planos, Bail Organa – Jimmy Smits, reprisando seu papel da Trilogia Prequel – alude ao fato de que existe um agente a quem confiaria sua vida. Qualquer um que tenha visto Uma Nova Esperança sabe que ele está obviamente referindo-se à sua filha Leia, que acaba escondendo os planos da Estrela da Morte. A cena final termina em CGI da jovem Leia quando ela recebe os planos. Claro, é um momento “uau!”, mas distrai do trágico fim de Jyn, Cassian e todos os outros em sua missão.

Uma Nova Esperança

O final do filme introduz uma personagem que tem obviamente uma importância monumental e em uma cena fundamental, mas sem configuração adicional. Sim, os fãs sabem quem é Leia e o que ela está prestes a fazer. Mas não se enquadra no contexto de Rogue One. Imagine que você nunca viu um filme de Star Wars – sim, existem pessoas que nunca assistiram nada da franquia, aceite o fato – e este filme termina nesta cena extremamente estranha. Eles deveriam ter feito: A, introduzir Leia em uma cena anterior, dando alguns antecedentes sobre o seu papel; B, eliminar a cena final completamente e apenas encerrar a história de Jyn ao obter os planos pra Aliança Rebelde.

Os 9 personagens mais sombrios dos Simpsons

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Às vezes, sentimos vontade de chorar em meio às gargalhadas, mas não no bom sentido. Simpsons é uma das séries mais hilárias e duradouras de todos os tempos, mas, por trás das cores vibrantes e das críticas ácidas, existe tragédia em seus personagens. Aqui estão os 9 personagens dos Simpson mais sombrios do que parecem.

Sra. Hoover

A Sra. Hoover é uma alcoólatra que mostra sinais muito claros de depressão, o que é preocupante, pois ela é responsável por uma sala de aula cheia de alunos pré-adolescentes. Claramente, sua licença de professora deveria ser revisada.

“Como temos quinze minutos até o recreio, por favor, larguem os lápis e olhem pra frente da sala.”

Nelson Muntz

Como o valentão da escola, Nelson é frequentemente pintado como um vilão, mas quando você realmente para pra pensar sobre o fato de que ele é um menino de dez anos abandonado pelo pai e com problemas óbvios em casa, suas atitudes fazem muito mais sentido.

“Eu vou embora por uma semana. Até mais!” (Sua mãe não parece se importar se ele desaparece por longos períodos de tempo.)

Ned Flanders

As palavras “Ned Flanders” e “Dark” não parecem se misturar, mas sob seu exterior ensolarado está toda uma bagunça perturbadora. No episódio “Furacão Neddy”,descobrimos que Ned foi uma criança conturbada cujos pais essencialmente o espancaram até ele suprimir todos os seus impulsos negativos e substituí-los pelo eterno sorriso abestalhado. Embora ele prometa expressar sua raiva como uma pessoa saudável no final do episódio, fica bastante claro que ele volta a ser uma grande bomba relógio de repressão.

“… E se você realmente me irritar, eu vou te atropelar com o meu carro.”

Laurleen Lumpkin

A aparição de Laurleen n’Os Simpsons foi breve, mas esmagadora. Ela começou como uma garçonete que tenta seduzir Homer – com uma canção absolutamente bela – porque ele é o único homem que a tratou com um pingo de respeito. Homer eventualmente rejeita seus avanços e ela aparentemente não superou a rejeição, porque na próxima vez que a vemos, ela está claramente bêbada e sua dubladora mudou de Beverly D’Angelo pra mesma atriz que dubla Lunchlady Dorris, a enfermeira e cozinheira irresponsável do colégio. Aparentemente, ela volta na temporada 19, mas eu não vou falar sobre isso porque, bem… É ainda mais triste.

“Passei a noite passada numa vala.”

Agnes Skinner

A Sra. Skinner é pintada como a mãe dominadora por excelência, mas, na verdade, ela não sente nenhum amor pelo seu filho. Há algo muito errado com o episódio “O Diretor e o Soldado”, no qual se revela que o diretor Skinner é na verdade um impostor chamado Armin Tanzarian, mas eu diria que a pior parte é a vontade da idosa de cortar seu filho biológico pra fora da sua vida pra sempre – ao amarrá-lo a um trem – em favor do homem que roubou sua identidade.

“Desculpe, Seymour, é legal você estar vivo, mas você não é o que eu procuro em um filho. Que bom que você entende.”

Chefe Wiggum

Embora ele pareça apenas um ursinho de pelúcia grande e incompetente, Wiggum é realmente um homem muito mal. Quer se trate em subornar a Sra. Hoover pra fazer com que seu filho participe da peça da escola, ou confiscar um jogo de lançamento de argolas porque Homer não o suborna, o número de vezes que ele explora seu poder como chefe de polícia é perturbador. Springfield é basicamente um estado policial.

“Eu quero dizer que a gente não pode ‘policiar’ a cidade inteira.”

Prefeito Quimby

Não é nenhuma surpresa que os Simpsons apresentariam uma representação satírica negativa de um político, mas a longa história do prefeito Quimby envolve desvio de verba, adultério e, sim, até mesmo assassinato, o que chega a desafiar até mesmo as expectativas brasileiras.

“Admitirei que usei o tesouro da cidade pra financiar o assassinato de meus inimigos, mas como Gabbo diria, eu sou um menino malvado.”

Moe Szyslack

Não é segredo que Moe é um personagem sombrio, mas apenas chamá-lo de odioso não faz justiça ao quão perturbado o personagem é. O que as pessoas frequentemente negligenciam é o fato de que, além de gritar e resmungar o tempo todo, o hábito mais notável de Moe é provavelmente suas tentativas repetidas do suicídio que são… Bem… Nada engraçadas. Não há muito mais a dizer além disso.

“Ei, você tem um cereal de café da manhã pra pessoas com sífilis?”

Homer Simpson

Enquanto estamos no assunto de suicídio – que forma incrível de terminar uma lista sobre um adorável desenho animado, né? -, vamos falar sobre a vez em que Homer decide casualmente se amarrar num pedregulho e se afogar. Não, sério, aconteceu. No episódio “A Odisséia de Homer”, Homer é demitido da usina nuclear e depois de uma cena perturbadora em que ele quebra o cofrinho do filho de 10 anos na tentativa de roubar dinheiro pra comprar cerveja, Homer deixa um bilhete pra sua família e vai pra uma ponte. Ele só é impedido quando sua família o segue e é quase atropelado por um carro. Isso estimula Homer a entrar uma cruzada que lhe dá um novo sentido na vida e, eventualmente, leva a ele a um novo emprego na usina. Então, sim, se você já se perguntou como Homer conseguiu seu emprego como inspetor de segurança, essa é a razão… Uma razão profundamente perturbadora.

“Querida Família. Eu sou um completo fracasso e vocês ficarão melhor sem mim. Quando vocês lerem isto, estarei no meu túmulo aquático. (Um trecho de seu bilhete de suicídio real… Tenha um bom dia)

Mais 10 jogos que podem render mais de 100 horas de gameplay

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Se você nunca jogou um game por mais de cem horas, você é um casual. Nada contra, a gente ainda pode sentar no bar e conversar sobre nosso passatempo predileto numa boa, eu só acho que você ainda não encontrou o jogo certo pra sua vida. Talvez um dos 10 jogos que podem render mais de 100 horasseja o que falta. E se não forem ou se você finalmente tomou gosto pelos longos enredos e intermináveis quests dos games, aqui estão ainda mais 10 jogos que certamente valem algumas madrugadas da sua vida.

Fallout

Fallout tem tudo que um gamer pode querer. Customização de personagem profunda, centenas de equipamentos pra explorar a Wasteland de diversas abordagens únicas, enredo tanto visceral quanto hilário e toneladas de conteúdo open world. É fácil chegar a 200 horas de gameplay e o 4 não teve tanto conteúdo quanto 3, mas ao menos teve o melhor NPC de todos: o cachorro.

The Witcher

The Witcher foi feito por uma equipe amadora e sob investimentos mínimos, provando de uma vez por todas que não precisamos de milhões de dólares e milhares de desenvolvedores pra produzirem uma obra de arte. The Witcher 2 teve um progresso surpreendente em gráficos e jogabilidade e The Witcher 3 é certamente um dos melhores RPGs de todos os tempos. Tanto pelo seu mundo menos ‘batalhas cósmicas’ e mais ‘enfrente seus demônios internos’, quanto pelo sistema de alquimia, magia e combate, é impossível jogar The Witcher sem querer desbravar cada canto e cada pixel do jogo.

Disgaea

A clássica série de estratégia baseada em turnos de Nippon Ichi é bem conhecida por sua história bem-humorada e sua jogabilidade profunda, mas também por viciar seus jogadores e fazê-los perder madrugadas inteiras jogando direto. Independentemente do título que escolher, você encontrará uma campanha maciça, mas o ‘item world’ oferece a verdadeira cereja em cima do nosso bolo, dando acesso a centenas de fases geradas aleatoriamente e lhe desafiando a limpar os inimigos pra melhorar seus equipamentos. É muito mais viciante do que parece e é bastante capaz de entreter anos inteiros do seu tempo livre.

Borderlands

Eu não acreditava em gameplay infinito até conhecer Borderlands. O termo ‘incalculável’ ganha um novo nível quando você explora as possibilidades de armas dessa franquia e as missões totalmente compensam o esforço exigido. E quando você pensar que nada mais pode ser feito, eles surgem com um DLC insano, tipo um jogo de RPG de mesa dos personagens, em que você literalmente encarna o personagem do seu personagem e enfrenta uma história totalmente instável através da imaginação coletiva daquele grupo de loucos – Inception!

Red Dead Redemption

Rockstar não é só Grand Theft Auto e Red Dead Redemption é a maior prova disso. O velho oeste nunca pareceu tão cruel e NPCs nunca pareceram tão vivos antes desse enredo ser apresentado aos jogadores. Muitos dos jogos atuais pegam várias das mecânicas de Red Dead Redemption emprestado, até mesmo os jogadores casuais passam de cem horas aqui e uma sequência foi finalmente anunciada, fazendo os gamers comemorarem mais do que gol do Brasil em Copa do Mundo.

Dragon Quest

Os fãs de RPG de longa data sabem que Final Fantasy sempre teve um grande rival. Enquanto FF dominou o mundo, Dragon Quest sempre foi o soberano na Ásia. Apesar da série Dragon Quest ter menos títulos, todos são bem produzidos e já temos uma nova sequência anunciada pra atual geração de consoles. Um dos fatores mais divertidos dessa franquia, além do enredo maravilhoso e da jogabilidade incrível, é a arte de Akira Toryama – o criador de Dragon Ball – num contexto medieval, um dos elementos que impulsionaram as vendas no começo.

Batman Arkham

Batman só tinha jogo bosta antes de Arkham Asylum – que fique claro que a série Lego não conta. Desde então, tanto os gamers quanto os leitores de quadrinhos tiveram boas razões pra lembrar porque o Cavaleiro das Trevas é o melhor herói da DC: por causa dos seus vilões loucos, sua habilidade de derrubar dezenas de capangas sem precisar de armas de fogo, sua capacidade de fazer até mesmo o maior dos mafiosos se mijar nas calças e suas dezenas de bugigangas. Ser o Batman é uma experiência única e a série Arkham merece muitos agradecimentos por essa oportunidade com a qual apenas sonhávamos nos tempos de infância. Só falta agora a Marvel fazer um jogo decente do Homem-Aranha…

Far Cry

Quem joga Far Cry não precisa de entorpecentes, porque essa franquia é cheia de adrenalina e insanidade por si só. O que é melhor do que um open world? Um open world com explosivos! Sem falar, é lógico, em caçar animais selvagens, conquistar o território dos inimigos, nadar pela água pra testar até onde o jogo permite e dar de cara com um tubarão e invadir cavernas, que sempre têm um ‘loot’ esperando pra ser saqueado.

Minecraft

Se você tem mais de 20 anos, com certeza torce o nariz pra Minecraft – ao menos deveria. Mas vamos reconhecer que o jogo merece a popularidade que tem: nada nesse jogo é de graça, construir seus equipamentos e seus castelos exige muito tempo e criatividade, o desafio é intenso e até punitivo e provavelmente o seu sobrinho já construiu um monumento muito mais detalhado do que você sequer teria capacidade de imaginar. Particularmente, nunca joguei e nem tenho interesse em Minecraft, mas devo admitir que esse open world oferece muito mais do que a maioria dos títulos da atualidade.

Dragon Age

Dragon Age Origins já parecia ser parte de uma franquia gigantesca logo no seu nascimento. Eu fiquei particularmente cético, porque o PlayStation 3 ainda estava cheio de lixos pretenciosos naquela época, mas decidi me arriscar quando soube que era um título da BioWare, também responsável pelos melhores jogos de Star Wars e Dungeons & Dragons de todos os tempos. E, de fato, Dragon Age traz tudo de melhor do RPG eletrônico e ainda vários elementos do RPG de mesa, todos somados à capacidade de guiar a história e se relacionar com vários NPCs, de forma que é impossível não querer sempre mais – e olha que eu não sou de ficar triste quando termino um jogo, mas Dragon Age me fez isso. O Dragon Age 2 foi criticado por ser repetitivo e ter um level e encounter design pobres, mas o enredo ainda é uma obra de arte e o Dragon Age Inquisition é simplesmente o melhor jogo de todos os tempos. Digo, ele tem tudo! Cada personagem tem uma história cativante e detalhada, cada cenário te dá vontade de explorar até o último pixel, a jogabilidade é o pináculo do que um RPG pode oferecer e o enredo é simplesmente insano de bom. Sem falar que as decisões realmente afetam o destino do jogo e elas são realmente relevantes entre cada título. Só pra citar um exemplo, um dos personagens principais do primeiro jogo pode retornar nas sequências sentado num trono, ou comandando uma ordem de cavaleiros, ou como um prisioneiro num calabouço, ou pode estar morto ou talvez possa aparecer de ainda mais formas que eu desconheça. E você ainda pode começar a jogar por qualquer um dos títulos, que ainda vai entender o enredo todo. É sério, pare o que quer que esteja fazendo e vá jogar Dragon Age agora. Se quiser começar pelo Inquisition, fique a vontade, o jogo é fantástico, mas eu duvido que você não vai pensar depois ‘e se eu jogar o Origins e tomar algumas decisões diferentes lá atrás’. E, confie em mim, essas decisões diferentes vão mudar tudo.

Como a Marvel foi da falência aos bilhões de dólares em 20 anos

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Quem vê a Marvel hoje, no alto do sucesso dos filmes do seu universo cinematográfico, nem imagina que a empresa já comeu o pão que o diabo amassou, após chegar a declarar falência na década de 90 por conta de uma série de erros cometidas por seu principal executivo. E tudo isso aconteceu após ela viver um período de grande sucesso nos anos anteriores.

Mas afinal, como que a Marvel se transformou de uma empresa falida em uma máquina de fazer dinheiro em questão de 20 anos? Confira essa história abaixo.

Uma profecia

Em 1993, quando a Marvel e a indústria dos quadrinhos aparentavam estar em boa saúde, Neil Gaiman, autor do Sandman, fez um discurso que muitos consideraram uma profecia que se concretizou.

Gaiman afirmou que o mercado dos quadrinhos era semelhante a uma bolha, pois ele encorajava colecionadores e comprarem o maior número de HQs possíveis, na esperança de que um dia, eles poderiam valer uma boa grana. Gaiman ainda fez uma analogia com o que aconteceu no mercado das flores do tipo Tulipa no século XVII, que explodiu e ruiu em poucos anos.

“Você pode vender muitos quadrinhos para a mesma pessoa, especialmente se você dizer que ela está fazendo um investimento que terá retorno. Mas se você vender bolhas e tulipas, um dia a bolha irá explodir e as tulipas irão apodrecer”, disse Gaiman.

Esse bolha na qual o autor se referiu teve início alguns anos antes do seu discurso, quando os quadrinhos, uma vez considerados dispensáveis pelos pais, se tornaram itens valiosos para colecionadores que cresceram idolatrando diversos super-heróis. Tanto que na década de 80, as HQs voltaram a se tornar assunto na mídia e se inspiravam nas histórias da chamada Era de Ouro dos Quadrinhos.

Muitas editoras começaram a fazer uso da capas alternativas, que às vezes, usavam técnicas de impressão mais caras e pomposas. Muitos leitores gostaram disso, mas especialistas já afirmavam que isso poderia causar problemas no futuro.

Ron Perelman, o grande vilão

Enquanto os quadrinhos vendiam rapidamente no mercado, a Marvel chamou a atenção de um homem chamado Ron Perelman. Ele era um milionário que gostava de tirar fotos com um charuto na mão e investia em vários ramos do mercado. Em 1989, Perelman gastou US$ 82,5 milhões para comprar a Marvel Entertainment Group, que fazia parte da New World Pictures.

Em dois anos, a Marvel entrou para a bolsa de valores e Perelman resolveu gastar muito dinheiro para promover a marca: comprou ações de uma empresa de brinquedos chamada ToyBiz, comprou empresas que produziam cartas, figurinhas da marca Panini e uma empresa de roupas. Todos esses investimentos ficaram na casa dos US$ 700 milhões.

No início dos anos 90, a Marvel aproveitava o sucesso dos quadrinhos do Homem-Aranha e dos X-Men, que vendiam muito bem. E quando a série da X-Force foi lançada, ela também foi um grande sucesso, pois vinha acompanhada de cinco cartas dos seus personagens. Mas se os colecionadores quisessem ter mais cartas a sua disposição, teriam de comprar várias cópias do mesmo quadrinho. E foi o que muitos fãs fizeram.

E como Neil Gaiman previu, a bolha estourou. Entre 1993 e 1996, os lucros com quadrinhos e cartas começaram a diminuir drasticamente. E a Marvel, que parecia invencível no mercado, se tornou uma marca vulnerável.

“Quando tudo mudou, tudo que poderia dar errado deu realmente errado”, disse o então CEO da Marvel na época, Scott Sassa.

Muitas pessoas dentro da indústria culparam as estratégias de Perelman por terem causado o colapso dos quadrinhos da empresa.

“A falha no seu plano é que ele (Perelman) prometeu a investidores que a Marvel teria mais expansões de marca e um aumento de preços. Esse plano ficou claramente impossível no início de 1993, quando mais e mais fãs decidiram parar de comprar quadrinhos por conta dos custos, em meio à noção generalizada de queda na qualidade dos quadrinhos da Marvel”, disse Chuck Rozanski, CEO da Mile High Comics.

Muitos revendedores viram as vendas de quadrinhos caírem até 70% durante essa época. Logo, o mercado se tornou uma verdadeira bomba e o próprio Perelman admitiu que não antecipou o que foi dito por Neil Gaiman.

Uma batalha pelo poder

Em 1995, a Marvel estava completamente endividada. Ao notar que as perdas não paravam de qualquer forma, Perelman decidiu fazer um investimento em um território novo: criou a Marvel Studios, na esperança de que os personagens da editora ganhassem vida nas telonas. Para isso, pensou em comprar o restante das ações da ToyBiz e juntá-la à Marvel, criando uma única marca.

Mas os acionistas foram contrários, ao afirmar que isso poderia afetar ainda mais as ações da Marvel. A resposta de Perelman foi declarar falência, pois assim, poderia reorganizar a empresa sem o consentimento dos acionistas.

E isso resultou em uma luta de poder dentro da Marvel que durou dois anos. Um acionista chamado Carl Icahn tentou se opor a Perelman e fez duras críticas ao seu novo inimigo.

A briga terminou em dezembro de 1998. Após todo o caso ir à justiça, a Marvel Entertainment Group se fundiu com a ToyBiz, mas Perelman e Icahn foram expulsos da empresa. Outros executivos também disseram adeus, como Scott Sassa.

Todos foram expulsos por dois executivos da ToyBiz que faziam parte da Marvel desde 1993: Isaac Perlmutter e Avi Arad. E eles fizeram Joseph Calamari, um dos responsáveis pelo sucesso da Marvel nos anos 80, como novo CEO da empresa.

Agora que toda a turbulência passou, a Marvel, enfim, pode voltar suas atenções para a indústria do cinema, seu grande desejo.

Marvel nas telonas

Avi Arad era o CEO da ToyBiz e considerado um dos grandes desenvolvedores de brinquedos no mundo. Ele chegou a comprar 46% das ações da Marvel em 1993 e ainda ganhou mais 10% após a batalha judicial citada acima. No início, ele era o responsável por transformar os personagens da editora em brinquedos, mas logo se tornou o chefe dos filmes da empresa, substituindo ninguém mais, ninguém menos que Stan Lee.

Arad foi o produtor executivo da amada série animada dos X-Men na década de 90 e foi ele quem fez o acordo com a Fox para que o estúdio produzisse um filme da equipe de mutantes.

Por conta dos problemas financeiros da Marvel, no início, Arad teve muita dificuldade para convencer os estúdios de Holywood de que filmes com os personagens da empresa seriam um bom negócio.

Tudo mudou no final da década de 90, quando a Marvel começou a se recuperar de suas falhas. O filme do Blade se tornou um sucesso e a Fox decidiu gravar o longa dos X-Men. Mas os lucros foram mínimos no início: apesar de Blade ter arrecado US$ 70 milhões, a empresa ficou com apenas 25 mil dólares. E mesmo após X-Men e Homem-Aranha arrecadarem valores maiores, os lucros continuaram pequenos.

O nascimento de um universo cinematográfico

Em 2003, um homem chamado David Maisel deu uma ideia a Isaac Perlmutter: por que não produzir filmes sob a própria tutela da Marvel para garantir lucros maiores? E nessa ideia, ainda seria possível cruzar as histórias, da mesma forma que acontece nos quadrinhos.

Mas como a empresa ainda estava com dificuldades financeiras, o próprio Maisel sabia que poderia ser difícil convencer os diretores da empresa a investir nesse ramo, que como sabemos, precisa de muito dinheiro.

Tudo mudou em 2005, quando a Marvel fez um acordo com o banco Merrill Lynch. E ele era bem arriscado: se os filmes não dessem retorno, direitos de personagens como o Homem de Ferro, Thor e o Capitão América estariam nas mãos do banco.

O Merill Lynch emprestou uma quantia generosa de dinheiro para a Marvel: US$ 525 milhões, que ela poderia gastar em 10 filmes, que deveriam ter um orçamento que variasse entre US$ 45 milhões e US$ 180 milhões. Com parte do dinheiro, a Marvel conseguiu recuperar os direitos de alguns personagens que ela havia vendido, como o Homem de Ferro, Thor, Viúva Negra e Hulk.

Homem de Ferro foi o primeiro filme anunciado como produção independente da Marvel. E enquanto todos trabalhavam no longa, a empresa tomou outra decisão de extrema importância.

Um presidente e um acordo de US$ 4 bilhões

Kevin Feige começou no ramo do cinema como assistente da produtora Lauren Shuler Donner. E seu amor pelos quadrinhos era tamanho que com apenas 27 anos de idade, se tornou um dos produtores do primeiro filme dos X-Men. Ele acabou produzindo Homem-Aranha, Demolidor e Hulk alguns anos depois. Por conta disso, foi escolhido para ser o presidente da Marvel Studios em 2007. Ele também ajudou na produção de Homem de Ferro, que arrecadou US$ 585 milhões em bilheteria.

Outro fator de grande importância veio em 2009, quando a Disney comprou a Marvel por US$ 4.3 bilhões. E Avi Arad ainda achou pouco. “Foi barato! Essa é uma marca forte e temos planos para ela”, disse, na época da compra.

E Arad estava certo: alguns anos depois do lançamento do Universo Cinematográfico da Marvel, Os Vingadores chegou aos cinemas em 2012 e bateu a marca dos bilhões em bilheteria (e é o sexto filme mais lucrativo da história). Logo depois, veio Homem de Ferro 3, que arrecadou US$ 1.2 bilhão. E o recente Vingadores: Guerra Infinita já ultrapassou a marca dos 2 bilhões.

Ou seja, a Marvel deu adeus os tempos de vacas magras e se tornou uma marca extremamente valiosa, conforme previsto por Avi Arad.

Para uma empresa que estava falida há 20 anos, a Marvel viu sua sorte mudar por completo. Ela conseguiu sobreviver a esse período sombrio e hoje se tornou uma máquina de fazer dinheiro. Como o mundo dá voltas, não é mesmo?

Wolverine retorna aos quadrinhos com um novo poder assustador; confira

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Wolverine passou seus últimos anos nos quadrinhos morto, mas agora ele está de volta e suas garras estão mais mortais do que nunca. Se sua ressurreição já não fosse o suficiente para fazer os fãs comprarem o quadrinho “Return of Wolverine” (Retorno do Wolverine, em tradução literal), seu mais novo poder é assustador, para o azar de seus inimigos.

Nesta nova história, o casulo de adamantium, que causou a morte do Wolverine é encontrado vazio e seus restos mortais estão desaparecidos. Mas eles, na verdade, estão muito bem e vagando pelo planeta. E no fundo, o herói está melhor do que nunca, pois suas garras não estão apenas afiadas e indestrutíveis como sempre.

Com seu mais novo poder, nosso amigo Logan também é capaz de esquentar suas garras a temperaturas muito altas, para o azar de seus inimigos. E antes que as especulações e teorias comecem a surgir, os próprios responsáveis pelo novo quadrinho, o escritor Charles Soule e o artista Steve McNiven, já trataram de esclarecer algumas coisas.

Soule logo explicou o motivo de ter dado essa nova habilidade para o herói.

“O corpo de Wolverine sumiu. Todo o Universo Marvel está o procurando, por que ele é uma parte importante desse quebra cabeça envolvendo os super-heróis. E depois de um tempo, ele será encontrado. Eu pensei que era uma oportunidade real de fazer coisas que o fizessem parecer novo em folha. Se você volta do mundo dos mortos, deve significar algo”, disse.

“Uma de suas manifestações físicas é que agora, de tempos em tempos, suas garras também podem esquentar. Elas podem ficar muito quentes”, explicou Soule.

Além das afirmações do escritor, o artista Adam Kubert também já revelou uma das capas que desenhou para o novo quadrinho, que mostra apenas as garras do Wolverine com sua mais nova habilidade, já que elas estão brilhando igual metal aquecido. Confira abaixo.

Do ponto de vista visual, adicionar esse poder assustador as já assustadoras garras do Wolverine é algo mais do que bem vindo, já que agora elas também terão um efeito brilhante de metal aquecido. E é algo que deixaria quem assistiu aos filmes muito animado e torcendo para uma adaptação em novos títulos da franquia.

Já para quem o acompanha desde os quadrinhos, é uma novidade mais que bem vinda, mas pelo simples fato das famosas garras de Logan nunca passarem por algum tipo de atualização no últimos 40 anos.

E a mensagem de Retorno de Wolverine fica bem clara: o mutante mais famoso dos quadrinhos pode estar de volta, mas ele mudou nesse tempo que ficou longe dos holofotes.

Só que essa novidade possui um problema em potencial: adaptações para possíveis filmes. A Fox ou a Disney (se ela realmente conseguir o controle da franquia nos cinemas) não conseguirão revelar esse poder em um filme voltado para pessoas menores de 16 anos no Brasil. Existe uma diferença entre um herói que utiliza garras para atacar seus inimigos e outro herói que queima seus inimigos vivos (e até mesmo seu corpo, antes de se regenerar). Com certeza, é algo a se pensar no futuro.

Outro pequeno contratempo é explicar de onde que essa nova habilidade surgiu. Nos quadrinhos, uma possibilidade é que o tempo que Logan ficou em meio ao casulo de adamantium derretido lhe deu energia térmica extra para desenvolver esse poder (lembre-se, os quadrinhos não possuem muita lógica para explicar certas coisas). Ou então, pode ter alguma ligação com uma das Joias do Infinito.

De qualquer forma, não deixa de ser um poder assustador, mas também fantástico. Só não sabemos se uma nova versão do Wolverine nos cinemas poderá utilizá-lo. Talvez, haja espaço apenas para uma pequena menção, no caso de se tratar de um filme para um público mais jovem.

De qualquer forma, devemos ter algumas respostas sobre o herói a partir do mês de setembro, quando Retorno do Wolverine será lançado pela Marvel nos Estados Unidos

5 personagens icônicos da Marvel que não foram criados pela editora

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Que a Marvel é um gigante comercial e criativo todo mundo sabe. Além de criar quadrinhos ousados, dinâmicos e extremamente bem sucedidos periodicamente, a companhia ganhou um apelo global graças a intervenção do Mickey Mouse, através do seu empolgante universo cinematográfico. Criando gerações completamente novas de fãs, mas mantendo os ávidos leitores de longa data o “boost” promete ser ainda maior com o terceiro filme dos Vingadores.

Sempre associada a “Era de Prata” dos quadrinhos, (período que em que o mundo é apresentado a ícones da cultura pop como Homem-Aranha, Quarteto Fantástico e os Vingadores). No entanto, para a surpresa de muitos, grandes personagens da Marvel são mais antigos do que a própria empresa. Como isso é possível ?

Em alguns casos, eles eram personagens criados para Timely Comics ou Atlas Comics, que mais tarde se tornou Marvel Comics. Em outros casos, eles foram trazidos para Marvel através de um litígio estranho, geralmente envolvendo Todd McFarlane. Deu para ter uma noção com essa leve mastigada?

Felizmente, você não precisa de Samuel L. Jackson para entrar invadindo a sua casa para explicar isso a você. Tudo o que você precisa é este guia útil com 5 personagens da Marvel que você não sabia que começaram em outros editoras.

VIÚVA NEGRA

Todos obviamente sabem quem é a Viúva Negra: uma super espiã russa, que foi durante anos a única heroína do MCU. E enquanto a performance de Scarlet Johansson como Viúva Negra no Marvel Cinematic Universe tornou a personagem um fenômeno mundial, havia outra personagem usando esse nome de volta em 1940!

A primeira Viúva negra foi criada por Timely Comics e não teve nada a ver com a Rússia ou a espionagem. Em vez disso, ela era uma serva de Satanás. Sempre vestida de preto (obviamente), ela tinha como missão matar bandidos para entregar suas almas ao diabo.

Você esperaria que essa premissa permanecesse enterrada nos anos 40, mas quando a Marvel Comics a trouxe de volta em alguns flashbacks modernos antes de apresentá-la formalmente em The Twelve , uma série de quadrinhos que se concentrou em heróis vintage que foram criogenicamente congelados por nazistas e depois descongelados no presente. Porém, sua obsessão do século XXI com os trajes da “bruxa sexy” permanece desconhecida, no entanto.

TOCHA HUMANA

Tocha Humana, sem dúvidas é um nome extremamente familiar para todos os fãs de quadrinhos. Ele é o herói mais “cabeça quente” do Quarteto Fantásico (peço perdão pelo trocadilho infame).

Famoso no cinema pela interpretação de Chris Evans, muito antes dele imortalizar outro incrível personagem: Lucas Lee (Scott Pilgrim vs. the World). Ah, e é claro um cara chamado Capitão América. No entanto, muito antes disso, o Tocha Humana era um Androide.

Criado pela Timely Comics, Tocha humana teve histórias que variavam entre ele ser um personagem heroico e um monstro, porém seu status como herói rapidamente se rapidamente se solidificou quando se juntou ao grupo The Invaders, que tinha como objetivo : “Chutar a bunda dos nazistas”.

O nome e o poder do personagem obviamente foram recriados para o quadrinho do Quarteto Fantástico, mas o Tocha original apareceu em histórias posteriores como um Androide assassino , um amigo do Punho de Ferro e Luke Cage e ocasionalmente um vingador.

NAMOR

Namor é um personagem cuja popularidade regularmente oscila. Não muito diferente das ondas de seus preciosos oceanos. Ele foi um dos primeiros personagens da Timely Comics, do qual obteve sua natureza mercurial estabelecida muito cedo: ele era um inimigo direto para os Estados Unidos, e suas façanhas memoráveis incluíam tentar destruir toda Manhattan com um maremoto.

Como muitos personagens de quadrinhos iniciais, a Segunda Guerra Mundial lhe deu um propósito, e ele ajudou o Capitão América e o Tocha humana a lutar contra os nazistas. O personagem experimentou retornou um breve retorno nos quadrinhos pela Atlas, antes de ser inserido no moderno cânone da Marvel quando apareceu no Quarteto Fantástico.

Mais recentemente, a Marvel teve dificuldade em vender histórias solo do Namor , embora você possa normalmente contar com ele para aparecer em aventuras com os X-Men (ele afirma ser o primeiro mutante do mundo), os Vingadores (eles sempre podem usar mais pessoas arrogantes com poderes) e o Quarteto Fantástico(porque ele nunca perde a chance de flertar com a Mulher Invisível).

CAVEIRA VERMELHA

O verdadeiro Caveira Vermelha foi o soldado nazista Johann Schmidt, e ele tem sido o principal inimigo do Capitão América desde a sua introdução. Ele lutou contra o Capitão América na antiga Timely Comics e, mais tarde, a Marvel Comics estabeleceria que, convenientemente, ele também estava na geladeira após a guerra e voltou a aterrorizar o mundo moderno.

A aparência e marca registrada do personagem começou como uma máscara. No entanto, suas próprias armas o transformaram em um rosto de crânio genuíno, e sua mente evoluiu um pouco: ele habitou um clone do Capitão América e um general soviético chamado Aleksander Lukin. Além disso, um clone completamente diferente do Caveira Vermelha atormentou os Uncanny Avengers e quase governou o mundo!

CAPITÃO AMÉRICA

Mais do que quase qualquer outro personagem cômico, o Capitão América chegou à cena totalmente formado. Muitos personagens de quadrinhos evoluem significativamente ao longo do tempo: os fãs adoram apontar os tempos que o Batman da era de ouro matava, por exemplo.

No entanto, a capa do primeiro quadrinho do Capitão tem um homem vestido como uma bandeira americana que bate em Hitler e essa é a personificação perfeita da liberdade e do idealismo contra o fascismo e a opressão. Capitão América nasceu!

Contudo, esse personagem da Timely Comics floresceu durante toda a Segunda Guerra Mundial, mas sua popularidade (e a da maioria dos quadrinhos dos heróis) desapareceu rapidamente depois disso. Timely parou de fazer seus quadrinhos em 1950. Mais tarde,a Atlas trouxe o personagem de uma forma embaraçosa como ” Captain America: Commie Smasher. ”

Finalmente, a quarta edição da hq The Avengers trouxe o Cap para o moderno cânone Marvel, e aquelas aventuras ” Comie smashing ” foram retribuídas como sendo as aventuras de um Capitão América muito diferente (e perturbado). No entanto, a maneira como a Marvel agora está retratando o personagem em significa que eles podem ter que chamá-lo de “smasher nazista” por um tempo para fazer Cap parecer legal novamente!

3 projetos incríveis de Quentin Tarantino que nunca veremos

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Com o recente anúncio do próximo projeto de Quentin Tarantino – uma verdadeira história de vida baseada nos assassinatos da Família Manson- ele está cada vez mais próximo de seu plano de aposentadoria. Ele declarou muitas vezes que seu décimo filme será seu último , e o projeto Manson o levará até o nove; Por sua conta, de qualquer maneira.

Tarantino é um diretor que gosta de tomar seu tempo para decidir qual filme ele abordará em seguida, mas ele também gosta de falar sobre projetos que ele possa fazer. Seu nome circulou em torno de um monte de filmes potencialmente excitantes ao longo dos anos, apenas por um punhado para acabar sendo feito. Ele continua ameaçando desencadear Kill Bill: Volume 3, mas os adeptos se acostumaram com a queda do desapontamento quando certos projetos não se materializam.

Por isso nós resolvemos fazer uma listinha com 3 grandes projetos que trariam uma ótima completamente diferente sobre personagens já famosos.

CASINO ROYALE

Provavelmente, o projeto fracassado mais improvável na lista é Casino Royale , que Tarantino queria fazer com Pierce Brosnan seguindo Die Another Day . Ele imaginou um thriller de espionagem da velha escola, ambientado na década de 1960, que seria fiel ao romance original, e a maneira como o viu os produtores não tinham nada a perder experimentando sua fórmula.

Ele sugeriu que Uma Thurman pudesse ser Vesper Lynd, e até mesmo filmá-lo em preto e branco. Brosnan estava a bordo com a visão de Tarantino e até mesmo lançou-a aos produtores, que não estavam interessados. Quando eles ouviram a resposta positiva dos fãs a um possível filme do Casino Royale, eles decidiram que deveria ser o próximo filme, mas eles precisavam de um novo Bond.

Brosnan foi expulso, Daniel Craig foi contratado como seu substituto , e Martin Campbell apareceu como diretor. Foi uma jogada inteligente de sua parte; O filme foi um grande sucesso e continua sendo uma das entradas mais revistas da franquia. O movimento quebrou o coração de Tarantino, porém, que se sentiram desprezados e que eles apenas se aqueceram para a ideia, uma vez que ele sugeriu. Como resultado, ele afirmou nunca ter assistido a saga 007 de Craig.

DOUBLE V VEGA

Quando Pulp Fiction foi lançado em 1994, apenas os fãs mais observadores perceberam que Vincent Vega de John Travolta e Vic Vega de Michael Madsen – também conhecido como Mr. Blonde – deveriam ser irmãos. Foi um link entre os filmes , e durante anos, Tarantino provocou o público sobre um filme em potencial onde os dois se juntaram.

Uma vez que ambos os irmãos da Vega estão mortos no final de seus respectivos filmes, o diretor teve a ideia de uma prequel onde os dois possuem uma boate em Amsterdã e acabam caindo sobre uma mulher. Infelizmente, o diretor nunca encontrou tempo para se sentar e escrever o Double V Vega , e com os anos passados, Madsen e Travolta ficaram mais velhos.

Madsen revelou mais tarde que Tarantino encontrou uma maneira de fazê-lo funcionar; Em vez de ser algo pré, seria uma sequência, onde os irmãos gêmeos de Vicente e Vic se uniram para vingar suas mortes. Mais uma vez, ele se concentrou em fazer outros filmes, e finalmente decidiu que os atores eram muito velhos para que o filme avançar.

LUKE CAGE: HERO FOR HIRE

Levou muito tempo para uma versão live action de Luke Cage chegar, e ao longo dos anos, atores como Idris Elba, Jamie Foxx e Tyrese foram considerados para o herói à prova de balas. Mike Colter finalmente assumiu o papel da série Netflix e ganhou muitos fãs no processo.

Enquanto Tarantino prefere criar caracteres originais ao invés de adaptar material pré-existente, ele era considerado em um filme de quadrinhos no passado. Além de refletir brevemente sobre um filme do Lanterna Verde , a lenda diz que ele escreveu um script sobre o Surfista Prateado no início dos anos noventa. Ele também é um fã vocal dos quadrinhos de Luke Cage e pensou seriamente em uma adaptação durante a última parte dessa década.

Ele pensou que Laurence Fishburne seria perfeito para o papel, e que precisava ficar perto das raízes do quadrinho, estabelecendo-se na década de 1970. Tarantino eventualmente falou disso, porém, ele alegou que preferiria criar um novo personagem de quadrinhos do que ser encaixotado por uma criação existente.

Senhor dos Anéis: Coisas que enganaram a todos

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Algumas das histórias mais amadas dos últimos cem anos estão ligadas aos duendes, hobbits, anões e feiticeiros dos livros de Tolkien. Embora o universo da Terra Média tenha encontrado um lugar na coleção de qualquer aficionado em literatura, é difícil argumentar que o mais conhecido da franquia, surpreendentemente não é a trilogia “Senhor dos Anéis”.

Durante esta história, os leitores puderam conferir a luta clássica do bem versus do mal em meio a magias, espécies místicas e cenas de batalha épicas.
Um detalhe que aumentou a fama do “The Lord of the Rings” é indiscutivelmente as adaptações cinematográficas de Peter Jackson que foram lançadas no início dos anos 2000.

A trilogia imediatamente tornou-se referência como uma obra de arte para cineastas, e os milhões de dólares que ganharam, fizeram com que as duas moedas do jogo saíssem satisfeitas. Esse favorito dos fãs obteve o equilíbrio perfeito, tanto em qualidade quanto em rentabilidade.

No entanto, para a magia do cinema acontecer muitos elementos da história original foram simplesmente descartadas ou deturpadas.

O que fez alguns fãs ávidos da obra a questionarem representações pobres de personagens e cenas, alguns até confundiram a linha cronológica tanto que os fãsque consumiram exclusivamente os filmes podem estar convencidos de algumas ideias extremamente falsas sobre a Terra Média e seus ocupantes.

Por isso nós do Ei Nerd resolvemos listar cinco “mentirinhas” incluídas nos longas.

SAURON NÃO É O PRINCIPAL VILÃO DA TERRA MÉDIA

Vamos avançar e mergulhar imediatamente no que poderia ser o pior desses fatos, afinal, uma presença malévola e doentia na Terra Média que supera até Sauron é no mínimo surpreendente, por isso é importante apresenta-lo a Morgoth.

Sauron é apenas o servo de Morgoth que ganhou os holofotes, estilo Darth Vader em Star Wars, e a razão pela qual Sauron pode se destacar como o principal antagonista em Senhor dos Anéis é que Morgoth foi ultrapassado e deixado de lado.

Esta descoberta pode não parecer muito ruim, já que a existência de Morgoth não impediu a morte iminente de Sauron para os habitantes da Terra Média.

Verdadeiramente, se Sauron não tivesse sido tratado como o vilão principal, os fãs poderiamachar estranho sobre terem antagonistas diferentes nos filmes. Afinal, Morgoth está envolvido principalmente com outras histórias da Terra Média, como The Silmarillion.

O problema surge porque os fãs dos filmes são levados a acreditar que não há maior ameaça para a Terra Média do que Sauron.

Depois de ficar com uma trilogia de filmes durante anos e cerca de doze horas de DVDs de versão estendida, descobrir que existe outro vilão pior queSauron instiga e desacredita parte dos fãs desse universo.

O ANEL NÃO É TÃO PERSUASSIVO ASSIM

A ideia principal na história é que o Anel tem uma característica persuasiva que faz o seu usuário mudar de personalidade e moral. Os filmes começam a moldar essa ideia em “The Fellowship of the Ring”, quando Bilbo prova que ele foi afetado pelo Anel – e até mesmo Gandalf resolve não aceitar porque ele não confia em si mesmo.

A consideração cuidadosa dos filmes e dos livros contradiz essa noção de poder do objeto, no entanto, uma vez que os personagens se aproximam do Anel sem que ele os dominasse. O exemplo óbvio é Sam, que carrega o Anel por um espaço de tempo e tem dificuldade em devolvê-lo a Frodo.

Nos livros, Faramir também não parece afetado pelo Anel, e durante os filmes, Aragorn ouve seu chamado, mas tem a força para fechar a mão de Frodo em torno dele.
Lembre-se também de que Merry, Pippin e Legolas estão próximos e, em nenhum momento, qualquer um deles insinua que eles estão pensando em roubar o Anel.

Quando confrontados com uma série de personagens que não caem na influência do Anel, é claro que não é sempre persuasivo, não importa o que os filmes digam.

AWREN NÃO PODE APENAS DECIDIR NÃO SER IMORTAL

Se você ficou envolvido no romance Aragorn / Arwen nos filmes, isso é razoável. Seu amor é quase tangível enquanto eles interagem em Rivendell, e sua reunião depois da Guerra do Anel vale um sorriso.

Afinal, Arwen desistiu de sua imortalidade para passar uma curta vida com Aragorn, mas se você presumiu que todo elfo tem a opção de renunciar à imortalidade dessa maneira, você ficou totalmente enganado.

Arwen só pode escolher isso por causa de sua linhagem, assim acontece Beren e Lúthien –quando um humano e um elfo que se apaixonam. Uma vez que esse humano, Beren, morre, Lúthien também morre, e só porque Mandos (um responsável por julgar) foi tocado por sua dor, é dada a opção de viver como mortal com seu amor.

O que torna a decisão mais complicada do que apenas dizer que quer ser mortal. Na medida em que é só porque ela é de linhagem humano-élfica que ela pode fazer a escolha.

Essencialmente, a menos que convençam Mandos ou tenham essa ascendência combinada, um elfo é sempre um elfo.

O FIM DO ANEL NÃO É O FINAL DA LUTA

Você não pode argumentar logicamente que o fim do Anel é igual ao final dos filmes, pois há inúmeras cenas finais antes do Retorno do Rei terminar.

Se você é um fã dos livros, porém, há um detalhe específico que as adaptações de filmes ignoram. Nos filmes, uma vez que Frodo se recuperou, os hobbits voltam para o Condado. No entanto, o retorno dos hobbits é diferente.

Quando os hobbits voltam para o seu amado Condado, eles descobrem que os remanescentes do mal assumiram seu lar sob a orientação de Saruman. Os pequenos heróis têm que livrar o Condado daquela força negra antes de alcançar um final feliz.

É compreensível que Peter Jackson negligencie a adição deste detalhe nos filmes, já que mantem o momento absoluto da vitória da queda de Sauron. Ainda assim, isso nubla a conclusão geral da guerra, enganando o público levando-o a pensar que tudo está conectado ao momento em que Sauron é derrotado.

SAURON NÃO PODERIA TER UM OLHO

Se você conhece apenas o Sauron do filme, provavelmente você o associará com um grande olho ardente que é elevado no céu da sua torre em Mordor. No entanto, se você está indo estritamente pelos livros, então essa imagem é imprecisa.

Enquanto você pode ler sobre os olhos de Sauron, a ideia é mais uma metáfora do que algo literal, e os leitores são mesmo levados a acreditar que, perto do final da história, o vilão tem uma forma física que inclui mais do que apenas um olho.

Essa visão que você tem de um olho real estendido acima de Mordor é a criação de Peter Jackson, uma vez que ele escolheu tomar uma ideia metafórica e torná-la literal.

No geral, a escolha não prejudica necessariamente a trama dos filmes e é uma imagem épica para se conectar ao antagonista. Quantos olhos flamejantes podem quase assumir um domínio ou enviar tremores na espinha com um simples olhar? É uma tomada única e eficaz sobre o assunto, e é razoável concluir que Peter Jackson fez uma boa decisão com esse detalhe.

Independentemente disso, ainda não é preciso em comparação com os livros, então você mais uma vez foi enganado.

It – A Coisa: os principais Easter Eggs e referências do filme

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O filme It – A Coisa, adaptação da obra do autor Stephen King, já pode ser considerado um verdadeiro sucesso. O longa já quebrou recordes de bilheteria, arrecadando, até o momento, USS$ 376 milhões, além de ser bem recebido pelo público e crítica.

Quem já conhece a obra de Stephen King, pode ter percebido que existem diversos Easter Eggs dentro do filme, sejam em referência ao livro, cultura pop e os demais trabalhos do popular escritor. Confira alguns deles abaixo:

Boneco de Pennywise

Após os membros do Losers’ Club se perderem na casa abandonada, Richie se encontra no pior lugar possível: um quarto cheio de bonecos de palhaço. Mas se você olhar atentamente, verá um em especial: o Pennywise da série de TV, lançada em 1990, que foi interpretado pelo ator Tim Curry.

Mãos de lobisomem

No livro e na série de TV, o maior medo de Richie são lobisomens. Então, naturalmente, essa é a forma que a Coisa utiliza para conseguir amedrontá-lo. E apesar de não termos visto um lobisomem uivando no filme, há uma cena rápida em que é possível ver rapidamente a criatura.

Enquanto que o monstro avança em Eddie, Bill, Richie e Beverly na casa abandonada, é possível ver garras de lobisomem saindo das luvas do palhaço. Foi algo breve, mas ainda assim o suficiente para assustar.

Camiseta da Tracker Bros.

Quando Eddie, Richie e Bill vão procurar por Georgie nos esgotos, ainda no início do filme, é possível ver que Bill está usando uma camiseta verde com o logo oval de uma empresa.

Se você leu o livro, entenderá esse easter Egg de It – A Coisa. Olhe atentamente e veja que essa logo é da empresa Tracker Bros. Na obra original de Stephen King, essa é uma companhia conhecida na cidade de Derry, e também a fábrica onde o Eddie, já adulto, encontra Pennywise após retornar para a cidade.

Camiseta em referência a Christine

Se você é fã dos livros de Stephen King, também entenderá esse Easter Egg. Há uma cena em que Eddie está utilizando uma camiseta com a estampa de um carro bravo. Se achou isso familiar, você provavelmente leu Christine, obra lançada em 1983 pelo autor, que tem como enredo um carro assassino que, aparentemente, possui vida.

Camiseta da Freese’s

Mais um Easter Egg de It – A Coisa que é relacionado à vestimentas. Se já não bastassem os dois exemplos citados acima, há um momento em que é possível ver Richie utilizando uma camisa com a logomarca Freese’s. Essa era uma antiga loja de departamentos que funcionou na cidade de Bangor, no estado de Maine, nos Estados Unidos, de 1892 a 1985. Mas qual é o Easter Egg aqui?

Muito simples: além da Freese’s também ser mencionada no livro, a cidade de Bangor é um dos locais em que Stephen King reside. Uma homenagem ao autor da obra original? Pode apostar que sim.

Bicicleta prateada

Você pode nem ter prestado atenção às bicicletas que as crianças utilizaram como meio de transporte em It – A Coisa. Mas uma delas, em particular, merece algum destaque: a bicicleta prateada de Bill.

No livro, essa bicicleta é responsável por salvar duas vidas: uma na década de 50, após Bill utilizá-la para salvar Eddie de um ataque de asma, e depois na década de 80, quando o Bill adulto anda em meio ao tráfego de veículos em uma rua movimentada para salvar sua esposa.

O mural da Gangue Bradley

Os produtores de It – A Coisa se preocuparam com certos detalhes, como você já pode ter notado. E outro que vale ser citado é o mural em referência a Gangue Bradley.

No livro, a Gangue Bradley era um grupo de foras da lei que foram mortos pelos cidadãos de Derry em 1929, ano que marcou a última aparição de Pennywise antes de ele assombrar os membros do Losers’ Club. Foi uma excelente referência ao material original.

As Luzes da Morte

No livro, é explicado que Pennywise é um antigo ser cósmico que surgiu antes da existência e entrou em nosso universo a partir do chamado “Macroverso”. Ele, na verdade, não é um palhaço, só que palhaços são ótimos para assustar e chamar a atenção de crianças, então é mais fácil assumir essa forma. A Coisa, na realidade, é algo chamado de “Deadlights” (Luzes da Morte), que é uma forma de energia arcaica extremamente poderosa. Não há nenhuma menção a ela no filme, mas é rapidamente vista.

Após Pennywise raptar Beverly e leva-la até os esgotos, a garota consegue ver essas luzes no interior da garganta do palhaço, e logo em seguida, entrou em coma e começou a flutuar. Para quem não conhece o livro, foi um momento estranho, mas quem já o leu, entendeu tudo o que aconteceu.

5 Personagens da Marvel que são melhores no cinema

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Toda vez que um novo filme de quadrinhos é lançado nos cinemas, à fidelidade ao material de origem é sempre um grande motivo de discussão entre os fãs. Mas às vezes, muita fidelidade não é uma coisa boa. Tão tentador quanto dizer que os “quadrinhos eram melhores”, a verdade é que nem sempre é esse o caso.

Uma vez que os filmes de super-heróis cresceram pela primeira vez, a relação entre HQs e filmes tem sido simbiótica, com novos filmes que inspiraram os mais recentes quadrinhos, assim como os quadrinhos, os inspiraram. É uma dinâmica fascinante.

E às vezes os filmes melhoram muito um personagem, tornando-os muito melhores do que nunca foram no material original.

Em nenhum lugar isso foi mais verdadeiro do que no Universo cinematográfico Marvel, o experimento mais ambicioso desse tipo na história do cinema moderno. O MCU elevou alguns personagens a alturas que nunca experimentaram no passado. Por outro lado, algumas adaptações de personagens MCU perderam todo o sabor, peculiaridades e caracterização que tornaram seus quadrinhos tão divertidos.

É um equilíbrio difícil, e nem mesmo o poderoso MCU pode fazê-lo todo o tempo – embora tenham feito um trabalho bastante impressionante para na maior parte.

Por isso nós do Ei Nerd resolvemos fazer duas listas, na primeira dela, teremos os personagens da Marvel que melhoraram após sua inclusão no MCU. Confira:

HOMEM DE FERRO

Os fãs de quadrinhos sempre gostaram do Homem de Ferro, mas antes de 2008, ele era um personagem do segundo escalão da editora. Hoje, ele é indiscutivelmente o super-herói favorito do mundo. O que aconteceu? A resposta é Robert Downey Jr. E não é de admirar que o personagem dos quadrinhos tenha evoluído para se tornar mais como a versão cinematográfica.

O MCU não mudou a forma básica de Homem de Ferro: ele ainda é o mesmo personagem brilhante, arrogante, emocionalmente recluso e moralmente conflituoso que ele tem sido desde a década de 1960. Mas o MCU tirou os contornos dos quadrinhos e os preencheu com muito mais caráter. O Tony do cinema é uma pessoa às vezes certa, às vezes errada, e muitas vezes se depara com suas próprias fraquezas pessoais, mas ele sempre está tentando ajudar o mundo o melhor que pode.

Mas o que torna esse Tony tão fantástico? Progressão de caráter. Desde 2008, o vemos crescer, mudar e evoluir para uma pessoa que ele nunca pensou que ele se tornaria.

KILLGRAVE

Kilgrave, interpretado por David Tennant, é uma temida força da natureza ao longo da primeira metade de Jessica Jones. Ele é misterioso, aparentemente imparável, e capaz de causar cenas dignas de um filme de terror.

A segunda metade da temporada aprofunda a sua infância traumática, revelando um personagem muito humano, mas também completamente impenitente. Ele é um dos vilões mais bem construídos que sempre de qualquer mídia sobre super-heróis.

A versão de quadrinhos, que geralmente se chama o Homem- Púrpura, viveu na escuridão por décadas até que ele foi revivido na década de 2000 como o monstro assassino que conhecemos hoje.

A adaptação da Netflix teve a vantagem de descartar os aspectos mais caricatos da Era da Prata do personagem – ou seja, a pele púrpura real – e começar de novo. O Kilgrave do MCU também tem uma história mais simpática, e, francamente, essa dose adicional de humanidade só o torna ainda mais assustador. É por isso que, em geral, temos que aplaudir de pé a versão MCU.

SENHOR DAS ESTRELAS

Antes do primeiro filme dos Guardiões da Galáxia, ninguém sabia nada sobre Star-Lord. Sério, até os maiores fãs de quadrinhos teriam que coçar a cabeça para descobrir quem era esse cara. Mas graças ao desempenho de Chris Pratt, Star-Lord é agora um nome familiar.

A versão MCU do Star-Lord é um personagem carismático e estridente com um grande coração, ansioso pela nostalgia da vida que deixou, mas aberto a abraçar sua nova família. Ele é um personagem incrível, e dentro de algumas décadas, não nos surpreenderíamos se a versão MCU do Star-Lord fosse tão emblemática como Han Solo. Desde que os filmes saíram o Star-Lord das HQs tornou-se muito mais parecido com a versão do filme, e estamos felizes por isso.

LOKI

Loki sempre foi um grande vilão. Quadrinhos, filmes, desenhos animados, mitologia antiga. Ele é um dos clássicos. Mas o personagem nunca foi melhor do que quando ele é atuado por Tom Hiddleston.

O que faz Loki tão grande é que, apesar do fato de ele ser um megalómano assassino, ele também é insensatamente simpático. Você quer que ele seja um herói, e ele é tão brilhante e enganador que ele quase o faz acreditar que ele poderia se tornar um. Mas Loki é mais do que apenas sorrisos e jogos.

Ele também é uma figura trágica, com um passado profundamente dolorido e uma motivação fácil de entender, mesmo que não possamos apoiá-lo.

O Loki dos quadrinhos é ótimo em tudo, mas a chegada de Hiddleston realmente redefiniu o personagem para sempre.

YONDU

Apenas alguns anos atrás, alguém teria acreditado que este super-herói do último escalão de pele azul e de cabeça fina se tornaria um favorito dos fãs? No decorrer de dois filmes dos Guardiões, a nova versão de Yondu, interpretada por Michael Rooker, tornou-se tão amada que as pessoas até mesmo empolgaram o Oscar.

Nos quadrinhos, a quantidade de pessoas que realmente pensaram muito sobre Yondu provavelmente poderia ter sido contada nos dedos da mão. Mais uma vez, esta é outra adaptação cinematográfica que superou o personagem original que, nos últimos anos, já foi remodelado após a versão do filme.

5 personagens DC que não vão parar de morrer

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Fundada há mais de 80 anos a DC Comics e seus amados personagens atravessaram inúmeras batalhas, abrangendo múltiplas gerações. O próprio Universo DC Comics foi reiniciado e reescrito diversas vezes. O que significa que os personagens que conhecemos e amamos morreram diversas vezes, e novos tomaram seu lugar.

Felizmente, a maioria dos heróis e heroínas da DC Comics são muito fortes (e populares) para serem mantidos mortos por muito tempo. Dito isto, houve alguns eventos drásticos e marcantes nesses mais de 80 anos de história, e quase todos os heróis lutaram e morreram em algum momento para manter aqueles que amam a salvo do perigo.

Infelizmente, alguns dos personagens foram assassinados diversas vezes, fazendo com que o peso do ato se tornasse algo vazio e sem sentido para grande parte dos leitores.

Então, sem mais delongas, aqui estão cinco personagem que não param de morrer nas HQs.

ROBIN

O fiel companheiro do Batman provou ser bastante útil ao longo dos anos, e aqueles que usaram a roupa de “garoto maravilha” passaram a se tornar heróis próprios extremamente queridos pelo público. Dick Grayson, Tim Drake, Jason Todd e até Damian Wayne deram ao personagem um grande sopro de personalidade.

Porém há um problema em toda a história de Robin, no entanto, e, francamente, é um revés com qualquer personagem que se alinha com Bruce Wayne. Os vilões do Batman sempre descobrem que a maneira perfeita de atingir Bruce é através das pessoas que ele ama. E Robin conseguiu geralmente é o pivô nessa situação.

Os Robins foram sequestrados, apanharam , foram explodidos, chegando até a serem espancados até a morte. E nós acreditamos que Robin merece algo melhor, por isso esperamos que Chris McKay entregue um filme épico sobre Dick Grayson.

SUPERMAN

O Homem do Aço tinha indiscutivelmente a maior morte de qualquer super-herói na história dos quadrinhos quando ele faleceu no arco de 1992, The Death of Superman. No quadrinho, Superman é o único herói que pode parar a máquina de guerra que é o Doomsday, uma criatura que havia sido ressuscitada milhares de vezes ao longo do tempo, cada vez mais forte com cada morte subsequente.

A luta em si é incrivelmente brutal e cheia de carnificina, e até foi parcialmente usada como inspiração para o filme Batman VS Superman: Dawn of Justice.

Desde então, o Superman morreu mais de cinco vezes nos quadrinhos, e também foi presumido morto no desenho animado da Liga da Justiça de Bruce Timm. Um dos maiores atos que um herói pode realizar é o ato de sacrificar-se, e o Superman se sacrificou pelo bem da humanidade inúmeras vezes.

Mulher Maravilha

A Mulher Maravilha morreu inúmeras vezes, tanto dentro como fora da continuidade, nas realidades reais e artificiais, e mesmo nas mãos dos mais próximos a ela.

Diana também morreu cerca de cinco vezes ao longo de sua história de DC Comics, a mais famosa sendo Crisis on Infinite Earths , quando ela foi transformada em argila. Ela também foi brutalmente assassinada por Steppenwolf na Earth 2, vol. 1 .

A Princesa das Amazonas, bem como o Homem do Aço, é um ícone que outros personagens têm de demonstrar a sua força contra. Nada representa mais o termo”inimigo formidável” como poder colocar a Mulher Maravilha abaixo do nível da Terra. É também uma maneira de manter a audiência e seus aliados em suas mãos, porque não é fácil assumir os exércitos de Apokolips sem Diana.

BATMAN

Batman adora morrer, mas em sua defesa, ele faz isso de uma maneira muito maior do que quase qualquer outro personagem. Ele geralmente não morre no final de uma luta de mano a mano brutal, ou de ser superado. Não, Batman geralmente morre das maneiras mais horríveis possíveis, e geralmente nas mãos de seu maior inimigo, o Coringa.

Uma morte particularmente horrível foi em Action Comics vol 1. Issue # 770, onde é concedido todo o poder do Sr. Mxyzptlk ao palhaço do crime, e ele usa esses poderes para aproveitar ao máximo Bruce. O Coringa prendeu Batman em um ciclo de tempo constante, no qual o Coringa o mata continuamente e o traz de volta, e cada morte é mais brutal e criativa do que a última. A pior variação é quando Batman foi destruído por centenas de abutres.

Netflix: Quais as séries mais ‘maratonadas’ por brasileiros? E no mundo?

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Você é daqueles que gosta de assistir a todos os episódios de suas séries favoritas de uma vez só, ao estilo ‘maratona’? Pois saiba que você não está sozinho, segundo dados divulgados pela Netflix.

O Brasil ocupa o 10° lugar no ranking dos países com maior proporção de ‘maratonistas de série’ do mundo e um brasileiro assistiu a 21 séries no dia do lançamento, conquistando a ‘medalha de bronze’ em termos mundiais.

O número de assinantes que terminaram uma temporada no dia do lançamento cresceu mais de 20 vezes em quatro anos. Em 2013, foram 200 mil ‘supermaratonistas’, ou seja, pessoas que finalizam uma temporada de série em até 24 horas. Já em 2017, esse número chegou a 5 milhões.

“Existe uma satisfação única ao ser o primeiro a terminar uma história – que seja a última página de um livro ou os últimos momentos da série de TV favorita”, disse Brian Wright, vice-presidente de séries originais da Netflix. “A Netflix permite assistir à TV de uma forma que nunca foi possível antes. Não há nada melhor do que ver uma série mobilizar os nossos assinantes e acender o desejo de assisti-la”.

A série mais ‘maratonada’ pelos assinantes em todo o mundo foi Gilmore Girls: Um Ano para Recordar – vale lembrar que a série tem apenas quatro episódios. Na lista, ainda figuram títulos como Fuller House, em segundo lugar, seguida por Marvel – Os Defensores, The Seven Deadly Sins, The Ranch e Santa Clarita Diet.

Já no Brasil, o anime The Seven Deadly Sins é o que os assinantes mais gostam de assistir sem intervalos e 3%, A primeira produção da Netflix no Brasil, também foi bastante maratonada, conquistando a quinta posição.

No ranking dos países que acumulam a maior proporção de maratonistas, o Canadá lidera, seguido pelos Estados Unidos, Dinamarca e Finlândia. Os Estados Unidos, inclusive, é o país de cinco assinantes que assistiram a todas as cinco temporada de House of Cards no dia em que elas foram lançadas.

As 20 séries preferidas para ‘maratonas’ no Brasil

  1. The Seven Deadly Sins
  2. Marvel’s The Defenders
  3. Santa Clarita Diet
  4. Gilmore Girls: Um Ano para Recordar
  5. 3%
  6. The Ranch
  7. Atypical
  8. Stranger Things
  9. Fuller House
  10. You Me Her
  11. Dear White People
  12. Chewing Gum
  13. Glitch
  14. Frontier
  15. Narcos
  16. Friends from College
  17. The Mist
  18. Anne with an E
  19. Love
  20. The OA

As 20 séries preferidas para ‘maratonas’ no mundo

  1. Gilmore Girls: Um Ano para Recordar
  2. Fuller House
  3. Marvel – Os Defensores
  4. The Seven Deadly Sins
  5. The Ranch
  6. Santa Clarita Diet
  7. Trailer Park Boys
  8. F is for Family
  9. Orange Is the New Black
  10. Stranger Things
  11. Amigos da Faculdade
  12. Atypical
  13. Grace and Frankie
  14. Wet Hot American Summer
  15. Unbreakable Kimmy Schmidt
  16. House of Cards
  17. Amor
  18. GLOW
  19. Chewing Gum
  20. Master of None

Os 20 países com maior proporção de super maratonistas

  1. Canadá
  2. Estados Unidos
  3. Dinamarca
  4. Finlândia
  5. Noruega
  6. Alemanha
  7. México
  8. Austrália
  9. Suécia
  10. Brasil
  11. Irlanda
  12. Reino Unido
  13. França
  14. Nova Zelândia
  15. Peru
  16. Holanda
  17. Chile
  18. Portugal
  19. Itália
  20. Emirados Árabes Unidos

Qual é a importância das Joias do Infinito para o futuro dos filmes da Marvel?

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Thanos está cada vez mais próximo de executar seu plano de destruir o universo. O vilão grande e roxo, interpretado por Josh Brolin, está em uma missão para coletar todas as Joias do Infinito desde o início do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM). E sua jornada terá seu ápice em Vingadores: Guerra Infinita, quando ele enfrentará os Vingadores e os Guardiões da Galáxia.

Havia uma especulação de que Thanos coletaria a última Joia do Infinito em Thor: Ragnarok, mas quem já assistiu ao filme viu que nada disso aconteceu. Mas para quem ainda não compreende muito a respeito do assunto e quer entender por que as joias são tão importantes para o futuro da franquia, confira um pequeno guia abaixo:

ATENÇÃO: Spoilers de Thor: Ragnarok abaixo

Quantas Joias do Infinito existem?

Existem seis Joias do Infinito. Juntas, todas elas se encaixam na Manopla do Infinito. Qualquer ser que esteja em posse do objeto, com a presença de todas as joias, terá um poder imenso e infinito. No final de Vingadores: Era de Ultron, todos vimos que Thanos está em posse da Manopla do Infinito e que ele mesmo decidiu ir atrás das joias, após ver que os esforços de seus aliados não lhe ajudaram em nada.

Isso significa que a Manopla do Infinito de Asgard é falsa?

Sim, esse parece ser o caso. Nos filmes anteriores do Thor, os fãs perceberam que o pai do herói, Odin, parecia estar em posse de uma Manopla do Infinito. Por conta disso, muitas pessoas lançaram teorias de que existiam duas versões do objeto no UCM. Mas Hela, vilã de Thor: Ragnarok, tratou de botar um ponto final nesse assunto: ela disse que a manopla que estava em Asgard era falsa, bem como outros objetos entre os tesouros de Odin.

Quantas Joias do Infinito já apareceram?

Se você é um fã bem atento, já sabe responder essa pergunta logo de cara. Caso contrário, vamos te ajudar: até o momento, cinco das seis joias já foram retratadas. Confira abaixo.

1) A primeira joia a aparecer foi o Tesseract (Joia do Espaço), que foi descoberto pela organização Hydra durante a Segunda Guerra Mundial em Capitão América: O Primeiro Vingador. Décadas depois, foi usada por Loki (Tom Hiddleston) no final do primeiro filme dos Vingadores. Thor leva o Tesseract de volta a Asgard no final do longa e vimos o objeto novamente em Thor: Ragnarok (já falaremos mais sobre isso).

2) O Éter (Joia da Realidade) fez sua primeira aparição em Thor: O Mundo Sombrio. No final do filme, os asgardianos estão em posse do objeto, mas acreditam que é perigoso deixá-lo próximo do Tesseract. Assim, decidem entregá-lo ao Colecionador (Benício del Toro).

3) O Orbe (Joia do Poder) fez sua estreia em Guardiões da Galáxia. O Senhor das Estrelas (Chris Pratt) encontrou o objeto em um templo antigo. Thanos faz com que o vilão Ronan, O Acusador vá atrás da joia, mas os guardiões conseguem utilizar seu poder para derrotar o antagonista. Após isso, eles entregam o objeto para a Tropa Nova, força policial galática do UCM.

4) A Joia da Mente apareceu pela primeira vez em Os Vingadores. Ela estava no cetro de Loki (que ganhou de Thanos) e lhe deu o poder de controlar a mente de outras pessoas. Em Vingadores: Era de Ultron, o vilão Ultron utiliza a joia para criar um corpo para si próprio. Só que Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Bruce Banner (Mark Ruffalo) fizeram o upload da inteligência artificial do bilionário, J.A.R.V.I.S. (Paul Bettany) no corpo sintético que o antagonista estava criando, resultando no surgimento de Visão, que se tornou outro membro dos Vingadores. No momento, a joia se encontra em sua testa.

5) O Olho de Agamoto (Joia do Tempo) fez seu debute em Doutor Estranho. Mantida em segredo pelos Mestres das Artes Místicas, Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) acaba a encontrando durante seu filme solo. Ele coloca o objeto em um colar e o utiliza para controlar a continuidade do tempo-espaço.

A única joia que ainda não apareceu no UCM foi a Joia da Alma, que nos quadrinhos, concede ao seu portador o controle sobre qualquer tipo de vida no universo, bem como a habilidade de controlar e comandar qualquer alma, esteja ela viva ou morta.

Loki pegou uma das joias enquanto fugia de Asgard?

É bem possível que sim. Enquanto Loki vai até a sala de tesouros de Odin para começar o Ragnarok, ele acaba dando uma olhada no Tesseract por um momento. Se levarmos em conta sua história com essa joia, em particular, podemos acreditar que ele não a deixou para trás. Se você conseguiu assistir o trailer de Vingadores: Guerra Infinita que vazou durante a última edição da Comic Con de San Diego, foi possível ver o Deus da Trapaça com o objeto em mãos.

Os próximos filmes da Marvel podem retratar novamente as joias?

1) Pantera Negra

Pantera Negra fez seu debute em Capitão América: Guerra Civil, e seu filme solo é o próximo lançamento do UCM. Os trailers que já foram lançados indicam que o Rei T’Challa estará muito ocupado com a revolta que está acontecendo em Wakanda, mas ainda existe a possibilidade da Joia da Alma aparecer no longa. Vale lembrar que Wakanda é um país muito avançado tecnologicamente e é bastante fechado, então o objeto pode estar escondido em algum local da nação.

2) Vingadores: Guerra Infinita

O filme mais aguardado de todo o UCM é resultado de todos os enredos retratados até então na franquia. Praticamente todos os heróis já apresentados até aqui juntarão suas forças para lutar contra o grande inimigo do universo, que é Thanos. Pode ser que o vilão consiga juntar ou já esteja em posse de todas as joias no filme. Ou seja, isso significa que aparição da Joia da Alma não deve passar desse longa.

O trailer que vazou na última Comic Con já possui algumas pistas do que deve acontecer no futuro. Ele começou com Thor dando de cara com a nave dos Guardiões da Galáxia inconsciente (ele está com seus dois olhos na cena, mas certamente ocorreu uma edição para evitar spoilers de Ragnarok). Claro que essa parte se trata de especulação, mas podemos acreditar que Loki trai seu irmão mais uma vez e o expulsou da nave. O Deus da Trapaça vai até a Terra com o Tesseract em mãos e se encontra com Thanos.

3) Homem-Formiga e a Vespa

A sequência de Homem-Formiga não deve retratar nenhuma das Joias do Infinito. O filme deve ser uma oportunidade da Marvel de abordar um tom mais leve, com um pouco de comédia, após aquela que será a maior e mais sombria batalha já vista em todo o UCM.

4) Capitã Marvel

A Capitã Marvel (Brie Larson) terá seu filme solo em 2019, e apesar dos Irmãos Russo, diretores de Vingadores: Guerra Infinita, negarem que ela estará no filme, muitas especulações ainda garantem que ela fará seu debute no principal título de todo o UCM. Só que a probabilidade de qualquer uma das Joias do Infinito aparecer aqui é pequena por duas razões: o lançamento de Guerra Infinita, que já terá acontecido; e o longa solo da heroína, na realidade, será uma prequela, pois se passará durante a década de 90.

O Justiceiro: relembre a introdução do personagem nas séries da Marvel

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As séries da parceria entre Marvel e Netflix possuem uma característica peculiar: introduzir personagens antes de suas próprias séries. Um exemplo é Luke Cage, que foi devidamente apresentado no decorrer de Jessica Jones, o que já ajudou a criar um terreno para o seu seriado solo. Agora, é a vez do Justiceiro, introduzido na segunda temporada de Demolidor.

A série do anti-herói faz sua estreia na Netflix nesta sexta-feira (17), e os fãs já tem ideia de quem é Frank Castle, sua triste história de origem e os motivos que o fizeram se tornar um vigilante brutal e impiedoso. Além disso, ajudou a estabelecer sua relação com a personagem Karen Page, que lhe ajudará bastante em sua série solo.

O seriado mostrará, com mais detalhes, como que Frank deixou de ser um pai de família e se transformou em um vigilante cheio de vingança. Para que você consiga compreender o assunto melhor, vamos recapitular tudo que aconteceu na segunda temporada de Demolidor. Confira abaixo:

Um dia ruim

Incluir Frank Castle na temporada 2 de Demolidor foi um maneira inteligente de introduzir o personagem no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM). Muitos imaginaram que o Justiceiro poderia não ser capaz de ter sua própria série, mas ele se encaixou muito bem na história de Demolidor, que explorou dois vigilantes com seus motivos e morais. Também foi uma chance da Marvel testar essa nova versão do personagem, após três filmes do anti-herói que não deram muito certo. O desempenho de Jon Bernthal no papel foi bastante elogiado e seu próprio seriado foi anunciado pela Marvel logo em seguida.

A primeira temporada de Demolidor foi caracterizada por uma violência e brutalidade jamais vistas em qualquer filme da Marvel. E isso ficou ainda mais evidente com a introdução do Justiceiro, antes mesmo de sua face aparecer. Para os fãs do personagem nos quadrinhos, isso não é nenhuma novidade, mas Demolidor precisou fazer algumas mudanças no anti-herói para o seu debute no UCM.

Um ex-militar que serviu o exército dos EUA no Afeganistão, Castle voltou para casa e conseguiu passar apenas um dia com sua esposa e filha. No dia após seu retorno, as levou para um piquenique no Central Park, onde ficaram no meio de um tiroteiro entre gangues. O Justiceiro decidiu caçar os membros dessas gangues e acabou se deparando com o Demolidor.  Matt Murdock logo percebeu como que o anti-herói poderia ser uma ameaça, após levar um tiro a queima roupa, por exemplo.

Castle e Murdock não se entenderam muito bem, já que cada um tinha uma aproximação diferente na hora de lutar contra o crime. Sim, os dois quebraram diversas leis em suas caças pela justiça, mas Castle era um cara muito mais sangrento e vingativo. Ele chegou até mesmo a pensar em matar um ex-militar inocente apenas para evitar que seu plano fosse descoberto. Depois, Castle diz para Murdock que ele está apenas a um “dia muito ruim” de se tornar alguém igual ao Justiceiro.

Eventualmente, Castle e Murdock conseguem se entender enquanto o Justiceiro revela sua história antes de ser preso. Mas esse foi apenas o seu início dentro da franquia.

O julgamento do Justiceiro

A jornada de Castle por vingança quase o matou uma vez, antes do Demolidor aparecer para ajudar. Mas isso não o impediu de ficar bastante machucado e ser julgado por seus crimes. E enquanto se recuperava no hospital e aguardava o julgamento, ele conhece Murdock sem a máscara do Demolidor quando ele e Foggy aparecem para defendê-lo. Karen também aparece e pede respostas a Castle após sua investigação descobrir mais coisas sobre o passado do anti-herói. Logo, Karen se torna a única pessoa com a qual o personagem se comunica, após ele enxergar o lado sombrio que ela esconde.

Foi antes e durante o julgamento que o público descobriu que existia algo além de uma luta contra gangues e a morte da família de Frank Castle.

O julgamento foi uma oportunidade da série retratar novamente as habilidades de Matt como advogado, e conhecemos o antigo comandante de Frank, Ray Schoonover, que fez questão de enaltecer seu antigo comandado. Mas tudo vai por água abaixo, após saber que alguém tem informações sobre os responsáveis pela morte de sua família. Castle pede para ser considerado culpado e dá início ao seu terceiro arco dentro da segunda temporada de Demolidor.

Justiceiro contra o Rei do Crime

Apesar do Justiceiro ser um personagem secundário em Demolidor, a história da segunda temporada acaba sendo desenvolvida em seu entorno. De fato, Castle possui um arco mais claro que o do próprio Matt Murdock. Após ir até a Ilha de Rikers, o anti-herói se encontra com Wilson Fisk, o Rei do Crime, que estava desenvolvendo sua base dentro da prisão desde a temporada 1 de Demolidor. Com a ajuda do criminoso, Castle se encontra com um homem chamado Dutton, que lhe revela mais sobre o que aconteceu no Central Park.

É revelado que o tiroteio entre gangues ocorreu para que um poderoso traficante de drogas, conhecido como Blacksmith (Ferreiro), aparecesse. Como isso não ocorreu, as gangues rivais ficaram nervosas e começaram a atirar. Ainda é um mistério a identidade verdadeira do Blacksmith. Em seguida, vemos Castle, já em sua versão que conhecemos, preso e tendo de lutar para não ser morto pelos demais encarceirados.

Castle mal consegue escapar vivo, mas acaba se encontrando com Fisk novamente e sendo traído pelo vilão. Os dois acabam lutando antes do Rei do Crime lhe oferecer uma proposta: ajudá-lo a escapar da cadeia, já que Fisk parece feliz em ver o Justiceiro eliminando membros de seus rivais. Com certeza, os desdobramentos desses eventos devem influenciar o papel do Rei do Crime na terceira temporada de Demolidor.

O Blacksmith

A parte final da história do Justiceiro na segunda temporada de Demolidor mostrou Frank Castle em sua busca pelo Blacksmith. Muitos são mortos e o Justiceiro é considerado o culpado, enquanto que Karen Page continua sua investigação. Castle e Murdock precisam juntar forças novamente para acabar com um carregamento de drogas do Blacksmith. No final, Frank encontra o Blacksmith, que ele descobre ser o próprio Ray Schoonover, seu antigo comandante.

Castle mata Schoonover e pega alguns de seus equipamentos, incluindo um colete à prova de balas, no qual ele pinta uma caveira. Como ato final, o Justiceiro aparece no último minuto e ajuda o Demolidor a derrotar os membros do Tentáculo antes de desaparecer.

Muitas das histórias do Justiceiro nos quadrinhos apenas retratam sua jornada em caçar e matar diversos criminosos, mas seu papel no UCM é muito mais profundo. A temporada 2 de Demolidor mostrou um homem destruído por dentro que fará de tudo para conseguir se vingar. E assim, se envolveu com algo muito maior. Podemos esperar que esse foi apenas o início de seus problemas dentro da franquia.

9 razões para O Justiceiro ser a melhor série da Marvel na Netflix

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A Netflix lançou O Justiceiro e esta não é apenas mais uma série da Marvel. Bem diferente das suas “irmãs”, o novo seriado traz uma trama mais madura e profunda.

Apesar de a série ser do mesmo produtor da aclamada e violenta HannibalSteve Lightfoot, ninguém estava preparado para como O Justiceiro mudaria o universo Marvel na TV.

Para quem ainda não assistiu e tem um estômago forte, recomendamos que assista. Para quem já assistiu e ainda não sabe bem como essa série passou por cima de você e você não anotou a placa, a seguir temos uma lista para você entender melhor o porquê do seriado ser tão bom.

Esta lista contém spoilers!!!

1. Trilha sonora

Ninguém esperava que tocasse Madonna. O Justiceiro pede rock e algo distante disso seria absurdo.

Com uma trilha sonora desenvolvida pelo aclamado Tyler Bates, também responsável por trabalhos de sucesso como Guardiões da Galáxia300John Wick e até o jogo God of War, já era de se esperar um ótimo resultado.

O fato da trilha ser de qualidade e bem integrada com as cenas faz com que o produto final seja satisfatório até para quem não seja muito fã de rock. Chega a ser mais uma questão de bom senso que de preferência musical.

Com uma trilha focada no rock, começando pela incrível música de abertura, chegou a ser cômico quando Micro transmitiu I feel love da Donna Summer. Vale a pena mencionar que o, apesar de ainda ser considerado Disco, mistura-se com música eletrônica marcando o começo da música Eletrônica e fim da Disco.

Sendo a Disco o inimigo número 1° do rock nos anos 70, teria sido um deboche da produção da série ter colocado a música para irritar os agentes?

2. A fórmula Wolverine

Mesmo não sendo perceptível ao primeiro olhar, O Justiceiro traça o mesmo percurso que Wolverine para sensibilizar o espectador para o sofrimento do herói e para que o mesmo queira saber o que acontece a seguir.

Intencional ou não, aqui vão os 4 passos que ambos os heróis seguem em sua busca por justiça:

  1. Um passado sujo;
  2. Um acontecimento que redime através de sofrimento;
  3. A caça aos responsáveis;
  4. E é só grunir quando estiver matando alguém.

E voilà, temos um herói que você torce para ele matar o maior número de pessoas possível.

3. Série para adultos

Nada de piadas ou romance.

Em O Justiceiro, o amor da vida de Frank Castle é nada mais do que uma lembrança dolorosa e a ação, que serve para divertir, também vira o estômago.

Assistir Castle apanhar também é parte da diversão. Se não fosse, ele não passaria metade do tempo derramando baldes de sangue. Essa diversão no sofrimento dele, junto com a pura violência observada em algumas cenas, pessoas com perturbações mentais e cenas de sexo fazem com que O Justiceiro seja tudo que só um adulto pode assistir.

Além das razões citadas anteriormente, ainda há o ritmo da série. Para o público mais jovem de hoje, é inaceitável cenas longas com diálogos – algo que marca O Justiceiro. E existe, também, outro motivo para o público mais jovem não ser o público-alvo, que veremos a seguir.

4. 0% de fan service

Em geral, as séries e filmes baseadas em quadrinhos fazem algo que os fãs desejavam para levá-los a loucura. Alguns deixam personagens vivos por mais tempo que nos quadrinhos; outros fazem pares românticos inexistentes e até criam personagens para deixar a história mais engraçada.

No caso de O Justiceiro, a história foi outra. As mudanças feitas do quadrinho pra série deixaram a história mais política e densa, bem longe de fan service.

Aqui vão algumas coisas que os fãs queriam, mas não conseguiram:

  • Nada de se juntar com outros heróis da Marvel para quebrar tudo;
  • Nada de par romântico*;
  • Madani não é a “mocinha”, mas sim uma protagonista que não cai em estereótipos;
  • Castle não desaparece no estilo lobo solitário;
  • Sem frases de impacto ou cenas “memeáveis”.

* Um romance com uma mulher morta, um clima que virou climão com a mulher do amigo e aquela cena que não dá pra ter certeza de nada com a Karen Page não contam, não é?

5. Os sonhos fazem sentido

Quando você começa a assistir uma série em que a realidade começa a se misturar com sonhos ou ilusões, você sabe que vem uma dor de cabeça por aí.

Em geral, séries que fazem isso com frequência acabam exagerando e confundindo o espectador, como foi o caso de Legion. Esta, apesar de muito inteligente, incomodou fãs com sonhos dentro de sonhos, também como no filme Inception. Mais imaginação do que realidade.

No caso de O Justiceiro, as alucinações se tornam elemento importante da história, pois mostram o desenvolvimento emocional de Castle.

Não só Castle precisava dos sonhos para sair do isolamento em que havia se aprisionado, como o espectador necessitava deles para conhecer melhor o protagonista.

6. Sem medo de cutucar a ferida

O Justiceiro vai mais fundo que outras séries da Marvel na Netflix em questões sociais, como: ultranacionalismo, estresse pós-traumático (PTSD na sigla em inglês), controle de armas, política externa americana, imigração e até racismo na América – apesar de que este último seja bem mais discutido em Luke Cage.

O resultado é uma obra cuja tensão no ar possa ser cortada com uma faca. As discussões em nenhum momento parecem desnecessárias ou forçadas, pois sempre adicionam algo para a trama – e que trama!

7. O justiceiro trata da violência sem glorificá-la

Assim como foi dito pelo ator Ben Barnes, intérprete de Billy Russo, O Justiceiro expõe a violência sem glorificá-la.

No mundo de hoje, especialmente nos Estados Unidos, uma história que fala de um atirador justiceiro não é e nem deve ser levada na brincadeira. Para isso, a produção da série procurou passar aos atores que seus personagens sofriam com a violência e que aquilo não era uma coisa boa.

Fica claro que a violência de Castle não é um dom, mas, sim, uma espécie de doença com a qual ele tem que conviver. No final da temporada, a diferença física e mental em Frank Castle é visível até para quem não o analisa.

8. Bem diferente das outras séries Marvel na Netflix

O Justiceiro segue um caminho diferente das outras séries da Marvel e isso é algo que deveria ser copiado.

Mas como assim?

DemolidorJessica JonesLuke CageIron Fist Os Defensores acontecem “na esquina” um do outro. A sensação é de que se está assistindo diferentes arcos de uma série maior – e isso é cansativo.

O Justiceiro escapa disso e apresenta a oportunidade se ver com outros olhos o Universo Marvel. Essa mudança possibilitou o desenvolvimento de uma história original, com tramas menos voltadas à ideia de mocinho e bandido e mais na natureza humana.

9. Elenco e personagens incríveis

O Justiceiro traz personagens profundos e envolventes. Mesmo quem não gosta de quadrinhos ou de heróis, pode se envolver com essa trama.

A seguir, uma lista com os atores e personagens mais marcantes da série.

Jon Bernthal como Frank Castle

Inicialmente, a escolha de Jon Bernthal pareceu um tanto sem sentido. Ele tem mais cara de bully do que de herói. Mas talvez essa tenha sido a razão de o papel ter sido dado para ele.

Após assistir à série, nota-se que, na verdade, a escolha foi ideal. Frank Castle não é um Demolidor ou um Luke Cage. Ele tem esqueletos no armário que, se a história não fosse extremamente bem contada, você torceria para ele morrer ainda nos primeiros capítulos.

O personagem e a atuação são tão bem executadas que, no final, você fica em dúvida se quer Frank Castle solto por aí ou preso pagando pelos crimes.

Amber Rose Revah como Dinah Madani

Apesar de desconhecida, Amber Rose Revah deu um show de atuação e Madani acabou conquistando o público, talvez sendo a personagem mais querida de O Justiceiro.

De certa forma, ela tem a força interna que a Jessica Jones tem como externa. Um exemplo de como mulheres podem e devem ser retratadas como personagens fortes sem perder o carisma.

Queremos Madani na segunda temporada sim ou com certeza?

Ebon Moss-Bachrach como David Lieberman

Para quem não conseguiu reconhecer por causa do cabelo desgrenhado e da barba, Ebon Moss-Bachrach é o roqueiro galã de Girls. Se você não assistiu à série, vale a pena checar para se assustar com a imensa diferença.

Vale destacar que o personagem nos quadrinhos é chamado de Microchip e não de Micro. Além disso, o nome real é Linus e não David como na série.

Paul Schulze como Agente Rawlins

O vilão Rawlins caiu como uma luva em Paul Schulze, que, não muito tempo atrás, não contava com grandes papeis como esse em suas mãos.

Parece que as rugas servem para deixá-lo com cara de vilão e Schulze não perdeu a chance de aproveitar o papel de vilão.

Daniel Webber como Lewis Walcott

Um caminhão chamado Lewis.

Daniel Webber deixou todo mundo boquiaberto com sua atuação. Seu personagem, o perturbado soldado Lewis, foi um presente para esse ator, que o soube aproveitar muito bem.

De ator desconhecido à performance mais impressionante de O Justiceiro. Uma ótima surpresa.

Ben Barnes interpreta Billy Russo, o Retalho dos quadrinhos

Ben Barnes é um ator que cai bem em qualquer personagem babaca. Apesar de já ter sido o honrado Príncipe Caspian, atualmente encontra mais sucesso sendo uma espécie de Willem Dafoe 2.0, vilão para toda obra.

Apesar de o Personagem desenvolver uma consciência tardia, ainda sim é um ótimo vilão para uma ótima série.

6 filmes de heróis que precisam de um reboot urgente

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Assistir filmes de heróis tornou-se uma roleta russa: a cada cinco filmes, dois são uma bomba, um é mais ou menos e dois são bons.

Com essa falta de qualidade, alguns heróis acabaram ficando com a imagem suja por filmes de má qualidade. Essas imagens, que valem milhões de dólares, poderiam estar rendendo nas telas do cinema, mas acabam fora de uso.

Para fazer esses filmes de heróis voltarem a dar lucro, são feitos reboots para tentar reanimar as franquias. Apesar dos esforços, os resultados nem sempre são positivos e acabam deixando o personagem mais confuso e desestimulante. Outros, menos afortunados, não são nem cogitados ou, simplesmente, rejeitados pelos estúdios.

Mas a solução não é desistir. Os que conseguem, provam que é possível criar uma franquia de sucesso com heróis de quadrinhos. Basta fazer um trabalho bem feito e não cometer os erros que apontaremos no decorrer desta lista.

Para relembrar quais filmes de heróis precisam de reboot e depois mandar aquele tweet revoltado pro estúdio (risos), fizemos esta lista. Vamos começar?

6. Hulk

Depois do sucesso dos filmes de 1978 até 1990 – apesar de serem difíceis de assistir -, Hulk teve duas tentativas solo. Dirigido por Ang Lee e estrelado por Eric Bana, o filme de 2003 prometia, mas não agradou tanto. Já em 2008, com Edward Norton, o filme passou tão ‘em branco’ que poucos lembram que o ator interpretou Hulk nos cinemas.

Já na nova era cinemática do universo Marvel, o gigante verde vem sendo ‘hypado’ como o mais poderoso – o que não deixa de ser verdade. É evidente que o estúdio deseja fazer o herói render milhões no cinema.

Hulk consegue ser um dos heróis mais populares dos quadrinhos e, ao mesmo tempo, um dos fracassos mais desconcertantes nos cinemas.

A Marvel precisa de um reboot do Hulk, mas o jeito é esperar sentado, já que a maioria das notícias sobre o herói são especulações.

5. Superman

Apesar de Henry Cavill ter sido uma escolha bem aceita para viver Superman, o tom sombrio do filme O Homem de Aço não agradou aos fãs.

Filmes de heróis visando o público adulto tendem a ser mais sérios. Essa tendência é um problema, pois nem todo herói tem um lado sombrio.

A padronização desses filmes para algo obscuro e politizado gera um problema com os próprios personagens. Existem personagens que, simplesmente, não combinam com histórias obscuras, como é o caso do Superman.

O filme da Mulher-Maravilha, por exemplo, usou o nível certo de violência e comédia, bem de acordo com a personagem. Diana Prince, apesar de ter sido a primeira dos grandes heróis da DC a matar um inimigo, não é um personagem que trava uma batalha com seu lado obscuro. O filme foi um sucesso porque reconheceu essas diferenças.

Para piorar a situação, em Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016), a escolha de Jesse Eisenberg como Lex Luthor beira a insanidade. Quem vai ter medo de Jesse Eisenberg?

Assim como o Hulk, o Superman também está nos últimos lugares da lista porque apareceram recentemente no cinema e tiveram uma aceitação média ou boa.

4. Elektra

Com o sucesso da série na Netflix, seria extremamente desnecessário trazer Demolidor para as telonas. Já seu spin-off, Elektra, precisa de um reboot.Veja também:  Marvel anuncia série de HQs focada nos vilões dos X-Men

Ignorando ou não a série da Netflix, a heroína precisa voltar às telonas para provar que ainda é um dos melhores da Marvel.

Não é preciso nem dizer que o filme de 2005 tem que ir pro lixo. Nada contra Jennifer Garner, só não é possível lembrar de um ponto positivo sobre aquele que é um dos piores filmes de heróis.

3. Blade

Apesar de ter algumas derrapadas no caminho, Blade foi uma das franquias de filmes de heróis de maior sucesso nos cinemas.

Blade já provou que consegue levar público para os cinemas, mesmo numa época em que filmes de heróis ainda não haviam começado a crescer. Para ser justo, uma das razões da onda de longas do tipo ter começado foi, justamente, o sucesso que Blade fez.

Mesmo com o fracasso de Blade: Trinity (2004) e da série de 2006, os fãs merecem que o vampiro volte às telonas.

2. X-Men

Desde o ano 2000, quando X-Men: O Filme foi lançado, alguns erros de continuidade começaram a ser acumulados.

X-Men consegue ser a franquia de maior sucesso dos filmes de heróis e, também, a mais confusa. De personagens que mudam de personalidade e idade, até sagas que foram destruídas nos filmes, a história ficou bem mal contada.

O público merece a Saga da Fênix, contada de forma correta, pelo menos uma vez!

Agora que já se sabe que X-Men atrai multidões aos cinemas, a 20th Century Fox poderia começar a planejar um novo começo para a franquia. Com anos de lançamentos marcados, o estúdio não deixaria de lado os eventos mais importantes e a história não teria mais furos.

1. Lanterna Verde

Lanterna Verde (2011) é uma das maiores decepções para os nerds em questão de filmes de heróis. O filme é tão ruim que Green Lantern Corps, animação do Cartoon Network mais fiel aos quadrinhos, é considerada melhor.

Para surpresa dos estúdios Warner, Lanterna Verde não foi um sucesso de bilheteria. Isso se deu devido a vários fatores, como:

  • Baixo orçamento não cobria efeitos visuais de qualidade;
  • Efeitos especiais em excesso que não eram necessários;
  • Ninguém queria ver uma massa de energia amarela como vilão – todos queriam Sinestro;
  • Casting de Ryan Reynolds, que é conhecido por ser protagonista de filmes românticos, não convence como herói.*

*Lembrando que em Deadpool ele só convence porque usa uma máscara cobrindo toda a cara.

Lanterna Verde seria ideal para um reboot, já que tem um universo – literalmente – de possibilidades. Com vários lanternas humanos e uma longa lista de tramas dos quadrinhos, um reboot de Lanterna Verde é a mina de ouro que a Warner está ignorando cegamente.

Vai um reboot em filmes de heróis aí?

Reboots, em geral, são polêmicos, mas quando se fala em heróis os fãs costumam apoiar.

Concorda com a lista? Acha que está faltando algum dos seus filmes de heróis favoritos? Quer ver esses reboots? Algum desses você não assistiria nem depois do reboot pintado de ouro e cravejado de Infinity Stones?